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ORÇAMENTOS, PLANEJAMENTOS E CANTEIROS DE OBRAS
 Ano 04 . nº 27. 01/01/2004
Revista EngWhere  
Nesta Edição

Mercadologia: Os Subterrâneos do Marketing
Marketing Empresarial:  O Bom Nome da Sua Empresa
Escreve o Leitor: As Histórias que Vivi e Ouvi
Qualidade Real: Conhecendo um Pouco de "Kanban"
Ética e Educação:  Estudo de Caso: André Fonseca
Ambientalismo:  O Meio Ambiente em Três Blocos

Mercadologia .  REVELAÇÕES     

A Revista EngWhere, em vista do momento crítico atual, e buscando dar uma mãozinha ao seu Parceiro Especializado, abre o jogo e, sem papas na língua, revela...

Os Subterrâneos do Marketing
ou Abrindo a Caixa de Pandora (origem de todos os males)

Intimamente existem 2 tipos principais de atrações: as naturais - que nutrem, por exemplo, os sexos opostos - e as normais, nutridas pelos consumidores. Embora parecidíssimas nos referiremos especificamente a estas últimas e evitaremos, como é de nosso feitio, falar sobre aquelas outras, ou seja, as não-normais.
Além do mais é inegável serem os interesses das pessoas por novidades e modismos muito mais fortes que o próprio instinto de conservação da espécie - incônsio este - por serem mais prementes: fazem-nas sentirem-se vivas!
Por outro lado - e a característica já foi dissecada por Rousseau, aquele do "O Homem é genuinamente bom" - é patente sua vontade em retribuir todos os tipos de favores e agrados (normais e naturais), e até mais encarniçadamente: para não se sentirem mortas!
Daí a importância de tudo o que está na onda e de seus valores agregados, os focos de nossa matéria.

   A Teoria da Coceirinha

Ainda que deparando com o produto da moda e com real "valor agregado" o Cliente não irá comprando assim de imediato que a época está bicuda.
O bom vendedor deve fazer para que à noite, ao conciliar o sono, surja-lhe umas coceirinhas na cabeça e, então, vira pra lá, vira pra cá, coça aqui, coça acolá e... só conseguirá dormir após decidir-se: amanhã cedo eu fecho o negócio!
Ultimamente nada é vendido sem que se leve isto em consideração.

To be or not to be
Um Engenheiro sem um software apropriado e eficiente é como um pedreiro que não tem colher, um carpinteiro que não usa serrote ou um armador que não sabe o que é turquês, só que mais cafona.
   A Infalível Teoria do Cisco

Sem deixar que se aperceba joga-se um cisco sobre o interessado para que este fique vivamente preocupado.
Depois, solidário e com muito jeito, alisa-se seu ombro por 2 vezes seguidas, como que afagando-o e espanando o cisco inconveniente.
Caso o freguês tenha caspas, e esteja irritado com elas, sua fidelização já é conseguida quase que imediatamente.

Não basta fugir, é necessário fugir para o lado mais conveniente - Charles-Ferdinand Ramuz

Concordamos plenamente que os cabeleireiros de sua esposa e o de sua sogra são muito mais de primeira necessidade que um software de orçamento de obra.
Mas se o Programa aumenta-lhe as possibilidades de ganhar mais dinheiro, ora bolas, elas poderão frequentar salões cada vez mais chiques e modernos.

   A Comunicação   Coluna do Friedrich

Embora se comunicar seja de fundamental importância nos dias atuais, não é de bom alvitre ficar informando números de contas bancárias, cpf ou o próprio nome a quem quer que seja. Corre-se riscos expor-se à Miguel.
Como é indispensável dar-se a conhecer, a melhor maneira é aproveitando-se de subterfúgios e das mínimas oportunidades para isto.
Nada melhor que os detalhes, o bom senso e a improvisação.
Como caíram de moda os pseudônimos, como o Misterioso Atrás da Matriz ou a Tanajura do Sobe Ladeira, técnicas sutis de condensação de texto devem ser empregadas. Por exemplo o email macafo32enga4mgf.bwv@ig.com que, para os de melhor discernimento, é um mini-currículo: maria do carmo fonseca, 32 anos, engenheira, 4 anos de experiência, formada na Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais, tem por hoby a música clássica, e Bach é seu compositor preferido. Encontra-se desempregada.
Agindo assim, mostra também ser criativa, dispor de tempo integral e disposição para enfrentar desafios.
Embora para procurar emprego seja uma técnica ainda muito recente, o procedimento é infalível para arranjar namoradas: ogatao48cm.0800@tmeira.globo.com. Para bom entendedor meia palavra bos.

