Gerenciamento e Administração de Pequenas e Grandes Obras. Cálculo do INSS
Revista EngWhere
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Revista EngWhere
"Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros."
- Ernesto Che Guevara - Guerrilheiro e Médico Cubano-Argentino - 14/06/1928 - 09/10/1967
Ano 12 • nº 89 • 15/11/2013
ORÇAMENTOS, PLANEJAMENTOS E CANTEIROS DE OBRAS
Nesta Edição Textos Religiosos do EngWhere Forme sua Própria Opinião: O Dízimo Meio Ambiente Declaração Universal dos Direitos da Água
Literatura Ética de Princípios Marketing Segunda Carta a um Engenheiro Recém-Formado Comportamento Moeda do Futuro
Novidades nos softwares EngWhere

Todos os softwares passaram a ser liberados por pen drive!

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  • O EngWhere GeeDoc (gerenciamento de documentos);
  • GerCon - Gerenciamento de contratos;
  • Medições de obras (geração e acompanhamento);
  • A Biblioteca do site e da Revista EngWhere ampliada;
  • Lançamento de despesas;
  • A Programação de obras (samanal e quinzenal);
  • Modelos de documentos (ferramenta para armazenamento, geração e impressão de correspondências, contratos, normas, rotinas administrativas, etc);
  • Banco de Lançamentos de Documentos Técnicos;
  • Gerador de catálogos (imagem, texto e tabelas);
  • Gerrador de entrevistas / catálogos para o RH / DP;
  • Contas a pagar (do escritório e de pequenas obras);
  • Contas a receber (do escritório e de pequenas obras);
  • Pequenos almoxarifados (para o escritório e pequenas obras);
  • Formulário para lançamento das Análises Críticas / Relatórios de Não-Conformidade;
  • Formulário para lançamento de Entrevistas do RH;
  • Gerenciamento das Senhas do Usuário;
  • Outras (V. Página).

Outros Recursos
  • Exportação para PDF;
  • Agendas multi-usuários;
  • Cadastros diversos;
  • Senhas nos bancos de dados;
  • Backup e ferramentas de administração de bancos de dados;
  • Atalhos e design ampliados e melhorados;
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Liberdade significa responsabilidade, é por isso que a maioria das pessoas a teme.
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Modelando a Opinião . COMPORTAMENTO
30
OUTUBRO
2013

Forme sua Própria Opinião - Aula 1: O Dízimo

Haja Cristo: são 1.500 igrejas cristãs no Brasil e 35.000 em todo o mundo

Para formar opinião própria sobre algum assunto é preciso, invariavelmente, bom-senso, inteligência e coragem. Não raramente estudar com afinco e dedicação.

Numa época em que cada cabeça não é mais uma sentença, mas uma teimosia, uma petulância, uma manipulação ou um engodo, é obrigatório, para quem não tem precisas posições, estar preparado para descer rápido de cima do muro, pelo lado certo.

Faz-se mister precaver-se dos palpiteiros de ocasião, verdadeiros estrumes sem procedência, falando asneiras aos montões com um microfone na mão a uma multidão magnetizada (de fiéis, eleitores, telespectadores e sei lá) aplaudindo.

A título de treinamento, estamos fornecendo ao leitor alguns fatos e palpites de consagrados entendidos, para provocá-lo a tirar suas próprias conclusões sobre um tema controverso, pouco discutido, mas de suma importância na História da Humanidade: o famigerado Dízimo.

É inconteste que se Deus não existisse o homem arrumaria um jeito de inventá-lo (as criaturas não se justificam sem seu criador). Já se não houvesse Dízimo, seria pouco provável a existência de religiões, o que faria com que Jesus Cristo, por Exemplo, fosse menos conhecido que um bequeiro do Sampaio Correia.

Não estamos querendo afirmar com isto que o Dízimo seja mais poderoso que Deus, mas que joga pesado não se pode negar.

Com estas, paramos aqui de emitir as nossas opiniões para permitir à pia leitora (que entregamos nas mãos de Deus) deduzir por si mesma a seguinte proposição:


O leitor deverá ler a Regra Geral, beber das diversas opiniões de abalizados especialistas do ramo para, então, tirar suas deduções.

Para tornar a atividade mais agradável, nos afastaremos algumas vezes do foco, para complicar um pouco e tornar mais difícil - e emocionante - a tarefa de cada um.

Se de repente um clarão interromper seus pensamentos, poderá ser, quem sabe, alguma luz divina festejando o fato de você ter tido, finalmente, alguma opinião própria ou, o que é mais raro, obtido uma firme convicção.

