Revista EngWhere
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ORÇAMENTOS, PLANEJAMENTOS
E CANTEIROS DE OBRAS
     Ano 06 • nº 60 • 01/03/07
Nesta Edição

Nossos Softwares: Novidades no Site
Marketing Empresarial: Incontinência Verbal
Materiais de Construção: Erros na Construção
Escreve o Leitor: Distinção? Ainda Existe na Profissão?
Meio Ambiente: Tá Ficando Quente!

Em Lançamento!!!
Para gerenciar contratos (e com controle de Aditivos e Medições).

EngWhere GerCon
Gerenciamento de Contratos

. Controla os valores dos contratos com base na Lei 8666;
. Acompanha e Controla os Aditivos, os pagamentos efetuados e os prazos contratuais;
. Controla as Medições por contrato;
. Acompanha e Armazena os Dados de contratados e contratantes;
. Emite Alertas ao ultrapassar os valores permitidos, ao medir a mais que o previsto, ao vencer o prazo contratual, quando os aditivos ultrapassarem os limites da Lei 8666, etc.;
. Emite os Termos de Recebimento Provisório e Definitivo das Obras;
. Para Construtoras e Órgãos Públicos com vários contratos em andamento;
. Planilha Eletrônica de lançamento totalmente automatizada, personalizável e configurável;
. Diversificados recursos de automação. O mouse irá comandar a maioria dos lançamentos e minimizar o trabalho de digitação;
. Permite vários controles simultâneos. Um por arquivo;
. Com ferramentas de exportação de dados para o Excel e demais programas do Windows;
. Com Agenda de Apontamentos;
. Tem 10,9 MB zipado, com download e liberação pela Internet. Roda em todos os Windows.

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  Outras Novidades no Site . NOVOS DISPOSITIVOS E FORMAS DE VENDAS

Senhas Expert
Outros Produtos
: o comprador que adquirir pacotes com mais de 1 software poderá instalar qualquer deles tantas vezes quantas forem as liberações adquiridas. Por exemplo, caso tenha adquirido 6 softwares irá receber 2 x 6 = 12 liberações e tanto poderá instalar os 6 softwares 2 vezes cada ou um único deles até 12 vezes. A proporção poderá ser outra e só não irá liberar softwares que não forem do mesmo pacote.
O recurso tende a acabar com o maior dos custos para quem compra sofware, qual seja, o da não utilização, já que na eventualidade de algum software não ser utilizado, suas liberações servirão, ainda que futuramente, para liberar os demais.
Independente da quantidade de software adquirido (máximo de 6) e da quantidade de liberações de cada um, será fornecida 1 mesma senha. E as liberações poderão ser extornadas ao site para posterior instalação caso seja necessário formatar o HD ou mudar de computador.
Todos os Outros Produtos, como BDI, DO, BD, Caixinha, Geedoc e Gercon, passaram a ser fornecidos com 2 liberações via Internet cada.
EngWhere: é fornecido com liberações em disquete, ou via Internet, ou de ambas as formas, que também poderão ser resgatadas tanto ao disquete quanto ao Site do EngWhere e permanecerem armazenadas. O dispositivo poderá ser utilizado também para as cópias adquiridos anteriormente e é útil para quem pretende ou adquiriu recentemente algum computador sem entrada de disquete.

Composições de Preços Unitários: nos próximos 30 dias ultrapassaremos as cerca de 22.000 composições de preços lançadas nos banco de dados do EngWhere de praticamente todos os órgãos públicos que as disponibilizam. Fique de olho na Página do Usuário.

Dicas de Economia:
a) Além das vantagens que permitem as Senhas Expert, quanto maior a quantidade de softwares adquiridos menor será o custo unitário médio dos softwares, até atingirem R$ 40,00. (Os softwares empresariais de mais baixo preço de toda a Internet).
b) Devido à possibilidade de fornecimento imediato (até 4 horas úteis) das senhas de liberação dos softwares pela Internet a remessa do CD via Carta Registrada poderá ser preferível ao Sedex, caso o comprador esteja disposto a antecipar o download dos softwares (sem seus anexos).
c) Para micro-empresas com mais de 1 pessoa envolvida nos orçamentos, é preferível a aquisição da Versão Empresa devido quantidade folgada de liberações e ao ilimitado suporte gratuito.