Nietzsche (1844-1900), filósofo alemão, quem diria, ataca de marqueteiro em nossa Revista. Estes e os demais extratos de Humano Demasiado Humano.

VER MAL E OUVIR MAL
Quem vê pouco, vê sempre demasiado pouco; quem ouve mal, ouve sempre alguma coisa a mais.

INDISPENSÁVEL PARA A DISCUSSÃO
Aquele que não souber pôr as suas idéias no gelo não deverá lançar-se no calor da discussão.

TALENTO
O talento de muitos homens parece menor do que na realidade é, porque eles se lançaram a tarefas demasiado grandes.

COMO SE ALICIAM AS PESSOAS CORAJOSAS
Levam-se as pessoas corajosas a praticar uma ação, apresentando-a como mais perigosa do que é.

SEMI-CIÊNCIA
Aquele que fala um pouco uma língua estrangeira, tem mais prazer nesse fato do que aquele que a fala bem. O prazer pertence ao quase sabedor.

AVALIAÇÃO DOS SERVIÇOS PRESTADOS
Apreciamos os serviços que alguém nos presta segundo o valor que ele lhes dá e não segundo o valor que têm para nós.


Não queira vender um único e minguado produto que irá se mostrar pouco criativo, e passar a impressão de ser muito mais caro do que é.

EngenhariaCivil

   Os 10 Mandamentos do Market

Confiança, lealdade, ser prestativo, cortesia, respeito pelos animais, obediência, bom humor, trabalho, respeito pela propriedade e limpeza do corpo e da alma.

NOTA
Por falta de tempo para pesquisar melhor colocamos os 10 Mandamentos dos Escoteiros mesmo que não mudarão em essência. A idéia é mostrar-se o mais inocente possível.

   Mantenha-se nos primeiros lugares dos buscadores com as palavras certas!

Não levamos tanta vantagem assim sendo os primeirões no Google (50% da Internet) com palavras-chave como 'software de orçamento', 'orçamento de obra', 'softwares de engenharia', 'composições de preços', 'planejamento de obra', 'proposta técnica', 'despesas diretas', 'custos indiretos', 'dicas de engenharia', 'métodos construtivos', 'slump teste', etc., pois são assuntos de pouco ou nenhum interesse do Internauta.
Quando o conceituado Mecanismo de Busca nos colocou no primeiro lugar com 'putinhas virgens em fortaleza' as vendas estouraram na macrorregião que se estende, e se alarga, do interior alencarino até a Belém-Brasília, inclusive.

Google
  • Aquele que habita nos céus ri. - Salmo 2.
  • Goteira pingando sem parar em dia de chuva e a mulher briguenta são semelhantes! - Provérbios 27, 15.
  • O preguiçoso põe a mão no prato: levá-la à boca é muita fadiga. - Provérbios 26, 15.
  • Um anel de ouro na tromba de uma porca, tal é a mulher formosa e insensata. - Provérbios 11, 22.
  • A terra estremece com três coisas e uma quarta não pode suportar: Com um escravo que chega a reinar; com um insensato que chega à abundância; com uma mulher odiosa que um homem desposou, e com uma escrava que ficou a herdeira da sua senhora. - Provérvios 30, 21.
  • E Sara disse: Deus me deu riso, e todo aquele que ouvir rirá juntamente comigo - Gênesis 21, 6.

A Anunciação - Leonardo da Vinci (1452-1519

"... O anjo Gabriel foi enviado por Deus a
uma cidade da Galiléia,
chamada Nazaré. Foi a uma virgem prometida
em casamento a um homem chamado
José, da casa de Davi.
E o nome da virgem era Maria. O anjo
entrou onde ela estava e disse:

"ALEGRA-TE, CHEIA DE GRAÇA!
O SENHOR ESTÁ CONTIGO!"


Ouvindo isto, Maria ficou preocupada e
perguntava a si mesma o que a
saudação queria dizer. O anjo disse: "Não temas, Maria!
Encontraste graça junto a Deus.
Eis que conceberás no teu seio e
darás à luz um filho,
e tu o chamarás com o nome de Jesus.
Ele será grande, será
chamado Filho do Altíssimo."

Evangelho de Lucas, Cap. 1. Versículos 26 a 33

A Revista EngWhere deseja-lhe, e aos seus, um Ano-Novo repleto de orçamentos bem-sucedidos.