Hoje em dia as opiniões próprias são tão raras, que é normal provocarem algum tipo de faísca ou clarão em quem as têm pela primeira vez, com a televisão desligada.

Regra geral (e indiscutível)
Há na Bíblia mais de 50 referências ao Dízimo que não levamos tão em conta quanto à seguinte por ser seu Autor, indubitavelmente, o maior entendido (e interessado) no assunto.


Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! vocês dão o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, mas têm negligenciado os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Vocês devem praticar estas coisas, sem omitir aquelas.
Guias cegos! Vocês coam um mosquito e engolem um camelo.
- Jesus Cristo, filho de Deus.
- Mateus 23: 23-24


1. Opiniões contrárias ao dízimo
"Alguns acham que o barato da religião é ficar rico baseado na crença alheia. Religião não é meio de vida."
- Mãe Stella. Ialorixá do terreiro Ilê Axé Opô Afonjá Filha de Oxóssi, orixá caçador. 87.
Primeira mãe de santo acadêmica do País, autora de 6 livros e membro da Academia de Letras da Bahia.


"Meu Deus não salva ninguém e nem eu quero salvar ninguém. Minha religião é um estado de espírito, minha fé é espontânea como deve ser a fé de todo homem. Minha fé não exige e nem quer dinheiro. Minha fé não é comércio, minha religião não é meio de vida. Minha religião é a crença no Deus Sol."


- Antonio Nunes. Do Seridó e do Curimatá paraibanos, lá pras bandas de Cuité, Sossego e Barra de Santa Rosa. É um nordestino típico do semi-árido que tem que fazer muita coisa para se virar nos tempos ruins, de secas. É adorador do sol!
Pedra Lavrada


Religião não é meio de Vida pra ninguém, principalmente pra mim.
- Danilo Iyawó de Logun Edé, filho de pai Junior de Ajagunã e Mãe Maria Helena de Oyá Bamilá. Sou de nação Djedje-Nagô, vivo no candomblé desde a Barriga de minha mãe, Tenho jurema Firmada para o Mestre Malunguinho, é ele o dono da minha Ciência é ele que me traz os segredos da Jurema para que eu possa ajudar a quem me procura.
Catimbó Jurema Sagrada


Pajé não cobra cura!
- Pajé Sapaim, da tribo Kamaiura, no Xingu, atendeu grandes personagens, como o Rei da Noruega, Harald V, Ivo Pitanguy, José Roberto Marinho, Leonardo Di Caprio e Gisele Bündchen, reconhecido internacionalmente, tem o dom da cura e poder inacreditável para limpar energia negativa.


2. Opiniões favoráveis ao pagamento do dízimo: Teologia da Prosperidade
- Pregador Feliciano: "Porque não quero que Deus me chame de ladrão".
Acusado de estelionato e racismo. Ex-viciado em cocaína. Proprietário de mansão, prédio, casa, escritório. Empresário dono de uma agência de publicidade, uma loja de CDs/DVDs e uma loja de brinquedos. Deputado Federal. Coleciona carros de luxo.
O Pregador Feliciano


- Bispo Edir Macedo: "Os dízimos são o princípio do relacionamento com Deus. Aliança, pacto ou casamento com Ele".
Patrimônio líquido estimado, pela Forbes, em R$ 1,9 bilhão.
Acusado de charlatanismo, passou 11 dias na prisão, mas continua sendo processado por autoridades americanas e venezuelanas.


- Valdemiro Santiago: "Os fiéis entreguem um "dízimo" que represente o valor que eles desejam ter como salários ou renda. Como recompensa, terão o nome escrito no "Livro dos dizimistas", que será levado ao Monte Carmelo, em Israel."
Várias fazendas na Baixada Cuiabana, patrimônio estimado (pela Forbes) em R$ 440 milhões.


- Silas Malafaia: "Não entregar o dízimo demonstra materialismo e avareza".
Líder do braço brasileiro da Assembléia de Deus, envolvido em controvérsias com a comunidade gay no Brasil, da qual ele se declara com orgulho ser o maior inimigo. Defensor de uma lei que poderia classificar o homossexualismo como uma doença no Brasil, vale cerca de R$ 300 milhões.


- Romildo Ribeiro Soares ou RRSoares: "Débito automático: o membro da igreja poderá fazer suas doações mensalmente de forma descomplicada. Para isso o fiel deve preencher um cadastro nos sites da igreja e passar seus dados bancários. Quem se cadastrar ganha um 'brinde de Jesus'.
Vale cerca de R$ 250 milhões.


