Revista EngWhere
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ORÇAMENTOS, PLANEJAMENTOS
E CANTEIROS DE OBRAS
     Ano 06 • nº 68• 01/11/08
“O certo não é priorizar o que está em sua agenda, mas agendar suas prioridades” - Stephen R. Covey.
Nesta Edição

Internet: Biblioteca de Assuntos Gerais do EngWhere - Ampliada
Marketing Empresarial: Devagar com o andor!
Gerenciamento de Projetos: Gerência Intuitiva
Engenharia: O que os olhos não vêem...

O EngWhere apresenta a nova versão superlativa do EngWhere Orçamentos, software indispensável no computador de engenheiros, tecnólogos e arquitetos.
O Software do Engenheiro

EngWhere Magma. O Mais Moderno Software da Engenharia Nacional
Orçamentos ágeis e descomplicados;
Única opção para cálcular corretamente as despesas indiretas. Inclue o EngWhere BDI;
Design arrojado, bancos de dados poderosos;
Desenvolvidos em Visual Basic para todos os Windows.

Clique aqui para entrar na loja virtual: Preços de Lançamento!

O passo-a-passo do EngWhere Magma
Aprenda o básico do Magma em 9 passos, observando a imagem abaixo.
À direita a planilha dos serviços, à esquerda as composições de preços (MO+Mat+Eq), em baixo a planilha dos insumos (ou Armazém Geral).
Página Principal do Orçamento do EnWhere Magma 8 - Clique para ampliar
• Para criar novo orçamento, carregue um dos arquivos padrão e use o comando Arquivo > Salvar como... ou clique em Arquivo > Novo para criar um banco de dados vazio;
• Para criar uma nova composição vazia no banco de dados clique em Nova...;
• Para duplicar uma composição existente clique em 2x;
• Para lançar os quantitativos dos serviços no novo orçamento, preencha a coluna Quant da planilha ou preencha as caixas de texto Quant de cada composição. Composições não quantificadas (com 0) não serão exibidas nas planilhas e não precisam ser deletadas.
• Para lançar insumos na composição recém criada filtre-o na planilha de insumos inferior e dê 2 cliques sobre o mesmo para transportá-lo para a primeira linha vaga da composição.
• Para lançar o BDI, os Encargos Sociais e Atualizar Preços, em todas as composições use o formulário Dados Comuns.
• Para atualizar salvar as edições feitas na composição clique em Atualizar.
• Para atualizar os preços dos insumos abra a planilha do Armazém Geral e corrija-os um a um manualmente, ou lance os multiplicadores automáticos (com filtros), ou importe-os de outro programa do Windows.
• Seu orçamento está pronto. Clique em Planilhas e escolha uma das dezenas de opções de impressão de relatório. Imprima também a relação de materiais e a relação da mão de obra necessária para construir a obra.
Parabéns! Você já sabe como fazer um orçamento com o EngWhere Magma.

Atenção usuários do EngWhere Orçamentos e do EngWhere BDI:
desconto equivalente a 50% do valor pago na época da aquisição anterior, na compra do EngWhere Magma. Consulte-nos anteriormente à aquisição.
  Internet . NOVIDADES NO SITE DO ENGWHERE
Biblioteca de Assuntos Gerais da Revista EngWhere
Ampliada

Fábulas & Parábolas
  • Consertando o Mundo (pps - 163KB)
  • Uma Lenda Chinesa (pps - 356KB)
  • Estratégia (htm)
  • O Segredo Completo (pps - 3,29MB)
  • Tempo Mágico (pps - 575KB)
  • O Vestido Azul (pps - 461KB)