Ênio Padilha . MARKETING EMPRESARIAL   

Construção e Engenharia Civil O Bom Nome da sua Empresa

Ênio Padilha
Engenheiro, escritor e palestrante.
Formado pela UFSC, em 1986, especializou-se em Marketing Empresarial na UFPR, em 1996/97.
Escreve regularmente e seus artigos são publicados, todas as semanas, em diversos jornais do país.
eniopadilha@uol.com.br

A escolha do nome para uma empresa é uma decisão estratégica muito importante e que é, muitas vezes, tratada sem o devido cuidado. O nome é, em geral, a principal arma na guerra por uma boa posição no mercado. E existem algumas técnicas para evitar que o desastre já comece por aí.
Na hora de escolher o nome da sua empresa, leve em consideração algumas coisinhas importantes:

1) Procure uma palavra que identifique o ramo de negócio que a sua empresa pretende desenvolver (por exemplo, se a sua empresa trabalha com concreto, escolha uma palavra que contenha a raiz "CONCR".
Esta regra, no entanto, traz em si três armadilhas das quais você precisa escapar:
1.1) Escolher um nome que já exista no mercado ou que seja muito semelhante a outro já existente.
1.2) Escolher um nome que seja muito restritivo, isto é, um nome que identifique uma única atividade dentro de um ramo de negócio que permite múltiplas possibilidades. Exemplos: FERROFORT (para uma empresa que trabalhe com metais - e não apenas com ferro) ou TUBOMAX (para uma empresa de artefatos de cimento - e não apenas com tubos de concreto).
1.3) Escolher um nome original, mas que possa vir a ser adotado por outra empresa, no futuro. Neste caso existem dois antídotos: um é fazer o registro do nome no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e o outro é investir em campanhas institucionais de divulgação do nome. As duas medidas devem ser adotadas conjuntamente.

2) Procure definir um nome simples, fácil de ler, fácil de pronunciar e que, ao ser dito por telefone não precise ser cuidadosamente soletrado. Nomes muito complicados consomem muito mais recursos no processo de divulgação e fixação.

3) Utilizar o próprio nome na sua empresa é uma decisão que tem prós e contras. É uma decisão que precisa ser bem pensada:
A favor de utilizar o próprio nome na empresa está o fato de que é mais fácil (mais barato) divulgar o nome da empresa quando ela está associada ao nome do seu proprietário. Todas as ações positivas (ou negativas) no nível pessoal são rapidamente creditadas (ou debitadas) à empresa. Gasta-se muito menos tempo e dinheiro para tornar conhecida uma marca associada ao nome de alguém.
Contra o uso do nome próprio como nome da empresa está o fato de que, o nome da empresa deixa de ser parte do seu patrimônio realizável (juntamente com o patrimônio físico e com o patrimônio representado pelos seus clientes).
A menos que estejamos falando de grandes empresas, como Hering, Pirelli ou Ford, ninguém estará disposto a pagar algum dinheiro pelo nome de uma empresa se ele for o nome do empresário que a está vendendo. Se eu tivesse uma empresa chamada "ÊNIO PADILHA ENGENHARIA LTDA" e a vendesse para outra pessoa, essa pessoa estaria comprando, na verdade, as instalações físicas e, eventualmente, a participação no mercado. O nome "ÊNIO PADILHA" certamente seria trocado por outro nome. A gente vê isso acontecer todas as semanas.

4) Se o uso do nome tem seus prós e contras, o mesmo não se pode dizer do uso do sobrenome. Fuja da tentação de usar o seu sobrenome para identificar a sua empresa. Existem pelo menos dois bons motivos para você não fazer isto.
4.1) Às vezes um sobrenome é conhecido, tradicional e representa alguma coisa boa em uma certa cidade e arredores. Mas os benefícios do uso desse sobrenome para a empresa somente será sentido em nível local. Não há benefício real quando se pensa em conquistar outras fronteiras. Expandir geograficamente as atividades. Aí o sobrenome pode até atrapalhar, se for uma palavra muito esquisita, cheia de consoantes, tremas, e outras complicações. Haja desperdício de recursos em promoção para fixação do nome no mercado.
4.2) O seu sobrenome não pertence a você. Você não tem nenhum controle sobre ele. Nada impede o Jô Soares de usar o seu sobrenome como fez com o meu em 1979 (e você se lembra disso até hoje, com certeza).
Nada impede um irmão, um primo, um tio ou mesmo outra pessoa que não tenha nada a ver com a sua família (a não ser a coincidência do sobrenome) de ter uma empresa fracassada, fraudulenta, corrupta... enfim, de virar uma referência negativa que você sempre vai ter de explicar para o seu cliente potencial, antes de iniciar, efetivamente, um negócio.