- "Apóstolo" Estevam Hernandes Filho e sua esposa, "Bispa" Sonia: "dízimo com seguro e sorteio na Loteria Federal".
Presos nos EUA por contrabando de dinheiro. Patrimônio líquido combinado estimado em R$ 130 milhões.
Apóstolo Estevam e Esposa


- Pastor Marcos Pereira "10% de tudo o que já haviam faturado no tempo de vida no tráfico de drogas, aos criminosos convertidos, para "purificar a alma".
A
paixonado por carros de luxo (mais de 10), 26 acusações de estupro. Investigado por lavagem de dinheiro, homicídio e associação ao tráfico de drogas. 9 imóveis sendo mapeados, inclusive apartamento em Copacabana de R$ 8 mi. Dono de pelo menos 2 empresas: a ADUD Produções e o Instituto Vida Renovada.
Pastor Marcos Pereira

Se você chegou até aqui parabéns! Já pode emitir sua própria opinião sobre este e outros assuntos menores. Está apto para, entre outras coisas, mudar o mundo.

Observe, a propósito, como uma opinião tomada ajuda-o a pensar melhor sobre muitas outras.

Reflita, e convictamente opine, sobre outro bonito ensinamento de Mateus, logo no Capítulo seguinte (24:4-5): Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome... e enganarão a muitos.

Sem opinião própria não reconhecemos uma notícia tendenciosa, um político incoerente ou um falso profeta, ou seja, somos meros mortos-vivos e ... onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres. - Mateus 24;28.

A.G.S

Início
Forme sua Própria Opinião - Aula 2: Futebol para Entendidos

Após análise em profundidade do Brasileirão, concluímos haver somente um time jogando bola. A esquadra vem sendo seguida por 3 pangarés que, a duras penas, se revezam no segundo lugar à mercê do vento a favor ou contra.
O preferível seria que não fosse a ninguém, neste torneio, conferido o 2º prêmio, tão distanciados estão do primeiro os demais concorrentes.
O resto são times em crise, que não contam, a menos dos quatro últimos, passando-se por mortos rotativos.
O saldo de gols do primeirão do campeonato é exatamente igual à somatória dos saldos de gols de todos os outros juntos. Só que, para piorar, o somatório do saldo dos demais, embora igual, é negativo.
Tal é, salvo melhor juízo, nosso parecer.


O texto acima esconde uma propaganda enganosa (de matemática avançada). Você saberia dizer onde está camuflada a praga?
Se não matar de primeira a resposta encontra-se em algum outro local da Revista.

Rubem Alves . ÉTICA
04
MARÇO
2008

Ética de Princípios

AS DUAS ÉTICAS: a ética que brota da contemplação das estrelas perfeitas, imutáveis e mortas, a que os filósofos dão o nome de ética de princípios, e a ética que brota da contemplação dos jardins imperfeitos e mutáveis, mas vivos -a que os filósofos dão o nome de ética contextual.

Os jardineiros não olham para as estrelas. Eles nada sabem sobre os estrelas que alguns dizem já ter visto por revelação dos deuses. Como os homens comuns não vêem essas estrelas, eles têm de acreditar na palavra dos que dizem já as ter visto longe, muito longe...

Os jardineiros só acreditam no que os seus olhos vêem. Pensam a partir da experiência: pegam a terra com as mãos e a cheiram...
Vou aplicar a metáfora a uma situação concreta. A mulher está com câncer em estado avançado. É certo que ela morrerá. Ela suspeita disso e tem medo.

O médico vai visitá-la. Olhando, do fundo do seu medo, no fundo dos olhos do médico ela pergunta: "Doutor, será que eu escapo desta?" Está configurada uma situação ética. Que é que o médico vai dizer?

Se o médico for um adepto da ética estelar de princípios, a resposta será simples. Ele não terá que decidir ou escolher. O princípio é claro: dizer a verdade sempre. A enferma perguntou. A resposta terá de ser a verdade. E ele, então, responderá: "Não, a senhora não escapará desta. A senhora vai morrer..." Respondeu segundo um princípio invariável para todas as situações.

A lealdade a um princípio o livra de um pensamento perturbador: o que a verdade irá fazer com o corpo e a alma daquela mulher? O princípio, sendo absoluto, não leva em consideração o potencial destruidor da verdade.

Mas, se for um jardineiro, ele não se lembrará de nenhum princípio. Ele só pensará nos olhos suplicantes daquela mulher. Pensará que a sua palavra terá que produzir a bondade. E ele se perguntará: "Que palavra eu posso dizer que, não sendo um engano -"A senhora breve estará curada...'-, cuidará da mulher como se a palavra fosse um colo que acolhe uma criança?" E ele dirá:
"você me faz essa pergunta porque você está com medo de morrer. Também tenho medo de morrer..." Aí, então, os dois conversarão longamente -como se estivessem de mãos dadas ...- sobre a morte que os dois haverão de enfrentar. Como sugeriu o apóstolo Paulo, a verdade está subordinada à bondade.