Gerenciamento de Projetos

Abraão Dahis
(Espaço e Expressão - http://www.plantabaixa.com/)
Arquiteto, Pós-Graduando MPM em Gerenciamento de Projetos (SEGRAC/UFRJ)
  • Gerenciando Mudanças em Projetos de Vida (doc - 581KB)
  • Gerência do pensamento (doc - 440KB)
  • Gerência intuitiva (doc - 640KB)
Almanaque / humor
  • Quadro de Aviso - Aos funcionários (htm)
  • Close a bag without using a bag clip (wmv - 1,79MB)
  • Filhinha do Papai (pps - 57KB)
  • Bom pra caralho (pps - 225KB)
  • Zezinho vai marcar o pênalti... (wav - 203KB)
  • O Passarinho da paz (pps - 733KB)
  • Convite (pps - 1,81MB)
  • Churrasquinho (pps - 894KB)
Almanaque / humor
  • Quadro de Aviso - Aos funcionários (htm)
  • Close a bag without using a bag clip (wmv - 1,79MB)
  • Filhinha do Papai (pps - 57KB)
  • Bom pra caralho (pps - 225KB)
  • Zezinho vai marcar o pênalti... (wav - 203KB)
  • O Passarinho da paz (pps - 733KB)
  • Convite (pps - 1,81MB)
  • Churrasquinho (pps - 894KB)
Manifestos
  • Sinto Vergonha de Mim - Rui Barbosa (doc - 22KB)
  • Carta ao Exmo. Sr. Presidente da República (pps - 100KB)
  • Cansei! OAB (wmv - 1,71MB)
  • Show do Ministro (pps - 284KB)
Engenharia
  • Estudo de corrosão das armaduras frente ao ataque por cloretos e carbonatação
    em estruturas de concreto armado no laboratório de materiais de construção da
    Universidade Federal de Goiás (doc - 69KB)
  • Estrada Paris Barcelona (pps - 440KB)
Arquitetura
  • Aristocratic English Houses (pps - 3,35MB)
  • Calçadas portuguesas (pps - 6,09MB)
  • Dubai (pps - 229KB)
Relacionamento
  • Como Nasce um Paradigma (doc - 20KB)
  • Fascinante (pps - 697KB)
  • A Porta ao Lado (doc - 23KB)
  • Ame (pps - 664KB)
Religiões
  • O Preço (pps - 826KB)
  • Para Voce (pps - 1,18MB)
  • Caminhos (pps - 1,47MB)
Curiosidades
  • Montagens fotográficas (pps - 888KB)
  • Adivinhe (pps - 4,67MB)
Ecologia
  • Luz grátis durante o dia (wmv - 2,50MB)
  • As bebês focas (pps - 525 KB)
  • O Sol
Diversos
  • Discurso de formatura (doc - 28KB)
  • Geografia - Patagônia (pps - 4,71MB)
  • Culinária - Livro do Churrasco (doc - 2,89MB)

Palavras Chave

engenharia, construcao, gerenciamento, construção civil, gestão, contratos, obra, engenharia civil, modelo planilha gastos, planejamento estrategico modelo, planilha gastos mensais, modelo planilha de gastos
Literatura
  • Neruda (pps - 571KB)

Início

  Ênio Padilha . MARKETING EMPRESARIAL

Devagar com o andor!

Ênio Padilha
Engenheiro, escritor e palestrante.
Formado pela UFSC, em 1986, especializou-se em Marketing Empresarial na UFPR, em 1996/97.
Escreve regularmente e seus artigos são publicados, todas as semanas, em diversos jornais do país.
eniopadilha@uol.com.br

Oassunto é inevitável. É a pauta da hora: está faltando engenheiros no Brasil!

Todos os dias algum veículo da grande mídia traz esse assunto à baila. Engenheiros e estudantes de Engenharia não poderiam estar mais felizes. Tudo parece muito bem.

Eu não quero ser o estraga-festas, mas tenho de falar umas coisinhas. Fazer umas perguntinhas: O que nos levou a isto? O que levou o Brasil a, "de repente" ficar sem engenheiros? Que parcela da responsabilidade cabe aos próprios engenheiros? Como esta questão será resolvida? O que vai acontecer quando essa questão for resolvida? A quem interessa resolver essa questão?

A Engenharia Brasileira, cuja história remonta ao final do século XVIII viveu seu período de ouro entre a década de 1920 e o final da década de 1970. Foi um período marcado pela liderança brasileira no desenvolvimento da tecnologia de concreto armado; de forte desenvolvimento do setor elétrico nacional; de muito investimento em infra-estrutura, especialmente em rodovias, eletricidade, saneamento básico, abastecimento de água e telecomunicações... um período, enfim, de grandes obras de engenharia.

Foi o período em que as entidades de classe da Engenharia cresceram e se fortaleceram econômica e políticamente. Tornar-se engenheiro representava garantir-se na vida. Engenheiros tinham poder econômico e social, que resultava em grande influência política.

Nos últimos dois anos da década de 1970, com o fim daquilo que era chamado de "Milagre Brasileiro", uma crise sem precedentes atingiu o país, com consequências particularmente severas para a Engenharia. Entramos no que se convencionou chamar de "A década Perdida". Engenheiros foram do paraíso ao inferno de uma hora pra outra (nenhuma outra categoria profissional sentiu tanto os efeitos da crise). Acabaram-se os investimentos em obras de infra estrutura; houve o fechamento (desativação) dos grandes escritórios de projetos e consultoria; não havia uma Política Nacional de Desenvolvimento e, como resultado, o engenheiro “Virou Suco”.