Leia outros artigos no site do Especialista: www.eniopadilha.com.br

Coluna do Pimpão   
Engenharia Civil
  • ABUNDÂNCIAS
    Muito mais que com a qualidade do concreto a grande preocupação das obras é com o volume fornecido. É de lei, ninguém quer ser ludibriado.
    Imagine, pois, nossa satisfação ao percebermos que o concreto estava sendo entregue a mais que o cobrado na NF.
    A concreteira era idônea, administrada por engenheiros (e amigos), e vendia caro como as grifes. Estariam querendo agradar o Cliente?
    Só fomos despertar após 300 m³ lançados e adensados: a balança dos agregados estava nos "favorecendo". A brita e a areia eram pesadas a mais, enquanto a quantidade de cimento não acompanhava a fartura, e a resistência despencava.
    O fuzuê foi geral e só terminou 3 meses depois quando o resultado dos corpos de prova, extraídos da própria estrutura através de caríssimas sondas rotativas, empatou raso com o mínimo permitido na Norma.
    Entre mortos e feridos salvaram-se todos, entretanto.
As Histórias que Vivi e Ouvi . ESCREVE O LEITOR   

Engenharia e Arquitetura  Canteiro de Obras como Escola

Zairon Larama Jr.
do Maranhão


Acho que no curso de engenharia e áreas afins, em algum período, deveria ser incluído algo mais prático com relação à execução de obras. Com certeza aqueles futuros profissionais, principalmente os residentes, despertariam antecipadamente para o que é o "trecho", sentindo um pouco as dificuldades. Muitos iriam desanimar ou, pelo contrário, achar que o desafio valeria a pena, pois, materializar aquilo que foi projetado é muito gratificante. Outros finos e de boas condições financeiras diriam logo:
- Eu não quero saber de obras, é muita poeira, zoada e sol; os peões falam alto. Eu tô fora de canteiro de obras, vou montar meu escritório, é bem melhor e mais confortável.
E assim, cada um criaria seu próprio conceito.
Esse algo mais prático, a meu ver, não seria muita coisa como por exemplo:
Apresentar um trabalho da sua experiência de uma semana no canteiro de obras. "Com certeza teríamos cada história..."
Observar a rotina; conversar com os peões; sentir um pouco a realidade; as dificuldades; e desafios. Isso no mínimo seria um bom trabalho de relações humanas.
Esse trabalho seria individual. Claro que não traria experiência, sabemos disso, mas sim uma visão aproximada do que é "o trecho".
Quando eu estou querendo falar em desafios é justamente para incentivá-los. Pois só com alguns anos de obras é que vamos adquirindo experiência e aprendendo essa matéria que vai fazer parte da sua história profissional e de vida.
Um desses desafios que enfrentei foi o seguinte:
Após um processo de licitação, contrato assinado e tudo mais de uma obra, demos início ao planejamento da mesma e, analisa daqui, cria-se formulários dali, fichas, equipe técnica. Vamos fazer na diária? Ou na empreita? Cada uma das modalidades tem suas particularidades, vantagens e desvantagens. Depois de varias reuniões e discussões chegamos ao planejamento final.
Implantação da obra: cerca em arame farpado, com moirão em madeira roliça. "Roliça mesmo", é que na época os órgãos de controle ambiental eram pouco atuantes "por isso que hoje tá faltando", portão de entrada, estratégico almoxarifado e etc.
Como a obra era grande chamamos sub-empreiteiros conhecidos como ''gatos'', que toda construtora têm os seus e se não tiver não tem problema, a rádio peão funciona em ondas de freqüências e alcances impressionantes. Logo eles aparecem.
Era um conjunto habitacional. Primeira providência: construir uma casa em cada quadra, para servir de depósito intermediário para a guarda de materiais e ferramentas, principalmente o cimento. Isso evitaria grande deslocamento até o almoxarifado central. Funcionou sim e muito bem! Mas ao fazer uma checagem do consumo de cimento achei muito alto, alguma coisa estava errada, fiz então aquelas famosas reuniões de final de expediente com todos os encarregados e não me alertei para o que suspeitava. Só determinei que a partir daquele momento a requisição de cimento estava condicionada com a devolução dos sacos vazios do pedido anterior. Essa medida gerou protestos do tipo: o saco é rasgado ao meio, vou ter que pagar peão pra ficar juntando sacos, pra que tanto saco se não serve pra nada.
Depois de tantas objeções propus que colocaria um peão só para recolher sacos, e argumentei que queria a obra mais limpa. Também houve negação de quem não interessava o controle.
E discute daqui e fala dali até que voltaram atrás, e ficou decidido que:

· O pedido seria feito próximo de terminar o estoque, (isso porque é comum em obras o pedido ser feito depois que o material acaba).
· Ao fazerem o pedido devolveriam os sacos vazios, e o apontador, 'que poderia ser chamado de anotador', conferiria o estoque.
· As chaves dos depósitos seriam entregues pela manhã a cada encarregado e devolvidas no final do expediente.