Pela ética de princípios, o uso da camisinha, a pesquisa das células-tronco, o aborto de fetos sem cérebro, o divórcio, a eutanásia são questões resolvidas que não requerem decisões: os princípios universais os proíbem.

Mas a ética contextual nos obriga a fazer perguntas sobre o bem ou o mal que uma ação irá criar. O uso da camisinha contribui para diminuir a incidência da Aids? As pesquisas com células-tronco contribuem para trazer a cura para uma infinidade de doenças? O aborto de um feto sem cérebro contribuirá para diminuir a dor de uma mulher? O divórcio contribuirá para que homens e mulheres possam recomeçar suas vidas afetivas? A eutanásia pode ser o único caminho para libertar uma pessoa da dor que não a deixará?
Duas éticas. A única pergunta a se fazer é: "Qual delas está mais a serviço do amor?"

Início
Atenção Médico de Obra!

Se o peão está freqüentando demais a enfermaria, só para conversar ou querendo atestados, ameace preceituar para ele, aquelas injeções duplas de benzetacil, sempre no lado esquerdo da bunda. É menos doído ficar quietinho, na obra, trabalhando.

A Revista nas Redes Sociais

Acompanhe-nos

As novidades e os textos mais importantes já veiculados na Revista EngWhere estão sendo lançados nas Redes Sociais.

Início
Jorge Luis Borges . LITERATURA

1986

Instantes

Se eu pudesse novamente viver a minha vida,
na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito,
relaxaria mais, seria mais tolo do que tenho sido.


Na verdade, bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico. Correria mais riscos,
viajaria mais, contemplaria mais entardeceres,
subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
Iria a mais lugares onde nunca fui,
tomaria mais sorvetes e menos lentilha,
teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.


Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata
e profundamente cada minuto de sua vida;
claro que tive momentos de alegria.
Mas se eu pudesse voltar a viver trataria somente
de ter bons momentos.

Porque se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos;
não percam o agora.
Eu era um daqueles que nunca ia
a parte alguma sem um termômetro,
uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um pára-quedas e,
se voltasse a viver, viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver,
começaria a andar descalço no começo da primavera
e continuaria assim até o fim do outono.
Daria mais voltas na minha rua,
contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças,
se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas, já viram, tenho 85 anos e estou morrendo"

Início
A vida é maravilhosa se não se tem medo dela.
- Charles Chaplin
E-mails Enviados e Recebidos
30
OUTUBRO
2013

Festa de Formatura dos Engenheiros - Revista 87
Bom dia Senhores
Somente hoje tive tempo de ler a newsletter de 12/09 fiquei profundamente chocado com o que li.
Na área de Denuncia, o artigo sobre as festas de formatura, no seu  primeiro parágrafo estava escrito:
Aos formandos que promovem festas de formatura da turma, com o fim de reforçar seus bolsos (naturalmente vazios no início da carreira), sem se importar em sangrar o bolso dos demais colegas, indefesos, um alerta.
Roubar, enganar, ludibriar e mentir fere o Artigo 157 do Código Penal e só deve ser feito disfarçada e moderadamente.

Não acredito que esta publicação, feita por um ícone da categoria, possa passar uma mensagem desta ordem....     e a seguir dizer que roubar e enganar um colega de profissão é canalhice!
Tá bem que não tenha censura no que vocês publicam, mas  e filtros????
Permitir uma publicação desta ordem é danoso a toda uma nação e estimula a cafajestice de quem teve uma formação moral deficiente ou equivocada.
Quero deixar bem claro a minha indignação (e da grande maioria de pessoas
deste país que são corretas) com esta falta de decoro do artigo e da pisada
na bola dos editores. 
E-Pesames
R.L.Neto


