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ORÇAMENTOS, PLANEJAMENTOS
E CANTEIROS DE OBRAS
     Ano 06 • nº 66 • 01/04/08
"Se você pretende ser bem-sucedido em gerenciar e controlar os outros, aprenda a gerenciar e controlar você mesmo."
William J. H. Boetcker.
Nesta Edição

Internet: Nova Biblioteca de Assuntos Gerais da Revista EngWhere
Marketing Empresarial: Sob Pressão
(Novo Parceiro) Gerenciamento de Projetos: Gerenciando Mudanças em Projetos de Vida
Engenharia: Um Dia a Casa Cai

Bem-vindo ao Futuro!

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• Orçamentos de obras com base em composições de preços unitários.
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Planejamento de Obras:
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• O Planejamento baseado no confronto entre custo x faturamento x previsto x realizado.

Gerenciamento de Obras:
Ferramentas de Gerência de obras
Eng-Obras - A arte de construir .
• Ferramentas para o Tocador de obra: diário de obras, caixinha, lançamento de despesas, gerenciamento de documentos e projetos, BD, programação de obras, modelos de documentos.
Gerência de obras: organização de contrato e medições
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Palavras-chave

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  Ênio Padilha . MARKETING EMPRESARIAL

Sob Pressão

Ênio Padilha
Engenheiro, escritor e palestrante.
Formado pela UFSC, em 1986, especializou-se em Marketing Empresarial na UFPR, em 1996/97.
Escreve regularmente e seus artigos são publicados, todas as semanas, em diversos jornais do país.
eniopadilha@uol.com.br

Se você faz parte do grupo de pessoas que costuma dizer "Eu não gosto que me pressionem. Eu não trabalho sob pressão!", eu tenho duas notícias para você: uma boa e outra ruim.
A boa notícia é que você não está sozinho. Pelo contrário, está em numerosíssima companhia: noventa por cento das pessoas são como você. Não gostam de serem pressionados. Perdem rendimento quando são submetidos a pressão acima da normal.
A má notícia é que você está no time errado. Os outros dez por cento é que são os VENCEDORES, os LÍDERES, os que conseguem fazer as coisas enquanto vocês (os noventa por cento) estão batendo no peito, cheios de si, e dizendo: "Eu não trabalho sob pressão".
É isso mesmo, amigo. É sob pressão que o gênio se destaca das pessoas comuns. Enquanto as condições de trabalho são normais, o rendimento excepcional não aparece. Quando a coisa aperta (quando "o bicho pega") é que as diferenças começam a aparecer.
Fazer um gol da marca do pênalti, com o goleiro batido, sem zagueiros por perto e com o estádio vazio... é fácil. Qualquer cabeça-de-bagre faz. Agora, numa final de campeonato, com estádio lotado, um goleiro alerta, três ou quatro zagueiros chegando junto...
Você já viu um piloto de fórmula 1 dar uma entrevista e dizer que não gosta de ser pressionado, ou que perde rendimento sob pressão?
Já parou para pensar na pressão sobre um atleta no dia de uma final de olimpíada (estádio cheio, televisão para o mundo inteiro, família vendo tudo, amigos, namorada, patrocinadores, oportunidades... isto sem falar nos adversários).
E que tal a pressão sobre um ator de teatro no dia de uma estréia nacional ? A pressão sobre um empresário, no dia de fechar um negócio importante ? A pressão sobre um astronauta no dia da partida para uma missão espacial ? A pressão sobre um médico fazendo um transplante de coração (mais ainda, se o paciente for uma pessoa famosa ou importante) ? E a extrema pressão a que está submetido um policial numa operação de resgate em um sequestro ?...
As pressões a que uma pessoa pode ser submetida (pressão do tempo se esgotando, pressão da responsabilidade, pressão da ansiedade, da angústia ou da raiva) provocam, na maioria das pessoas uma perda do equilíbrio emocional que tem como consequência imediata a perda do rendimento e do desempenho.
Mas na maioria dos casos, essa perda do rendimento não tem razões físicas. É apenas uma resposta psicológica que começa pela própria pessoa acreditar que "se houver pressão, de qualquer natureza, eu não vou funcionar direito".
E, para quem pensa que "nasceu assim, cresceu assim e vai ser sempre assim", outra boa notícia: você pode, sim, aprender a suportar pressões e vencer desafios importantes. Mas, primeiro, você precisa QUERER. Segundo, você precisa aprender a identificar pequenas oportunidades de treinar essa qualidade, enfrentando com coragem as pequenas, porém históricas, fontes de pressão no seu dia-a-dia, como, por exemplo, falar em público, expor suas opiniões, assumir responsabilidades, ser criativo, terminar um trabalho no tempo determinado.
Você precisa perder o medo de errar e desenvolver a disposição para acertar. Isto não é fácil, mas não é impossível.
Procure ajuda profissional, leia livros, faça cursos, faça qualquer coisa, mas não desperdice sua vida acreditando que você não resiste a pressões. Que você não funciona sob pressão. Que você nasceu para ser um perdedor. Isto não é verdade ! (e você sabe disso.).
 