No início dos anos 90 a crise já não estava tão severa, mas outros fatores contribuiram para amarrar o processo de renascimento da Engenharia como profissão interessante: entraram em cena os programas de computador (CAD), a Internet e o telefone celular. Três novas tecnologias que obrigavam os profissionais a rever seus métodos de produção e relacionamento com o mercado.

O Marketing, ferramenta indispensavel para enfrentar aqueles tempos difíceis ainda era uma prática renegada pelos profissionais e pelas entidades de classe. Iniciou-se um processo de aumento (alguns chamam de proliferação) no número de Escolas de Engenharia e, na virada do século havia um renascimento da Engenharia Brasileira, porém, num mundo completamente desconhecido. Poucas obras, poucos clientes e um número crescente de profissionais novos no mercado. E todo mundo sem experiência mercadológica, pois não haviam referências. Os mais antigos não sabiam lidar com um mundo muito novo e os mais novos não tinham experiência necessária para fazer frente às dificuldades que apareciam.

Resumo da ópera: tivemos uns 25 anos de vacas magras. Vacas muito magras!

Este período não pode ser esquecido. Essa experiência precisa ser analisada para que não se cometa os mesmos erros do passado: por parte dos profissionais, a alienação política, a arrogância com o mercado e o descuido com a qualidade do serviço; por parte das escolas com uma postura encastelada que se isolou do mercado de trabalho e tornou o curso de engenharia completamente desinteressante para os jovens estudantes. O Brasil ficou sem engenheiros porque os jovens não são tolos. Quem é que quer fazer um dos cursos mais difíceis da universidade para depois enfrentar um mercado que não dá respostas satisfatórias à esse investimento pessoal? (os cursos de Medicina, Odontologia e Direito por exemplo, estão entre os que menos reprovam alunos nas universidades federais)

Hoje eu vejo dirigentes da Engenharia abordando essa questão da falta de engenheiros no Brasil apenas como uma grande oportunidade. Eu vejo a coisa com um pouco mais de cuidado. Não quero que essa nova geração de engenheiros pratique uma Engenharia insustentável. Uma Engenharia que apenas explora o mercado disponível.

É nossa responsabilidade não apenas explorar mas também (e principalmente) desenvolver o mercado. prepará-lo para a estabilidade, que virá, não tenham dúvidas.

Temos de agir de forma estratégica para tirar o máximo proveito possível dessa circunstância positiva de mercado, que deverá durar ainda alguns anos, mas sem descuidar do futuro. Do mercado de trabalho que deixaremos de herança para os engenheiros que hoje ainda estão nos berçarios por este Brasil a fora. 

Leia outros artigos no site do Especialista: http://www.eniopadilha.com.br

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O que mudou com a versão Magma
Todo o software foi refeito, e as principais mudanças em relação à versão anterior foram:
  • Design modernizado e ferramentas avançadas de programação foram incluídas, como as barras de ferramentas com rolagem, as planilhas coloridas e mais agradáveis, ícones mais profissionais, etc;
  • Na Página Principal foi acrescentada a planilha dos serviços e o armazém online facilitando ainda mais a navegação, compreensão, operação do software;
  • Foi acrescentado o formulário Atalhos para acessar mais rapidamente todas as páginas do software. A navegação ficou ainda mais simplificada:
  • Os campos de Mão de Obra, Materiais e Equipamentos aumentaram de 3 x 6 para 2 x 10 + 8;
  • Foi acrescentada importante e eficaz ferramenta para Levantamento dos Quantitativos dos Projetos;
  • O botão consulta foi substituido pela Biblioteca (e a quantidade de assuntos ampliada);
  • Foi excluído completamente o controle de obra que, ampliado, passou a integrar outros softwares;
  • A nova versão do software BDI passou a integrar o Magma;
  • Foram melhoradas as ferramentas de manipulação dos banco de dados, tanto para compactação de arquivos, quanto de conversão entre versões e detecção de erros;
  • Foram acescentados os formulários de 'Risco do empreendimento', 'Modelos de documentos', 'Escopo dos serviços', 'Visita à obra', 'Thesaurus' com textos e curso de orçamento de obra em geral, 'Encargos sociais', etc;
  • Os códigos foram refeitos de forma a agilizar os cálculos e os bancos de dados ficarem mais seguros e menos sujeito a erros;
  • Foram alterados o setup, que ficou mais descomplicado, e a forma de fornecimento das liberações (vitalícias com o Pendrive).
    O Pendrive da Versão Empresa poderá ser acessado por vários computadores ao mesmo tempo, enquanto que o da Versão Profissional por apenas 1 computador.
    Em ambos os casos o software poderá ser instalado em número ilimitado de máquinas. A Edição profissional será fornecida com 1 Pendrive e a Versão Empresa com 2 Pendrives especiais (que não bloqueiam a rede).

