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Revista EngWhere
Ano 08 • nº 73 • 01/02/2010
ORÇAMENTOS, PLANEJAMENTOS E CANTEIROS DE OBRAS
Nesta Edição
Dicas aos Usuários Há 90 meses... Marketing Artigo da Semana Profissional A mais antiga diferença

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Português para Engenheiro

Cartaz Para uma Feira do Livro
Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem.

Mario Quintana (Caderno H)

Errado

Correto

Segundo previsão do IBGE 20% dos engenheiros residem em...

Segundo estimativa do IBGE 20% dos engenheiros residem em...

A Fiscalização provocou a paralização da obra

A Fiscalização provocou a paralisação da obra

A viga que que desabou no Rodoanel

A viga que que desabou do Rodoanel

Nem um dos 2 pilares suportou o esforço.

Nenhum dos 2 pilares suportou o esforço.

O resultado é a somatória

O resultado é o somatório

Os preços estão 30% mais baratos

Os preços estão 30% mais baixos

Todas as 3,2 milhões de crianças nascidas no ano

Todos os 3,2 milhões de crianças nascidas no ano

Retirada total dos entulhos

Retirada total do entulho

Século 5 a .C.

Século 5º a.C.

Ambos métodos são válidos

Ambos os métodos são válidos

Obra bem-feita

Obra benfeita (nova ortografia)

Fôrma

Fôrma ou Forma (nova ortografia)

Entre às 7h30 e às 8h

Entre as 7h30 e as 8h

Por hora tudo bem

Por ora tudo bem

Superávit e déficit

Superavit e deficit

 

Até 30% do FGTS pode ser aplicado em fundo

 

Podem ser aplicados em fundo até 30% do FGTS

 

Os 30% do FGTS que o trabalhador aplicar no fundo renderão 3% ao ano.

 

Boca-de-lobo (botânica), Boca de lobo (bueiro)

 

Pro labore ou pró-labore

Extrato (parcial): http://educacao.uol.com.br/dicas-portugues/index9.jhtm

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Compilação: O Genocídio

Pelo Aurélio: “Crime contra a humanidade, que consiste em, com o intuito de destruir, total ou parcialmente, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, cometer contra ele qualquer dos atos seguintes: matar membros seus; causar-lhes grave lesão à integridade física ou mental; submeter o grupo a condições de vida capazes de o destruir fisicamente, no todo ou em parte; adotar medidas que visem a evitar nascimentos no seio do grupo; realizar a transferência forçada de crianças dum grupo para outro.”

O crime mais hediondo da humanidade é bastante comum. Alguns deles (nem todos assumidos por seus autores).
Fonte: Enciclopédia Encarta, Wikipédia e site www.historianet.com.br.

Nome / movimento

Autores

Vítimas

Mortos

Período

Inquisição

Igreja católica

-

+ 350.000 ou 9.000.000

Séc XII a XVIII

Colonização da América Latina

Europeus

Indígenas sul-americanos

3.000.000

Séc XVI a XVII

Colonização da América do Norte

Europeus

Indígenas norte-americanos

3.000.000

Séc. XIX

Massacre dos Armênios

Turcos

Armênios

1.300.000

1915 a 1917

Grande Fome da Ucrânia ou Holodomor

Regime soviético

Ucranianos

7.000.000

1932 a 1933

Holocausto Judeu

Nazismo alemão

Judeus

6.000.000

1941 a 1945

Genocídio Cambojano

Regime do khmer vermelho

Cambojanos

2.000.000

1975 a 1979

Minorias em Kosovo (Croássia)

300.000

1991-1999

Ruanda

Tutsis

Hutus

800.000

1994

Conflito de Darfur (Oeste do Sudão)

Grupos janjawid

Grupos não árabes

+ 450.000

2003 – atual

Massacre Palestino

Estado judeu

Palestinos

-

1948 – atual

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A Revista nas Redes Sociais

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As novidades e os textos mais importantes já veiculados na Revista EngWhere estão sendo lançados nas Redes Sociais.