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Palavras-chave

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  Ênio Padilha . MARKETING EMPRESARIAL

Incontinência Verbal

Ênio Padilha
Engenheiro, escritor e palestrante.
Formado pela UFSC, em 1986, especializou-se em Marketing Empresarial na UFPR, em 1996/97.
Escreve regularmente e seus artigos são publicados, todas as semanas, em diversos jornais do país.
eniopadilha@uol.com.br

"Em boca fechada não entra mosca”, diz o ditado popular. “Mas também não entra comida”, digo eu. Ou seja: entrar quieto e sair calado pode ser uma boa estratégia para não dizer bobagens, mas, com certeza, não é uma boa prática de Marketing Pessoal. É preciso falar.

É preciso se manifestar! É preciso dizer o que se pensa! Se você não fala, não se manifesta, não toma posição, ninguém nunca vai saber o que você representa. Você nunca vai representar alguma coisa na cabeça das pessoas.

Muito bem. Então o negócio é falar, falar, falar, falar...
Nada disto. Falar demais atrapalha mais do que ajuda. Palavras são instrumentos de transporte para intenções e sentimentos.

Valfrido Canavieira, o personagem criado e representado por Chico Anysio, prefeito de Chico City, era um político que fazia discursos cheios de promessas que nem ele mesmo pretendia cumprir. Sempre iniciava seus “pronunciamentos” com um bordão “profundo”: “Palavras são palavras, nada mais que palavras”.

Sabemos, no entanto, que palavras são muito mais do que palavras. É preciso muita atenção no tratamento dessa ferramenta. É preciso a consciência da importância que as palavras assumem quando mal utilizadas.

Existe uma frase (proferida pelo personagem Barry Champlain, no filme Talk Radio, do cineasta norte-americano Oliver Stone) que ilustra muito bem a importância de o que se diz e de como se diz, para o processo de comunicação entre as pessoas. A frase é a seguinte: “Paus e pedras podem causar ferimentos graves, mas as palavras podem causar danos irreversíveis”.

O Marketing Pessoal é uma necessidade fundamental para quase todas as pessoas. As modernas tecnologias de comunicação e a relativa facilidade com que uma pessoa pode expor a si próprio ou as suas idéias gerou um paradoxo genial: todo mundo pode aparecer mais do que se podia aparecer no passado e isso faz com que todo mundo desapareça no meio de uma multidão de gente aparecendo. Criou-se uma coisificação insuportável que transforma cada um de nós em pequenos grãos de areia no meio de um enorme deserto.

É uma sensação meio estressante, mas não é o fim. Trata-se apenas do processo de ajustamento da humanidade para um novo momento, uma nova era: a era da comunicação eletrônica total, a comunicação com a velocidade da luz.

Mas, para quem pensa que tudo mudou, que tudo o que se sabia sobre relacionamento entre pessoas perdeu a validade e que estamos num irreversível processo de esvaziamento, eu tenho boas notícias: a natureza humana continua igual. As mesmas virtudes e os mesmos defeitos que construíram e destruíram mitos, heróis e bandidos continuam presentes naquilo que há de melhor na humanidade. A natureza humana.

Isto significa que os sentimentos e os processos internos de entendimento, compreensão, registro de mágoas, sofrimentos, amor, ódio, perdão... tudo continua do mesmo jeito que sempre foi. Nada disso foi afetado pela vertiginosidade dos nossos tempos. Nada disso entrou no turbilhão da velocidade da luz.

O Marketing Pessoal, em menor ou maior grau implica relação entre pessoas. E, na relação entre pessoas, as palavras ditas ainda têm uma força descomunal: a força da interação. As palavras são elos fundamentais para o processo de troca de sentimentos.

Muita gente acha que não precisa se preocupar tanto assim com o que diz ou como diz as coisas. Esquece que as pessoas não vêm com uma tecla “Del” ou “Back Space”. Esquece que uma informação a mais pode ser recebida e absorvida por uma pessoa, mas não pode ser sobreposta a uma informação anterior (isto só é possível nos computadores). As pessoas, por terem uma memória praticamente ilimitada, não perdem nenhum registro, não esquecem nada. A menos que seja uma coisa sem importância.

Assim sendo, qualquer pessoa que deseja desenvolver uma estratégia eficiente de Marketing Pessoal, seja para fins políticos, profissionais ou pessoais, precisa se dar conta de que “cuidar da língua” continua a ser uma necessidade vital.