Prezado R.L.Neto
É lamentável, mas iremos retornar-lhe com uma das mais repetidas (e tristes) frases da atualidade: "você não entendeu a piada!".
E o que é pior: piada finíssima.
Poderíamos argumentar, para agradar-lhe, com o "Se os comediantes tiverem que responder por toda piada que fazem, não vão ter tempo pra mais nada na vida. Nem pra fazer comédia” (do gaucho, seu conterrâneo, Rafinha Bastos, um dos comediantes de mais mau gosto da TV) ou com o "Perco o amigo, mas não perco a piada" (do Jô Soares, um dos mais chatos), mas preferimos realçar as profundidades de nossa anedota.
Como ensinamento é uma jóia didascálica: o humor ensina mais eficazmente e o contraste (arrojado) que fizemos entre a Lei 157 x Código de Ética, força a compenetração de quem lê. Nem Paulo Freire, Patrono da Educação Brasileira, chegou a tanto. É que temas contrastantes e tonalidades apostas, que foram a essência da Música Clássica em geral e das de Mozart e Haydn em particular, prendem a concentração dos mais distraídos. Pare de nadar na maionese e releia o artigo.
Garantimos-lhe que 90% dos que o leram, que não conheciam sequer um parágrafo do Código de Ética, leu este último pela primeira vez, atentamente.
Esta foi a  intenção primeira da matéria já que o 'calote' prescreveu há 42 anos.
Para você que não sabe (foi traído por seu e-mail) lição eficiente é aquela que não se esconde atrás de falsos moralismos. Não existe formação moral equivocada, como afirma.
Equivocado é não saber que ou o indivíduo é bom (e só sabe fazer bondades) ou é mau (e só faz maldades, e nenhuma outra coisa), diferentemente até do que pratica a Lei.
Os assaltantes conhecem muito mais o que é a Lei 157 (e tremem só de ouvir falar dela) do que os assaltados.
O assaltado jamais se converterá em assaltante, nem mesmo comedida ou disfarçadamente, por conhecer a Lei (mesmo pejorativamente).
Se quiséssemos fazer apologia ao crime esconderíamos o castigo que, antes, os afugenta.
Por fim escrevemos para engenheiros que, por inteligência, sabem a diferença entre assaltar bancos de galinheiros. Estes últimos só são permitidos em época de estudante, para manter a tradição das galinhadas.
O Código de Ética está aí justamente para nos ensinar estas coisas, mas serve também para nos proteger dos pseudomoralistas: um perigo bem maior do que freqüentar galinheiros.
Agradecemos-lhe por seus comentários e, sobretudo, por defender uma tese mesmo que diferente da nossa sobre assunto tão delicado. Nos dias de hoje - veja os médicos defendendo a unhas e dentes seu direito à fortuna, os militares irritados com nosso direito à Verdade, os compositores querendo a volta da sensura, a Globo pedindo desculpa por ter apoiado durante 50 anos a ditadura militar, sem garantir que não apoiará mais 80, etc.) só se manifestam quando interessados diretos por suas causas intestinas.
Interferindo em nossa denúncia você se expõe a se passar por um daqueles festeiros de ocasião, o que, certamente, não é. Está apenas tentando evitar que descubram este seu outro "inocente crime” pelos galinheiros da vida.
Abraços
AGS



Novas Taxas do INSS - Suporte EngWhere:
Amado, bom dia!
Há uma mudança na legislação previdenciária, que vigorará obrigatoriamente para as novas obras a partir de novembro, que faz com que a contribuição previdenciária patronal passe a incidir sobre o faturamento.
A incidência do empregado permanece sobre a folha de salários, bem como algumas outras incidências bastante específicas.
Creio que o programa de orçamento precisará ser adaptado a essas alterações.
Vocês já estão vendo isso?
Essa alteração é conforme a abertura do CEI. Para CEI aberto a partir de novembro, é obrigatória essa alteração. Para CEIs entre junho e outubro, é alternativa.
Para prestador de serviço de construção civil, que não abre o CEI, apenas presta serviço, já é obrigatória antes de novembro.
Obrigada,
Maria Antonia

Spray de pimenta na bunda deles
Maria Antonia
Obrigado pelo alerta.
Entendemos que o INSS da empresa, por um (longo) período, está passando de 20% sobre a Folha de Pagamento para 2% sobre o Faturamento (desoneração da folha inclusa).
1. Dois links poderão ajudá-la com a classificação, aplicação, percentual a ser aplicado e datas, específicas à sua empresa.
- http://economia.ig.com.br/2012-12-04/construcao-civil-ganha-medidas-de-estimulo-do-governo.html
- http://www.receita.fazenda.gov.br/previdencia/constrcivil.htm
2. O fato de ser uma taxa sobre o Faturamento não é novidade para o Magma, que há tempos tira de letra.
Observe que no Cálculo do BDI (BDI é calculado, jamais estipulado) há uma coluna para lançamento das taxas que incidem sobre o Custo e outra coluna para lançamento e cálculo das taxas que incidem sobre o Faturamento.
Insira seu novo INSS em uma das células desta última coluna. Posteriormente terá sua linha própria.
3. Observe (e faça simulações) que ao incidir uma taxa sobre o faturamento esta será majorada de 2 formas (para compor o BDI a ser aplicado na planilha dos custos):
a) Será convertida em uma taxa maior que, se fosse única, iria para 2,0408 %
b) Como você tem mais de uma taxa incidindo sobre o faturamento e o valor total aumenta exponencialmente, o acréscimo de 2% poderá elevar seu BDI para mais de 3,4%.
4. Isto mesmo! Quem não dispõe de um software que sabe orçar obra irá errar feio nas contas só com o novo INSS: mais de 1,4% do Valor da Obra (venda).
Já chegamos, inclusive, a chamar de “purungas” esses engenheiros orçamentistas cabeça de bagre que não conseguem enxergar isto ou por preguiça mental orçam errado, mas não adiantou muito.
Mereceriam mesmo umas boas chibatadas no lombo como se fazia com os burros de antigamente. Único meio de livrar a Engenharia desta purungada perniciosa, falindo suas empresas aos montões por aí - e pondo a culpa no Lula - por não saberem orçar.
Atenciosamente
AGS