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Revista EngWhere Oitão . 8 ANOS DA REVISTA ENGWHERE
AGOSTO
2002

Há 90 meses na Revista

• MÃO DE OBRA LOCAL
Caso você esteja adotando troca de turno, ou trabalho em horários extraordinários, dê preferência à mão de obra local, para reduzir complicações de logística. Caso sua obra não adote troca de turno ou horas extraordinárias, dê preferência ainda à mão de obra local, para redução de custos com deslocamentos, alojamentos, e outros.

• MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA
Fala-se demais sobre a inviabilidade em se contratar mão de obra temporária sob alegação que o funcionário que não pertence ao quadro efetivo da Empresa é mais propenso a desordens, ou menos afeito ao trabalho. Realmente isto assim acontece, porém só em obras desorganizadas, onde quanto mais gente, terceirizada ou não, menor é a produção.

• MEIA-COLHER
Trata-se do Ajudante de Pedreiro, com pouca experiência, como é, ou foi, o caso de nós todos, que aspira tornar-se Oficial Pedreiro. Com pouco tempo de obra alguns já estarão produzindo tanto quanto os oficiais, embora com menor salário, e não poderão ficar de fora de seu plano de promoção e equivalência salarial. Para poder participar do plano, entretanto, deverão ser-lhes estabelecidas condições quanto ao desperdício de materiais e mão de obra. Não basta executar bem, é necessário errar pouco.

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Ênio Padilha . MARKETING EMPRESARIAL
19
DEZEMBRO
2009

Artigo da Semana
(na NewsLetters)

Nosso "Artigo da semana" é um texto recorrente. Já foi publicado no nosso site muitas vezes, sempre no fim do ano, quando as pessoas estão mais abertas à reflexão e às boas intenções.
Trata-se de um trecho do livro OLHAI OS LÍRIOS DO CAMPO de Érico Veríssimo, e reflete exatamente a nossa maneira de ver o mundo.

Por favor, leia e reflita:

"Estive pensando muito na fúria cega com que os homens se atiram na caça de dinheiro. É essa a causa principal dos dramas, das injustiças, da incompetência da nossa época. Eles esquecem o que tem de mais humano e sacrificam o que a vida lhes oferece de melhor: as relações de criatura para criatura. De que serve construir arranha-céus se não há mais almas para morar neles?
(...)
Os homens deviam ler e meditar sobre este trecho (O sermão da Montanha, na Bíblia), principalmente no ponto em que Jesus nos fala dos lírios do campo, que não trabalham nem fiam, e, no entanto nem Salomão em toda sua glória jamais se vestiu como um deles.

Está claro que não devemos tomar as parábolas de Cristo ao pé da letra e ficar deitados à espera de que tudo nos caia do céu. É indispensável trabalhar, pois o mundo de criaturas passivas seria bem triste e sem beleza. Precisamos entretanto, dar um sentido humano as nossas construções. E quando o amor ao dinheiro nos estiver deixando cegos, saibamos fazer pausas para olhar os lírios do campo e as aves do céu.

Não penses que estou fazendo o elogio do puro espírito contemplativo e da renúncia, ou de que o povo deva viver narcotizado pela esperança da felicidade na "outra vida". Há na terra um grande trabalho a realizar. É tarefa para seres fortes, para corações corajosos. Não podemos cruzar os braços enquanto os aproveitadores sem escrúpulos engendram os monopólios ambiciosos, as guerras e as intrigas cruéis. Temos que fazer-lhes frente. É indispensável que conquistemos este mundo, não com as armas do ódio e da violência e sim com as armas do amor e da persuasão. Considere a vida de Jesus. Ele foi antes de tudo um homem de ação e não um puro contemplativo.

Quando falo em conquista, quero dizer a conquista de uma situação decente para todas as criaturas humanas, a conquista da paz digna, através do espírito de cooperação.