É preciso desenvolver técnicas de concentração e autocontrole para caminhar nesta floresta. Não se pode sair por aí, dizendo tudo o que se pensa, da maneira que nos vêm à “telha”.

O nosso corpo talvez tenha cicatrizes físicas cujas causas já foram totalmente esquecidas. Mas as causas das cicatrizes que ficam no espírito, decorrentes de coisas desagradáveis que nos foram ditas, essas não são esquecidas nunca.

Políticos em reta final de campanha, empresários em processo de concorrência importante, executivos em disputa por posições, atletas no calor de competições, amantes no vulcão das paixões... parem, respirem e pensem antes de dizer qualquer coisa. As palavras importantes, quando não são ditas, fazem falta para o resultado que se procura. Mas, quando são ditas na hora errada, para a pessoa errada ou da maneira errada, podem provocar desastres cujos resultados serão sentidos por muitos e muitos anos.

Palavras são armas poderosas que devem ser usadas com cuidado e atenção. Para atingir o alvo sem causar danos ao próprio usuário.

Extraído do livro "MARKETING PESSOAL E IMAGEM PÚBLICA", página 117.

Leia outros artigos no site do Especialista: http://www.eniopadilha.com.br

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Agenda, Memos & CI's   
 

 

O Leitor poderia responder-nos o e-mail do Adriano?
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Olá pessoal da EngWhere.
Estou escrevendo para matar uma curiosidade. Recentemente li um livro sobre aquedutos Romanos e fiquei impressionado com a grandiosidade de algumas obras construidas na época, especialmente a Ponte du Gard na França. Outro dia comentei com um amigo e ele disse que estas obras eram construidas basicamente por tentativa e erro, uma vez que os engenheiros desconheciam o cálculo estrutural.
Segundo ele, esta seria uma das razões pelas quais a maioria das obras era superdimensionada.
Gostaria de saber então quando o cálculo estrutural começou a ser utilizado na Engenharia, e se os engenheiros romanos tinham algum método para cálculo das estruturas?
Um abraço e agradeço antecipadamente!
Adriano Beltrami
Bento Gonçalves/RS

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  Arlete Menezes . ESCREVE O LEITOR

Distinção? Ainda Existe na Profissão?


Arlete Menezes,
Tecnóloga em Eletrotécnica
Instrutora de Eletrotécnica do Senai
Trabalhos na área de Engenharia há mais de 12 anos.

arlete.menezes@gmail.com

Tenho muito orgulho da profissão que escolhi, do que faço, adoro meu trabalho, apesar de existir alguns obstáculos, mas isso nunca fez com que eu amolecesse ou entregasse os pontos.
Obstáculos todos nós enfrentamos, isso é o de menos. Embora eu sempre tenha muito otimismo, acreditando que as coisas mudaram, com relação ás atividades profissionais, que muitas coisas estão melhorando, não há nada mais triste do que saber que ainda há grandes diferenças entre profissionais por distinção de sexo. É isso mesmo, embora o profissional tenha o mesmo nível, a mesma função, o profissional de sexo feminino tem remuneração menor.
Não venho aqui representar nenhuma instituição ou organização, seja qual for, venho falar por mim. Infelizmente vejo que ainda existem muitas empresas que agem dessa forma. Não importa o grau de instrução, a experiência da profissional, a mulher parece ter que estar provando sempre alguma coisa. Pergunto-me será que um dia isso vai mudar? Será que algum dia as empresas vão tratar os profissionais da mesma forma? Mesmo tendo como lei, e em 1988 a Constituição Federal ter igualado homens e mulheres, em direitos e deveres, conforme Artigo 5 da CLT que diz: "A Todo trabalhador de igual valor corresponderá salário igual, sem distinção de sexo". A maior parte dos empregadores simplesmente ignora o artigo, e isso não está relacionado com o fato da empresa ser de pequeno, médio ou grande porte, mas sim com a política e filosofia da empresa.