Leia outros artigos no site do Especialista: http://www.eniopadilha.com.br

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  Abraão Dahis . GERENCIAMENTO DE PROJETOS
Gerenciando Mudanças em Projetos de Vida
(extrato)

Abraão Dahis
Espaço e Expressão - http://www.plantabaixa.com/
adahis@plantabaixa.com
Arquiteto, Pós-Graduando MPM em Gerenciamento de Projetos (SEGRAC/UFRJ),
Coach Executivo com certificação internacional pelo ICI, focado em Valores, Metas e Resultados,
Trainer e Palestrante abordando os temas: Habilidades, Mudanças, Intuição e Qualidade de Vida

4. O planejamento
Podemos prever o futuro?
Ao contrário do que muitos pensam, é sim muito fácil prever o futuro em nossas vidas, pois ele geralmente é o resultado de uma equação exata de suas decisões e movimentos no presente. As pessoas acham que é difícil planejar o futuro porque não sabem exatamente o que querem, ou não conseguem se decidir. Ficam pendendo entre uma oportunidade aqui, outra ali, e estas oportunidades são geralmente vistas como “os eventos improváveis” que a maioria das pessoas fica esperando, e que muitas vezes se tornam razão para não planejar.
Você já viu um atleta se preparar para um desafio? Parece que não há mais nada no mundo, somente ele e a meta, não?! Ele sabe que há obstáculos no caminho, mas ele se prepara para enfrentá-los. Ele percebe que corre o risco de sofrer acidentes, mas não tem medo. Ele entende que seus competidores podem ser mais fortes que ele, mas só se concentra no seu trabalho e dá o melhor de si.
É assim que pessoas e empresas bem sucedidas articulam. Elas escolhem uma meta e seguem uma linha reta até alcancá-la. Elas não ficam olhando em volta para ver se estão perdendo uma oportunidade que pareça mais interessante. Fazer isto seria, na verdade, um grande problema! Pessoas que não estão bem certas do que querem não conseguem se concentrar em seu caminho, pois vivem na constante agonia de que podem estar perdendo “algo melhor”, enquanto estão ocupadas tentando “vislumbrar outras portas”.
Planejar não é a solução, entretanto. Um planejamento é como um mapa. Se você não mapear seu caminho corretamente, você não chegará onde quer!
Nem sempre se tem acesso aos dados reais, não se pode exatamente prever o futuro e saber o que vai acontecer em seu caminho até a sua meta. Às vezes, não se consegue sequer analisar a situação presente com clareza. Com base neste fato, algumas pessoas simplesmente desistem de planejar. Acham que, por a vida ser mesmo imprevisível, as coisas não vão sair como planejado de qualquer forma.
Se você é um indivíduo comum que não vive num ambiente turbulento de constantes mudanças, sua vida é previsível. De fato, a vida da maioria das pessoas é altamente previsível. Acidentes e eventos inesperados são raros. Para a grande maioria das pessoas, nada de diferente acontece, a vida é sempre a mesma. Algumas pessoas acreditam que algum evento imprevisível acontecerá, mudando suas vidas “da água pro vinho” inesperadamente. Para a maioria, os “eventos improváveis e inesperados” jamais acontecem e o futuro é uma equação exata de escolhas e movimentos do passado.
Empresas não deixam de planejar pela possibilidade de estourar uma 3º guerra mundial, ou de ocorrer outro ataque terrorista de grandes proporções. Elas simplesmente planejam com os dados que possuem no momento, usando imaginação estratégica, estatística e matemática para prever cenários futuros. Quase sempre elas estão certas. Se nada inimaginável e inesperado acontecer, o futuro acaba sendo o resultado exato das previsões realizadas.
Na vida da maioria das pessoas isso é a mais provável realidade. Elas ficam esperando “romanticamente” que a vida lhes traga por sorte, sucesso, riqueza e felicidade. Elas aguardam passivamente que a vida se encarregue de lhes trazer o futuro que desejam, enquanto isso sua falta de ação lentamente cria seu futuro real – aquele que elas não desejam!
Isso nos leva a uma simples verdade: alguns eventos improváveis podem eventualmente ocorrer em sua vida, mas seu futuro provavelmente será uma consequência do que você está fazendo agora. Prever o futuro é na verdade muito fácil: se continuar tendo as mesmas atitudes, fazendo do mesmo jeito, continuará obtendo os mesmos resultados. Se você não gosta dos resultados, mude o que está fazendo!