E quando falo em aceitar a vida não me refiro à aceitação resignada e passiva de todas as desigualdades, malvadezas, absurdos e misérias do mundo. Refiro-me, sim a aceitação da luta necessária, do sofrimento que essa luta nos trará, das horas amargas a que ela forçosamente nos há de levar.

Precisamos, portanto, de criaturas de boa vontade.”

VERÍSSIMO, Érico. Olhai os Lírios do Campo. São Paulo: Globo, 2003 [original de 1938] p.149-150.

Ênio Padilha
Engenheiro, escritor e palestrante.
Formado pela UFSC, em 1986, especializou-se em Marketing Empresarial na UFPR, em 1996/97.
Escreve regularmente e seus artigos são publicados, todas as semanas, em diversos jornais do país.
Leia outros artigos no site do Especialista: www.eniopadilha.com.br eniopadilha@uol.com.br
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E-mails Recebidos
06
JANEIRO
2010

06/01/2010 - Aprovação (por quem tem despreendimento e coragem de aprovar)
Prezados
Só recentemente descobri o site do EngWhere. Gostaria de parabenizá-los pela iniciativa, pela história de sucesso, pelo conteúdo inigualável das Revistas, pelos programas.
Quanto aos programas, estou analisando-os para propor o uso deles na empresa onde trabalho. Em breve entrarei em contato.
O conteúdo das revistas é realmente muito bom! Tornei-me assinante e estou lendo TODAS as matérias desde o número 1. Espero que continuem com a publicação e espero também contribuir em breve.
Atenciosamente,
FG

Prezado FG
Nos dias de hoje em que de tão raras a seriedade suplanta em importância à inteligência, a boa-vontade ganha do conhecimento e, juntamente com a Ética, são requintes na formação do profissional, e da pessoa, elogios como estes, em meio a só arrogância, prepotência e despeito, trazem-nos recordações do que chamávamos Competência, e nos deixa com a sensação de havermos cumprido a lição de casa.
Obrigado pelas palavras.
AGS


(02/11/2009)
Prezados
Estou desenvolvendo meu Trabalho de Conclusão de Curso (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) sobre consumo de água na construção de edificações contemplando o consumo para os serviços do canteiro e também o consumo para uso humano pela mão de obra.
Através da monografia de Regiane Pessarello, da Escola Politécnica da USP, encontrei uma referência sua sobre o consumo diário médio de água em canteiro de obras como sendo 45 L/ operário/ dia, a qual foi retirada do seu website no link (http://www.engwhere.com.br/engenharia/dicas_orcamentista.htm).
Apliquei este valor de consumo médio no meu estudo, porém não deu certo para as primeiras etapas da construção, pois o consumo obtido ultrapassou o consumo total do mês. Se possível, gostaria de saber se esse valor médio de consumo, publicado no seu website, está relacionado à algum estudo seu ou de outro autor e se esse valor pode ser aplicado durante todas as fases da obra.
Desde já agradeço pela atenção,
Atenciosamente,
EPS

Prezado EPS
Porque não levanta seus próprios índices com base no tipo ou tamanho de suas obras?
Seu operário toma água? Banho? Vai ao banheiro? Ao mictório? Toma refeição na obra? O concreto é usinado? Rodado na obra? Vocês fazem a cura? É só somar e, quando estiver na obra, faça a aferição com a conta da água na mão.
Estamos reformando a casa e o peão vem banhado, já usou o banheiro de sua casa e quando pede água para beber a patroa briga para não ter que lavar o copo. Neste caso o índice é zero, como quer o Ibama.
Só não convém, como fizemos, mostrar o resultado arredondado, inteiro, mas, por exemplo: 43,7987 litros / operário, que poderá intitular sua estimativa ou apropriação, de "estudo", ou "elaborados estudos" como fazem os fariseus, mesmo sem ter feito conta nenhuma.
Quando formar, e comprar algum software nosso, retorne para trocarmos mais idéias, pois este tipo de suporte só prestamos aos nossos compradores e se hoje abrimos excessão foi por ser dia de Finados, e como só não compra quem já morreu, estamos homenageando a todos sem distinção.
Atenciosamente
AGS

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Adilson Luiz Gonçalves . RELACIONAMENTO
14
JULHO
2007

A Mais Antiga Diferença
(Nem tudo precisa mudar)

As diferenças entre os seres humanos são uma graça de Deus e a graça da natureza. Já pensaram se todos fossem iguais, o quão sem graça seria?