Fiquei mais tranqüilo. Só que por pouco tempo... como comprávamos cimento de um determinado fabricante, descobri que estavam aparecendo sacos vazios de quase todas as marcas que existem no mercado. Não tive dúvida: tem cimento passando por debaixo da cerca. (Vocês já observaram que na construção de obra com essas características, logo começam pequenas obras no seu entorno? Não estou querendo falar que todos que constroem próximos dessas obras sejam desonestos, mas, há uma relação muito grande e desvio de materiais para essas).
Fiz outra reunião, já com outra determinação: a partir de hoje os sacos vão ser carimbados, com o nº do pedido e data. Ninguém se manifestou. E fiquei mais atento com relação ao consumo. Após alguns dias resolvi fazer uma checagem em todos os depósitos. Qual não foi minha surpresa: não batiam os números das fichas de controle com o estoque de uns encarregados.
Ao apertar o apontador, este não só apontou os que estavam envolvidos, assim como tudo o que acontecia, e descobri mais ainda, que era sobrinho de um dos encarregados, pois ao falar o meu tio não está no meio fiquei surpreso.
Pura malandragem, conivência, e desonestidade, de alguns. Em uma das janelas do depósito era retirado o pino das dobradiças e a noite, com a participação do vigia da guarita mais próxima, era retirado o cimento. Na verdade tinha uma quadrilha combinada operando dentro do canteiro. Logo tive que demitir os envolvidos.
Quando acontecem essas coisas ficam por dias os comentários do tipo: - Eu já sabia, mas, não queria encrenca.

Frases que já ouvi em canteiro de obras
· O peão passa pela gurita com um galão de tinta cheio, rodando no dedo, vai sangrando e ele assoviando.
· Peão é imagem do cão, come sal puro e não bebe água só pra fazer o mal.
· Peão quando vê mulher bonita no canteiro dá uma martelada no dedo só pra chamar atenção.

Vai aí umas dicas para os companheiros, ou melhor, para os colegas
· Com a vigilância faça sempre rodízio de turnos e vigias.
· Atente para o consumo de cimento da sua obra, ele é um dos insumos de maior peso "literalmente".
· Tenha um diálogo aberto e franco com seus comandados sobre desvio de materiais.

Quero que saibam que tenho muitos amigos operários, pessoas honestas e trabalhadoras, mas como em qualquer profissão sempre aparecem aqueles de mau caráter que querem levar vantagem. É aí que vai parte do lucro das empresas, previsto na tão famosa e minguada Bonificação e Despesas Indiretas (BDI).

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0**35 3535-1734
Coluna do Borduna    
Construção Civil
  • FELIZ NATAL
    Sobre a costa atlântica
    E junto à desembocadura do Potenji,
    Os portugueses,
    Comandados por Jerônimo de Albuquerque,
    Fundaram Natal
    Em 25 de dezembro de 1599.
    Daí vem seu nome.
Luís Renato Vieira . QUALIDADE REAL   
Construção Civil  Conhecendo um pouco de "Kanban"
 
Luís Renato Vieira
Diretor da empresa Qualidadereal Cons. e Assessoria S/C Ltda.
Empresa especializada em implantação de sistemas da qualidade e gestão ambiental.
qualidadereal@ig.com.br