A minha preocupação maior não é simplesmente pelo item da remuneração ou pela igualdade de salários, mas sim pelo profissional como ser humano. Como é que fica a auto-estima, o psicológico, a postura de um profissional ao descobrir que tem menos oportunidades, menos remuneração por ser do sexo feminino? O que a empresa ganha com isso no final? Mão de obra com um custo menor? Mas até quando esse custo vai compensar? Um profissional desmotivado gera uma série de contratempos para a empresa, às vezes até prejuízos, um profissional desmotivado, "polui" o ambiente onde trabalha, contaminando às vezes toda equipe do setor, um profissional com grande potencial, quando não enxerga oportunidades aonde está, vai embora, e na maioria das vezes para a empresa concorrente, isso explica o problema que algumas empresas tem, com alta rotatividade de funcionários, nunca consegue manter uma equipe firme por mais de um ano. Em grande parte por não dar o devido valor ao funcionário.

Sou profissional na área de Engenharia há mais de 12 anos, muita coisa mudou é verdade, mas muito pouco.

Tive muitas oportunidades, sempre estive e estou ativa no mercado de trabalho, mas o que eu recebi e/ou conquistei foi de acordo com o desempenho de minha carreira. Independente de ser mulher, sou profissional. Mas não posso ser injusta, mesmo sendo um número pequeno, existem empresas que não fazem esse tipo de distinção, distinção alguma, as oportunidades são as mesmas, a igualdade existe. Parabéns para essas empresas, que são exemplos, onde os funcionários, empregados, profissionais, são considerados colaboradores e acima de tudo seres humanos. E continuemos na luta, para que a Lei seja igual para todos.

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  Geraldo Cogorno . MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

Cada Macaco no seu Galho

Engº Geraldo Cogorno
Coordenador e Professor da Faculdade de Engenharia Civil de Ponta Porã,
nas disciplinas 'Materiais de Construção' e 'Construção Civil'.
Engenheiro Civil pela Escola de Engenharia da Universidade Mackenzie em 1977.

gcogorno@terra.com.br

Frase popularmente conhecida quando se quer indicar o que cada um tem que fazer dentro de alguma organização, ou como diriam outros mais técnicos: cada especialista na sua função.
É sabido que os órgãos públicos (em sua grande maioria) escolhem os diretores de cargos técnicos por QI (Quem Indica) e não pela capacidade pessoal, que afinal é o que realmente interessa. Exemplos desastrosos dessas indicações, temos aos montões, seja na esfera federal, estadual ou municipal. Mas o que mais nos interessa é o que tem acontecido em alguns municípios do interior do estado.
Bem sabemos que alguns trabalhos públicos simples, quando bem executados e orientados por especialistas técnicos - leia-se: profissionais do sistema CONFEA/CREA - tornam-se eficazes para o resto da população. É o caso da poda das árvores, do aparo da grama, dos ordenadores de tráfego, enfim, de um sem número de ações que além de embelezar o perímetro urbano, facilitam a vida do cidadão e aumentam sua auto-estima. Claro que às vezes o indicado não possui capacidade para o cargo, apesar de ser técnico, e os erros e fracassos se sobrepõem aos acertos e sucessos. Não é o caso.
É nessas horas que o cidadão de bem deve manifestar-se. Deve expressar seu descontentamento. Deve exigir seus direitos como cidadão que paga seus impostos e quer o retorno do mesmo na forma de ótimos serviços, com conseqüente melhoria da qualidade de vida.
Essa é a importância também do Plano Diretor Participativo, pois como o próprio nome já diz, ele deve ser participativo. Todos devemos participar para expressar o que desejamos para nossa cidade, a fim de evitar que futuros absurdos sejam cometidos no perímetro urbano. Pois sabemos que mesmo com a mudança dos administradores municipais, nada poderá ser feito, ou executado, que contrarie o Plano Diretor.
A CREA tem como função primeira a de orientar e defender a sociedade no que tange a seus direitos contra os maus profissionais, daí a necessidade de também, se possível, orientar os administradores públicos a colocarem técnicos nas funções que sejam obrigatórias e necessárias para o bom desempenho do cargo.
Quando o cargo tiver que ser “obrigatoriamente” preenchido devido a acordos políticos e não pela capacidade, então que os assessores sejam da respectiva área técnica para que erros não sejam cometidos, ou pelo menos minimizados.
É o que espera todo cidadão de bem.

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  Adilson Luiz Gonçalves . MEIO AMBIENTE
Tá Ficando Quente!

Adilson Luiz Gonçalves
Engenheiro, Professor Universitário e Articulista.
algbr@ig.com.br

As conclusões do recente relatório sobre os efeitos e perspectivas do aquecimento global, não para os próximos séculos, mas para as próximas, letalmente próximas, décadas assombraram o mundo.