Isso não impede que a criação tenha limitado suas "formas", tanto que podemos encontrar pessoas muito parecidas em pontos diametralmente opostos do planeta. Será que alguém pulou continentes em vez de muros?

Infelizmente, para alguns as diferenças são motivo de discriminação, "razões" para se acharem melhores do que os outros.

Quando isso fica restrito ao pensamento, pode ser inofensivo; mas quando faz parte da cultura de uma civilização e implica restrições ao que os "diferentes" podem ou não fazer, aí vemos que a humanidade ainda está bem distante de ser considerada racional.

Por isso cada superação de discriminações arcaicas e costumes anacrônicos deve ser celebrada. Afinal, alguns podem gritar aos quatro cantos do mundo que são mais bonitos, mais ricos, mais nobres, mais fortes, mais ou menos coloridos, religiosos perfeitos ou ateus convictos, mas, no final das contas, a única real diferença que conta é se eles são bons ou maus seres humanos. Saramago nos deu uma interessante "visão" disso em seu "Ensaio sobre a cegueira": a luz que deveria iluminar às vezes nos cega.

Nesse universo de discriminações humanas, aparentes ou inventadas, talvez a mais antiga seja a de gênero. E nem por isso ela foi a primeira a ser combatida: muitas mulheres tiveram que parecer homens para serem respeitadas em sua realeza; outras suportaram terríveis suplícios, apenas por serem "diferentes". A brutalidade que sofreram foi muitas vezes superior a que lhes atribuíam. Mas nada as impediu de lutarem por direitos iguais!

Só que direitos iguais não quer dizer que todos tenham que ser iguais, senão voltaremos à questão inicial: Já pensaram se todos fossem iguais, o quão sem graça seria?

As diferenças entre mulheres e homens continuarão a existir e fazem parte de um jogo de quebracabeça muito legal! Jogo em que cada fase tem o seu encanto e, quando bem jogado, nunca perde sua magia. Mas, para isso é preciso que todos ganhem, mesmo quando aparentemente estejam cedendo. Assim, tudo se encaixará maravilhosamente, em todas as direções e sentidos.

Existem casais que são assim: profissionais competentes, cidadãos engajados, pais e mães dedicados. Questões de gênero para eles só existem quando deixam de ser tudo isso para serem apenas homem e mulher, que mesmo na mais sutil troca de olhares não conseguem esconder um misto de delicadeza contida e paixão recatada, ou, simplesmente, amor. Amor que se percebe em gestos antigos, em galanteios que revelam uma corte perene, um incansável e prazeroso conquistar do outro.

Uma cadeira puxada... O ajudar a colocar o casaco... O passar o prato servido para ela, quando o garçom se distrai... O ceder o melhor lugar... O tomar o braço... O abrir a porta do carro para que ela entre ou saia...

Tem gente que acha isso "careta", antigo; mas quem está envolvido não pensa assim!

Cavalheiros e damas do mundo: que Deus os abençoe por esse cultivo de diferença sincera! Distinção que não é mera aparência, mas manifestação de amor e carinho, que tem um quê de amizade e vários quês de segundas e terceiras intenções.

Que essa diferença nunca deixe de existir, e que jamais seja indiferença, para que mulher e homem sempre possam completar um ao outro, o que é muito bom, desde que o mundo é mundo!

Adilson Luiz Gonçalves
Engenheiro, Professor Universitário e Articulista.
Leia muitos outros artigos no site do Professor
Fones: (13) 32614929 / 97723538
algbr@ig.com.br
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