  Adilson Luiz Gonçalves . ENGENHARIA
Um Dia a Casa Cai
Adilson Luiz Gonçalves
Engenheiro, Professor Universitário e Articulista.
algbr@ig.com.br
Ruínas, incêndios, degradação... Não! Não estou falando do fim do mundo!
Estou falando do que pode ser evitado se cuidarmos bem de nossas construções.
Qualquer obra, da casa popular ao edifício de alto luxo, está sujeita à ação do clima e da idade. Vale para elas o que vale para nós: quanto melhor cuidadas maior a vida útil. Esse cuidado começa quando o "bebê" está sendo planejado e continua por todas as fases de sua "vida".
Assim, se quisermos manter nosso patrimônio por muito tempo - e nossos herdeiros ou futuros proprietários, depois de nós - também devem ser tomados alguns cuidados, tanto mais econômicos, quanto mais cedo e constantemente adotados.
Mas o que assegura a longevidade de uma obra, seja ela pública ou particular?
É só seguir a receita básica a seguir:
  • Bom projeto;
  • Materiais de boa qualidade;
  • Execução responsável;
  • Uso compatível com o projeto;
  • Manutenção constante.
A participação de profissionais especializados e regularmente inscritos nos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia é imprescindível ao bom resultado de todas essas etapas. Independentemente das exigências legais, isso é uma questão de qualificação e responsabilidade técnica, inerente a Engenheiros e Arquitetos, que proporciona garantias ao proprietário perante o Código Civil e o Código de Defesa do Consumidor.
Caso haja falha grave nas três primeiras etapas é possível a ocorrência de um acidente ainda na fase de construção, mas são as duas últimas que mais preocupam, porque envolvem edificações já funcionais (habitadas): casas, prédios de apartamentos, edifícios comerciais, bancos, escolas, hospitais, etc.
O uso incompatível, por exemplo, pode ser exemplificado pela transformação de um sobrado residencial em academia esportiva ou depósito de materiais de construção, sem consulta a um profissional especializado, o qual definirá a necessidade ou não de reforços estruturais e adaptações. É risco na certa!
No âmbito da manutenção, alguns proprietários, sobretudo da área pública e empresarial, mantêm equipes técnicas especializadas, encarregadas da manutenção de estruturas e instalações (elétrica, hidráulica, ar condicionado, etc.). Infelizmente, isso é raro no caso de edificações residenciais familiares ou coletivas. Quando muito, a manutenção fica restrita à limpeza de caixas d'água, revisão de elevadores e pintura. E quando alguém fala de impermeabilização sempre aparece um "especialista faz-tudo", munido de seu indefectível "kit" panacéia: latinha de "zarcão", para pintar armadura enferrujada; saco de cimento colante, para fechar qualquer trinca, mesmo sem saber o motivo de seu surgimento; e balde de "piche" para impermeabilizar não importa o quê!
Na maioria das vezes, a ilusão de pagar menos - o que nem sempre é verdade - só adia e - pior - agrava problemas, que, pouco tempo depois, vão gerar despesas elevadas ou, até, acidentes com danos materiais ou vítimas.
Revisões de telhados, calhas e pintura contribuem, sem dúvida, para a conservação do patrimônio e redução de despesas; mas alguns problemas devem ser avaliados por profissionais especializados. Assim, ao constatar: manchas nas paredes, fissuras ou trincas, deformações de estruturas (principalmente marquises e afins), afundamento de pisos, desarme constante de disjuntores ou queima freqüente de fusíveis, choques elétricos nas paredes, etc., não pense duas vezes: Chame um profissional ou empresa especializados e idôneos!
Não se trata de "puxar brasa para a sardinha" de engenheiros e arquitetos, mas de evitar que um dia a casa caia ou pegue fogo. Afinal, mais vale prevenir do que remediar! Porque, às vezes, pode não ter mais remédio, e para você isso pode ser o fim do mundo, de fato!

Fones: (13) 32614929 / 97723538

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