O "Sistema KANBAN" teve origem no sistema produtivo da Toyota e criou raízes no sistema produtivo japonês.
Existem duas características distintas no KANBAN: A primeira delas a produção "Just in Time" (insumos necessários, na quantidade requerida e no momento certo), mantendo estoques administrados num nível mínimo. A segunda e principal delas é a plena utilização dos recursos humanos, gerando uma amplitude nas habilidades e motivação dos trabalhadores.
Observando as empresas que utilizam o sistema KANBAN notou-se uma redução no desperdício em todos sentidos, entre eles citamos: Excesso de produção, tempo ocioso, fabricação indevida, transporte, produção rejeitada, atividades improdutivas, estoque.
No Brasil atual, onde a inflação esta relativamente estabilizada, o sistema KANBAN cabe perfeitamente nas empresas integradas a globalização do comércio. No "Just in Time" a produção é comanda pelo processo anterior, gerando a necessidade apenas no insumo e/ou mão-de-obra que será utilizada no processo posterior, evitando desta forma a formação de estoques desnecessários e o balanceamento da produção diária (vendas realizadas x produção).
Outro conceito básico para o bom funcionamento do KANBAN é a limpeza e a arrumação, talvez este conceito seja o grande sucesso da técnica dos "5S" e do próprio KANBAN. Desta forma a produção em excesso, a eliminação completa de matéria-prima e equipamentos fora de uso e os gargalos da produção são visualmente identificados, são regras para serem seguidas e mantidas dentro da organização com o sistema KANBAN implantado. Imponha a "limpeza do piso hospitalar" mesmo nos locais de difícil conservação e limpeza.
Outro fator de sucesso do sistema KANBAN é o programa regular de manutenção das instalações, de equipamentos (revisão, pintura, identificação, treinamento).
Pessoas que se preocupam com a limpeza e arrumação, estão mais sujeitas a trabalhar com qualidade.
Este assunto terá continuidade nas próximas matérias desta coluna, aguardem.

Leia outros artigos sobre Qualidade no site do Especialista: www.milenio.com.br/qualidadereal
Fone/Fax.: (41) 336-0921
Paulo Sertek . ÉTICA E EDUCAÇÃO   

Construção e Obra  Estudo de Caso: André Fonseca

Engº Paulo Sertek
Engenheiro Mecânico, Licenciado em Mecânica e Especialista em Gestão de Tecnologia e Desenvolvimento
Professor de Cursos de Pós-Graduação em Ética nas Organizações e Liderança
Pesquisador em Gestão de Mudanças e Comportamento Ético nas Organizações
Assessor empresarial para desenvolvimento organizacional
psertek@xmail.com.br

Levo vários dias muito preocupado. Devo tomar uma decisão e não sei o que fazer.
Assim falava André Fonseca, no telefone, com um professor da Faculdade, com quem fizera amizade durante a pós graduação. Gostaria de poder contar com sua opinião. Poderíamos encontrar-nos para explicar-lhe detalhadamente o problema? Poucas horas depois, ambos conversavam sobre a situação em que André se encontrava.

A Turbobyte

Como o senhor sabe, desde que saí da graduação -faz já dois anos- trabalho numa firma de software, sou algo assim como um processador de cursos. Meu chefe sabe sempre convencer-me para aceitar novos desafios.
Atualmente, estou dando um curso no Banco Avanço. É um conjunto de programas -um Sistema- muito complicado. Na firma, só eu conheço todas as suas nuances. O problema que isto se está convertendo numa espiral sem fim: no mês passado foi outro Banco e outro Sistema diferente, e no mês anterior, igual... Não sei mais quando é uma hora decente para ir para casa e jantar.
Durante o dia me dedico a dar os cursos e, depois das 18.00 até não sei que horas, fico na firma preparando as próximas aulas e os próximos cursos para os outros Bancos...
Para cúmulo, às vezes há fins de semana que o chefe me pede para dar-lhe uma mão no desenvolvimento de um novo Aplicativo, que ele acredita que irá estourar no mercado... Lá se vai meu fim de semana. Bom, para ser franco, já lá se foram vários fins de semana...

As relações

Não me queixo porque não goste do esquema. Gosto do lema do meu chefe, quando assobia a música de Milton Nascimento: É preciso ter gana, sempre. Desde que comecei a pós no ano passado, percebi claramente que há dois mundos diferentes, com dois tempos absolutamente distintos: o mundo acadêmico da Universidade, com seu passo de tartaruga; e o mundo real, com seu tempo contado em dólar.
Mas meu problema não é com o dólar, mas com os que estão ao meu redor, com os que me querem -ou me queriam- bem: minha mãe, minha namorada, meus amigos... Minha mãe, até não faz muito tempo, ainda me esperava para jantar comigo; agora, desistiu. Minha namorada passa os fins de semana no escritório comigo, acreditando que vou acabar logo e que vai dar para ir no cinema; ainda não desistiu, mas, não sei, não... Meus amigos... Tem vezes que canso de estar com eles, quando estou. As pessoas me falam, mas eu não as escuto; eu tenho o Sistema, o programa rodando na minha cabeça à procura dos possíveis furos.
Ler? Não leio mais. A pós? Uma piada. Não sei o que vai acontecer quando comece a escrever a dissertação.