Já existiam teses sobre a Terra viver um período entre eras glaciais, e que as mudanças climáticas seriam o prólogo da próxima; mas esse estudo coloca a ação humana como o principal vilão nesse processo apocalíptico.

Lembram da brincadeira "Tá ficando quente!"? Pois é... Parece que estão tratando do assunto fazendo o contrário: distanciando-se dele, como se isso fizesse "ficar frio". Os condicionadores de ar ajudam nisso...

Assim, só agora parece haver comoção pública sobre o assunto. Alguns até acreditam que a partir dessas conclusões os EUA, principais responsáveis pela poluição global, passem a enfrentar o problema. Será que ainda há tempo?

Mas, com toda a sua tecnologia e pesquisas científicas de ponta, eles não sabiam dessa progressão nefasta? Será que faltavam dados quantitativos para que eles e outras toupeiras que dominam o mundo realizassem tendências que já eram qualitativamente previsíveis ou evidentes no século XIX? Os modelos matemáticos, atuariais, estatísticos e as simulações em supercomputadores não permitiram prever esse futuro tórrido, sufocante e asmático para o planeta?

Duvido! Daí, toupeiras parece ser a definição exata para esses poderosos dirigentes mundiais e seus financiadores, pois, cegos para o resultado em médio e longo prazo de suas políticas econômicas, projetos de poder e dominação, eles definem o macro-destino da Terra como se já estivessem a se preparar para viver abaixo da superfície. Ao que parece, eles fizeram opções conscientes e distraíram o povo – sobretudo os jovens – para ocultar as conseqüências de seus atos. Só os "verdes" – alguns bastante radicais – têm resistido, mas mesmo sobre eles pairam dúvidas: Quem os financia? Não são excessivamente pirotécnicos? Alguns atuam no Terceiro Mundo servindo a propósitos político-econômicos do Primeiro?

Os arautos do caos, mistificadores fundamentalistas e oportunistas da religião também alertam, mas parecem estar mais interessados em serem idolatrados ou em aliviar o bolso dos incautos do que em evitar que o pior aconteça. Afinal, a irracionalidade continua sendo um negócio altamente lucrativo!

Os cientistas, com certeza, alertam os governantes há muito tempo, mas muitos parecem estar mais concentrados em demonstrar suas teorias do que em antecipá-las. Assim o extrativismo selvagem, a devastação de florestas e a poluição ambiental prosseguem.

Algumas propostas mirabolantes são feitas, algumas inconseqüentes, intervencionistas: "internacionalizar" a Amazônia, por exemplo. Mas os estudos mostram que, mesmo que ela seja preservada e reflorestada, a poluição gerada em outros cantos do planeta pode destruí-la! Além disso, sejamos francos: O que ocorre na Amazônia não é fruto da demanda internacional? Quem compra a madeira? A soja que se planta e o gado que pasta, ali, são para o mercado brasileiro?

Por quê, então, em vez de colocar "olho grande", cheio de segundas intenções, nos "pulmões" do Terceiro Mundo, endividado e tolhido, as grandes potências não recuperam seus mananciais e reflorestam seus desertos? Será que o dinheiro que serve para fomentar guerras e invasões, e para comprar governantes corruptos e sanguinários não serve para isso?

Mas o equilíbrio "humanidade x meio ambiente" é muito mais complexo: Como conciliar a preservação ambiental com a preservação de empregos e a sombra da fome que atinge milhões de seres humanos?

Por isso talvez os dirigentes mundiais resolvam manter tudo como está, para ver como é que fica. No máximo, podem estar planejando a sobrevivência das "elites" em "bunkers" sofisticados, ou mediante aprimoramento de sua capacidade orgânica de adaptação em meio ambiente agressivo mediante vacinas desenvolvidas a partir de genes de ratos e baratas.

A humanidade precisa deixar de ser operária voluntariosa, servil e distraída de sua própria aniquilação antes que algum "messias" proponha a esterilização em massa, ou produza e dissemine doenças e guerras como forma de controlar a demografia mundial e salvar os "seus escolhidos".

Nesse meio tempo é provável que os culpados de sempre ampliem investimentos, só que não em preservação ambiental, mas em "pão e circo" para distrair o povo da realidade e de seus reais propósitos!

Só que "tá ficando quente!", e o circo já está começando a pegar fogo...

Fones: (13) 32614929 / 97723538

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