Início
O maior erro que você pode cometer, é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum.
- Autor desconhecido
Ênio Padilha . MARKETING EMPRESARIAL
30
SETEMBRO
2013

Segunda Carta a um Engenheiro Recém-Formado

(Capitalizar Virtudes e Defeitos)

Uma vez, em 1989, por conta de um negócio com um amigo, acabei ficando com um terreno no loteamento residencial Schneider, em Rio do Sul. Era um loteamento distante do centro e o terreno ficava na parte mais alta, no final da rua, longe de tudo. Para chegar lá, só de carro, pois havia uma subida longa e difícil de vencer à pé ou de bicicleta. O terreno em si não era plano e sim inclinado, com a parte mais baixa na frente, junto à rua.

Pra falar a verdade, eu tinha consciência de que não havia feito um bom negócio, pois sabia que seria muito difícil vender aquele terreno.
Sim, vender, é claro! Nem me passava pela cabeça fazer qualquer coisa com ele a não ser vendê-lo.

Coloquei uma placa no terreno e um anúncio no jornal.

Na primeira noite ligou um potencial cliente. Um comerciante lá de Ibirama.

"É sobre o anúncio no jornal. Eu queria saber como é que é o terreno..."

"Bem..." eu comecei, meio sem jeito, "o terreno fica no loteamento Schneider, lá no final da Ruy Barbosa. Sabe onde fica?" (ele sabia).

"Muito bem" eu continuei "Fica lá em cima, na parte mais alta. É na última quadra, o que, aliás, é muito bom, pois não tem trânsito. Os únicos carros que chegam lá são os dos vizinhos. Para as crianças... o senhor tem crianças?" (ele tinha) "Para as crianças é um paraíso, pois podem brincar na rua com a maior tranquilidade."

"O terreno é inclinado o que permite uma contrução em vários níveis. Um bom arquiteto faz maravilhas em um terreno inclinado" (à essas alturas eu já estava empolgado na minha função de vendedor)

"Os terrenos são todos grandes e a vizinhança é muito boa. E, como ele fica no fim do loteamento, é o último lugar que um ladrão escolheria para se aventurar pois é o ponto mais distante da saída."

"Sem contar que, por ser o ponto mais alto é também o lugar de onde se tem a melhor vista de toda a região"

E assim, fui desfiando as características do terreno e capitalizando todos os seus defeitos em vantagens que geravam benefícios ao potencial cliente. E o mais interessante é que eu não estava mentindo, nem exagerando em nada. Estava apenas (e pela primeira vez) descrevendo as coisas positivas que o terreno tinha.

O cliente então prometeu visitar o terreno, no dia seguinte e então continuaríamos a negociação.

Desliguei o telefone, olhei para a minha esposa, que estava na sala, acompanhando a conversa. Ela deu aquele sorriso de quem já havia entendido tudo. E eu disse: "amanhã precisamos dar uma olhada direito nesse terreno, antes de vender..."

Nem preciso dizer que não quisemos mais vender o terreno. Foi como se eu tivesse comprado o terreno de mim mesmo. Fui uma descoberta. O terreno era lindo, cheio de recursos. O lugar era perfeito para construir uma casa bonita, criar filhos com liberdade, receber amigos, curtir a natureza...

Ficamos com o terreno por muito tempo e chegamos até a fazer o projeto (muito bonito) para uma casa... Mas acabamos mudando de cidade e o terreno foi vendido para um amigo felizardo que construiu uma bela casa e mora lá até hoje.