A encruzilhada

O senhor deve estar se perguntando aonde eu quero chegar com tudo isto? Pois bem, no começo da semana tive uma conversa com meu chefe. Pedi-lhe que a partir de agora fixássemos claramente meu horário de saída às 18.00. Contei-lhe o mesmo que para o senhor. Inclusive disse-lhe que precisava dumas férias -faz dois anos que não as tiro- e lembrei-lhe que uma vez estive a ponto de ter um stress.
- E ele não concordou? - perguntou o professor.
- Em parte. Concordou com tudo, mas disse que esse esforço não era só meu; que todos estávamos dando duro na firma; que agora era vital essa dedicação para não perder fatias do mercado; que agora tudo estava entrando nos trilhos, pois estamos recebendo propostas de outras firmas, para desenvolver outros softwares, e são chances que não podemos perder... Inclusive comentou sorrindo que mudou de lema. Agora é topar tudo que tempo a gente sempre arranja.
Quando o chefe viu minha cara de desânimo, ofereceu 50% a mais do que estou ganhando agora. Mas -disse-me- preciso de você para o que for, agora mais do que nunca.
Voltei para casa mais indeciso do que estava. Meu esquema de vida tem que mudar, mas como? preciso de ingressos... Tenho de pensar em começar a pagar um apartamento, quero casar-me no próximo ano; preciso trocar de carro; minha mãe é viúva e seria ótimo se tivesse o seu carro também...Mas não sei o que fazer. Tenho medo de que, se continuar neste ritmo, aconteça algo de errado. O que o senhor acha?
- Mas é esse todo o problema?
- Não. O problema veio depois. No dia seguinte ligaram-me da Updata e marcamos uma entrevista. Ofereceram-me o dobro do que estou ganhando atualmente e quando perguntei pelo horário e lhes contei minha insatisfação atual com relação a esse ponto, garantiram-me que a praxe na Updata é ser muito estritos no horário, que só em casos verdadeiramente excepcionais será necessário ficar além do expediente ou em fins de semana...
-E, então, qual é a dúvida? -perguntou o professor
- A dúvida é que esse papo de "casos excepcionais" é o mesmo que me falaram na Turbobyte. O senhor sabe tão bem quanto eu que nesta área tudo é caso fora do normal... Além disso, na hora de encerrar o assunto me chegaram com outro tipo de conversa que me deixou mais confuso...
- Como é lógico -disse-me o diretor da Updata-, contamos com toda sua experiência anterior -continuou contando André-. Vamos entrar na mesma faixa de mercado da sua ex-firma -se posso me exprimir já assim- e contamos com as valiosas informações que o senhor trará consigo para começar já em pé de igualdade com a Turbobyte... Basta trazer os últimos programas de software da Turbobyte do ano passado e, em dois meses, estaremos à frente.
- Quando o diretor da Updata viu a minha cara, disse-me que não me preocupasse demasiadamente e ofereceu-me um livro sobre Desenvolvimento tecnológico e segredo profissional para que o lesse com calma.
- Conversando com minha namorada fiquei mais confuso ainda. Ela quer que aceite imediatamente e pensa que é bobagem preocupar-me com algo que todo mundo sabe que é praxe normal no mercado de software: todos os que saem duma firma levam informações para a outra. E, no meu caso, a maior parte dos sistemas foram desenvolvidos por mim mesmo... Não sei o quê fazer. Sempre pensei que há um acordo, nem que seja tácito, de não revelar os segredos profissionais pelo menos até dois ou três anos depois de sair da firma. Minha namorada foi categórica, acha que isso seria um abuso da firma e que, além disso, não há nada escrito que me obrigue a guardar segredo. Entende, agora, por que queria falar com o senhor? Preciso da sua opinião.

Leia outros textos sobre Ética e Educação no site do Professor
tel. (41) 252.9500
CETEC -Consultoria

www.ief.org.br

Vilmar Berna . MEIO AMBIENTE   
Meio Ambiente  Ambientalismo
O Meio Ambiente em Três Blocos

Jornalista Vilmar Berna
Ambientalista de renome internacional e único brasileiro homenageado pela ONU
com o Prêmio Global 500 Para o Meio Ambiente, no ano de 1999.
Fundador do
Jornal do Meio Ambiente.
www.jornaldomeioambiente.com.br