Contei essa história porque no sábado fui a Florianópolis participar (representando o Clube de Engenharia de Santa Catarina) da formatura do curso de Engenharia Elétrica da UFSC.
Formaturas sempre me emocionam pois é um dia de coroação. A consolidação de uma vitória. E todos (formandos, pais, mães, irmãos, professores, amigos, todos...) estão em estado de graça.

Conversa vai, conversa vem, um jovem engenheiro falou, com uma certa preocupação: "Espero que essa alegria se mantenha depois de segunda-feira. Agora é que vai ser dureza. Enfrentar o mercado, sem experiência, com essa cara de garoto..."
Lembrei imediatamente do meu terreno em Rio do Sul e fiz um pequeno discurso particular para aquele jovem amigo (e para os outros que estavam na roda): "Meu rapaz, eu disse.

Não tenha medo da segunda-feira. Nem desta que vem depois de amanhã nem de nenhuma outra segunda-feira daqui pra frente.

Mas, especificamente, agora, que você é recém-formado, não tenha medo de se apresentar ao mercado. Use todas as suas potenciais fraquezas como vantagens para os potenciais clientes.

Diga para o seu cliente que a sua eventual falta de experiência é, na verdade, uma garantia de dedicação intensa e atenção redobrada.

Que a sua eventual insegurança é o que incrementa a sua responsabilidade, pois você, cuja reputação profissional é ainda incipiente e frágil, vai fazer TUDO para que os resultados sejam perfeitos, justamente para alcançar o mais rápido possível um bom nome no mercado;

Que o fato de não ter um bom número de clientes já atendidos é também um fato positivo, pois isso deixa você com muito mais tempo livre. Praticamente um "personal engineer" dedicado 24 horas por dia à causa do cliente;

Que a sua pouca idade é, na verdade, um dos seus mais importantes atributos positivos, pois você tem o viço, a saúde, a energia, o bom humor, a criatividade e a mente aberta, ingredientes para os melhores resultados, especialmente na engenharia.

Enfim, concluí. Não há nada em um engenheiro recém-formado que não possa ser capitalizado como coisa positiva e que não possa ser utilizado como vantagem competitiva no mercado de trabalho. Experiência não é tudo. Engenharia se faz com muita coisa e muito dessa "muita coisa" você já tem.

Ou, como eu disse na conclusão de um outro artigo que eu escrevi em maio do ano passado: "Não se menospreze e ninguém irá menosprezá-lo".

Ênio Padilha
Engenheiro, escritor e palestrante.
Formado pela UFSC, em 1986, especializou-se em Marketing Empresarial na UFPR, em 1996/97.
Escreve regularmente e seus artigos são publicados, todas as semanas, em diversos jornais do país.
Leia outros artigos no site do Especialista: www.eniopadilha.com.br eniopadilha@uol.com.br
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Se Deus consentiu que existisse quem pode ser contra a homossexualidade? Se é um assunto que não prejudica o outro, temos a obrigação de ser felizes.
- Mãe Stella
Adilson Luiz Gonçalves . COMPORTAMENTO
06
JUNHO
2013

Moeda do Futuro

Numa conversa com meu cunhado, ele profetizou que a moeda do futuro não será o dólar, o euro ou alguma "commodity": Será a privacidade!

George Orwell já sugerira isso, em seu “1984”, e não faltam outros exemplos premonitórios, literários e cinematográficos. Aliás, o “voyeurismo” virou atração televisiva mundial, onde proliferam “reality shows” sobre os mais diversos temas, sob as mais variadas intenções.

E não é de hoje que tem gente que vende sua privacidade conscientemente, ou a tem invadida, involuntariamente. Há os que anseiam por notoriedade, fama, holofotes... Fazem absolutamente tudo para conquistar seu "espaço", para, ao alcançá-lo, descobrir que, como na música de Belchior: "... qualquer canto é menor do que a vida de qualquer pessoa".

Precisamos ter muito cuidado com o que sonhamos e, principalmente, certeza se esses sonhos são realmente nossos e valem o preço a pagar. Preço que, para alguns, pode ser a perda da privacidade, da identidade ou da própria vida.

Voltando à recorrer à ficção científica e visões futuristas, a séria "Jornada nas Estrelas", nos apresentou à "romulanos", "vulcanos" e "klingons", representantes de limites extremos: da racionalidade absoluta, pela supressão dos sentimentos; à violência patológica, cultural. A terceira série, "Deep Space Nine", nos apresentou aos "Quarks", amorais que viviam única e exclusivamente em busca de "bons negócios"; e aos "Trills", seres simbióticos, cuja "fusão" era considerada um rito de passagem, e o "hospedeiro" era meio de vida e movimento para um ser de centenas de anos. Mas, foi na segunda série, "A Nova Geração", que surgiram os personagens mais complexos: os "borgs".