O chamado movimento ambientalista não é homogêneo, mas divide-se em três grandes blocos: o dos ambientalistas-cidadãos, ambientalistas-profissionais e ambientalistas-de-resultado. Eventualmente, os blocos podem interagir diante de algum objetivo comum, mas não é a regra. O mais comum tem sido cada setor atuar isoladamente, com objetivos, metodologias de lutas próprias e independentes.
As principais características dos integrantes do primeiro bloco são o trabalho voluntário e sem fins lucrativos, a independência de opinião, conseqüência do exercício da cidadania, a facilidade de acesso à mídia. A parte mais visível e conhecida são os ambientalistas de combate, que geralmente atuam através de ONGs (Organizações Não-Governamentais) ambientalistas sem fins lucrativos e das federações de ONGs ambientalistas, como as APEDEMAs (Assembléias Permanente de Entidades de Meio Ambiente). Ainda nesta mesma linha, incluem-se os ambientalistas comunitários e do movimento social, de perfil semelhante, mas que atuam em ONGs não-ambientalistas, normalmente através de diretorias de meio ambiente em associações de moradores, sindicatos, ONGs do movimento social, etc. O primeiro bloco inclui ainda os ambientalistas individuais, constituídos por multiplicadores de opinião independentes, não filiados a ONGs necessariamente, mas com grande poder de multiplicação de opinião, como jornalistas, artistas, deputados e vereadores, cientistas, etc.
O segundo bloco do segmento de meio ambiente constitue-se de ambientalistas-profissionais, que podem ser motivados também pelo exercício da cidadania ambiental, mas se diferem dos ambientalistas de combate pela ausência do caráter voluntário e sem fins lucrativos de suas atividades, o que os levam a evitar confrontos com empresas e governos dos quais podem vir a ser - ou são - prestadores de serviço. É formado por técnicos, educadores ambientais, administradores públicos e divide-se em dois setores distintos: os ambientalistas de ONGs Profissionais e ambientalistas de consultoria. Os de ONGs especializaram em projetos e modelos demonstrativos para políticas públicas e empresariais. Na fase de identificação de problemas ambientais, as ONGs profissionais podem se confundir com as ONGs ambientalistas de combate, o que têm gerado até uma certa confusão de competência e definições. Com o amadurecimento do Movimento Ambientalista, os dois blocos talvez venham a trabalhar de maneira mais integrada, já que os problemas apontados pelos ambientalistas de combate, de um lado, podem ser solucionados pelos ambientalistas profissionais, do outro. Além disso, a atuação dos ambientalistas profissionais, através de ONGs e empresas de consultorias, também pode ser uma forma de exercício da cidadania, ao contribuir, entre outras coisas, para municiar os ambientalistas de combate com informações técnico-científicas que permita ampliar a capacidade de luta e o grau de exigência da Sociedade.
O terceiro bloco é formado pelos ambientalistas-de-resultado, geralmente alvo de críticas pelos outros dois blocos. Divide-se em dois setores: público e privado. Os ambientalistas de governo atuam geralmente como os secretários de meio ambiente de prefeituras ou são técnicos ou dirigentes em órgãos de controle ambiental, nos três níveis de governo federal, estadual e municipal, tanto no Executivo quanto no Legislativo. Apesar de sensíveis à causa ambiental e muitas vezes atuarem também em ONGs, não são independentes pois se subordinam às diretrizes dos seus governos, nem sempre tão ambientalistas, além de serem movidos por outras lógicas, como a eleitorial, que promove loteamento de cargos. O setor da iniciativa privada conta com ambientalistas de empresa, que reúne empresários e administradores privados, em especial os diretores de meio ambiente das empresas. É um setor que associa os conceitos de qualidade na produção com preservação de meio ambiente, procura adequar-se às exigências da legislação e dos 'selos verdes', tipo ISO 14.000, discute formas de viabilizar o chamado desenvolvimento sustentável, debate-se entre a necessidade de compatibilizar lucros crescentes e resultados com preservação ambiental. Apesar de serem vistos com uma certa desconfiança pelos setores tradicionais dos ambientalistas de combate, este terceiro bloco pode ser aliado estratégico dentro das empresas e macro-estruturas públicas e privadas, se não em todas as lutas, pelo menos em algumas, o que já justifica o esforço para o diálogo e as parcerias.

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Os boko-mokos irão ficar com água na boca!
Os pintos loucos poderão tomar banho com o disquete dentro do bolso e os bicho-grilos até reformatar distraidamente o winchester, ou pôr fogo no PC, que ainda irão sobrar "liberações".
Sem alterar os preços e demais condições de fornecimento, o mais inovador Software de Orçamento de Obra da atualidade está sendo oferecido a partir deste janeiro com os seguintes preventivos contra desastres e punições:

  • Versão Profissional: 4 Licenças de Instalação!
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Na verdade as liberações de brinde já vinham sendo oferecidas, debaixo de um quieto, aos praticantes de esportes radicais ou aos que gostam de correr riscos e se lixar por aí, porém detestam jogar dinheiro no ralo.
Agora é oficial, e antecedendo as fatalidades. Os boko-mokos é que irão morrer de inveja.


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