Em verdade, eles eram uma "rede" interconectada: o que um via ou aprendia era automaticamente replicado para todos!

Humanos podiam ser transformados em "borgs", passando a integrar uma consciência coletiva; serem ausência de , para ser apenas um terminal orgânico.

Assustador, não!

Ficção? Seria, se não tivéssemos alguns exemplos humanos, como a "Juventude Hitlerista", os "pioneiros" soviéticos e os seguidores de religiões, seitas, tribos e ideologias radicais, e, porque não, torcidas organizadas, para citar alguns exemplos. Em suma, gente que tem a sua identidade suprimida ou reprimida, voluntaria ou involuntariamente; sua privacidade sublimada. Esses personagens não são extraterrestres, mas caricaturas, metáforas, alegorias do que podemos encontrar em qualquer canto pequeno de nossa sociedade, mesmo na "mais alta" ou "tradicional".

No entanto, a perda de privacidade nem sempre é decorrência de uma opção ou falta de opção de vida.

Na sociedade moderna, tipicamente urbana, alguns estudiosos, como o urbanista Kevin Linch, dos EUA, relacionam a perda de privacidade com o aumento da densidade demográfica. A partir de 30 famílias por hectare, "aparecem problemas com ruídos e intimidade". No limite, acima de 450 famílias por hectare, "o espaço público congestiona-se totalmente"!

Janelas permanentemente fechadas ou revestidas com filmes translúcidos; como alternativas a vidas "filmadas".

Total perda de privacidade! Câmeras nas ruas, lojas, condomínios, escolas...

Te protegendo? Pode ser...

Tirando sua liberdade? Com certeza! E, até, sua humanidade, também.

Alguém sempre pode estar monitorando seus atos e passos: "Big Brother"! Irmão "bastardo" de uma grande "família"...

Mas, não precisamos ser tão paranóicos!

A perda de privacidade se dá de uma forma bem mais "natural": celulares, internet...

Os futurólogos pregam que, dentro em breve, muito breve, a humanidade dará lugar à  singularidade: simbiose entre ser humano e máquina: permanentemente integrados, diuturnamente conectados. Acionados ou refreados a distância, e, porque não, desligados por prazer, distração, vingança, inveja ou simples exercício de poder: "Matrix"!

Dizem que a vida imita a arte; que tecnologia e mágica são indistinguíveis... 

Aliás, quem garante que para cada pesquisa submetida a conselhos de ética e protocolos, não existam dezenas de outras, anônimas e obscuras, feitas à  revelia, servindo a interesses que fariam Jules Verne, Asimov, Clarke, Orwell e Huxley se sentirem alunos do Maternal?

Como meu cunhado vislumbrou, talvez a moeda do futuro seja, de fato, a privacidade: o direito de ser simplesmente o que se é, longe dos olhos de "voyeurs" orgânicos ou virtuais; sem precisar explicar ou pedir permissão para mentores, gurus, tutores, guias ou para o computador central.

Será que esse novo ser saberá o valor da privacidade? Terá, mesmo, noção do que isso significa?

Supondo que ainda haja espaço e desejo, que as pessoas sejam partes de um todo - a humanidade - mas preservem ainda algum sentido de individualidade, de livre-arbítrio: como serão os "créditos" e "débitos" dessa "nova ordem monetária"?

Creio que teremos que pagar, para ver... E esperar pelo troco!

Adilson Luiz Gonçalves
Engenheiro, Professor Universitário e Articulista.
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Fones: (13) 32614929 / 97723538
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Há 11 Anos na Revista... . PRODUÇÃO DE OBRA (REVISTA 06)

Descimbramento de Vigas

  • As vigas, todos sabem, devem ser descimbradas do centro para as extremidades, ou ainda, ao desformar uma viga é terminantemente proibido deixar por último o escoramento de sua região central, fazendo que ela trabalhe diferentemente do calculado (agora com 1 apoio a mais, forçando a parte superior da viga e sujeitando-a a trincas).
  • Ao retirar as tais escoras haverá ainda uma brusca descarga, de seu peso próprio, que poderá também trincá-la (agora na parte inferior) ou causar-lhe danos maiores.
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O futuro tem muitos nomes. Para os fracos é o inalcansável, para os temerosos, o desconhecido. Para os valentes é a oportunidade
- Victor Hugo
Meio Ambiente . NATUREBA
22
MARÇO
1992

Declaração Universal dos Direitos da Água

Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à  água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.


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