Magma superlativo!
Conclusão do parecer proferido pelo relator Guilherme de Almeida, na votação do Concurso literário da Academia Brasileira de Letras
em que Magma, livro de poesias de Guimarães Rosa, foi vitorioso:
- É, pois, meu parecer que seja o 1º prêmio do Concurso de Poesia de 1936 concedido ao livro Magma, de João Guimarães Rosa;
e que não seja a ninguém, neste torneio, conferido o 2º prêmio, tão distanciados estão do primeiro premiado os demais concorrentes.
Tal é, salvo melhor juízo, o meu parecer.
São Paulo, 22 de novembro de 1936.

Guilherme de Almeida, Relator.

  Abraão Dahis . GERENCIAMENTO DE PROJETOS
Gerência Intuitiva
(parcial)
Abraão Dahis
Espaço e Expressão - http://www.plantabaixa.com/
adahis@plantabaixa.com
Arquiteto, Pós-Graduando MPM em Gerenciamento de Projetos (SEGRAC/UFRJ),
Coach Executivo com certificação internacional pelo ICI, focado em Valores, Metas e Resultados,
Trainer e Palestrante abordando os temas: Habilidades, Mudanças, Intuição e Qualidade de Vida

1. Introdução
Quando possuimos uma formação superior em ciências exatas, nos é ensinado que a metodologia adequada para o gerenciamento de um projeto é primeiramente a elaboração de um Levantamento de Dados, o mais completo possível, que será analisado e imediatamente transposto tanto descritivamente quanto gráficamente para um Estudo Preliminar, que, por sua vez, poderá ainda ser desenvolvido em etapas aperfeiçoadas subsequentes como o EP2, EP3, e assim sucessivamente, até que culmine em um Ante-projeto, este sim, já com especificações mais aprofundadas e delineadas com maior precisão e, finalmente, o concluímos com o Projeto Final de Execução, agora já minuciosamente detalhado, contendo todos os processos e metodologia a serem implantados para a perfeita compreensão por parte daqueles que o irão executar.
O cenário atual nos impõe conhecer técnicas diferenciadas destas, já obsoletas, onde mecanismos de Project Management recomendam utilizar-se o tripé PPP: Pessoas, Processos e Produtos/Serviços, de forma que se alcance maior eficácia, eficiência e economia ante o sucesso a ser alcançado pelo projeto. Hoje é necessário que as empresas implementem efetivamente, práticas que garantam a absorção de novos negócios e mantenha os já estabelecidos. Isto significa que organizações que utilizam o gerenciamento de projetos como instrumento de gestão têm maior capacidade de responderem rapidamente a novos requisitos do mercado, fortalecendo seu posicionamento estratégico. Um projeto fracassado pode vir a significar o encerramento das atividades deste setor e até mesmo a “morte” desta organização.
Hoje, a metodologia aplicada é baseada nas orientações do PMI Project Management Institute, uma das principais organizações do setor, que identifica e descreve as principais áreas de conhecimento e práticas que são geralmente aceitas para gerenciamento de projetos.
Para se gerenciar um projeto deve-se inicialmente ter a consciência de que este será um empreendimento temporário com o objetivo de se criar um produto ou serviço único. O projeto prepara o produto a ser processado em quantidade. O desenvolvimento de um nave interestelar é um projeto e a fabricação destas naves a serem lançadas sequencialmente de encontro às estrelas da via láctea, em um determinado período de tempo é um processo. O evento M de Moda é um projeto a ser realizado, mas a metodologia para se realizar eventos M de Moda em 10 estados brasileiros de acordo com calendário anual é um processo. Escrever este artigo único é um projeto mas, preparar este mesmo artigo para ser publicado em diversas e diferentes revistas especializadas é um processo. Estudar é um processo para se aprender a gerenciar projetos e se obter o conhecimento esperado?

  Adilson Luiz Gonçalves . ENGENHARIA
O que os olhos não vêem...
Adilson Luiz Gonçalves
Engenheiro, Professor Universitário e Articulista.
algbr@ig.com.br
Recuperação de estruturas é um negócio sério!

Um leigo nem sempre sabe a gravidade de uma fissura num pilar, viga ou laje; ou de uma mancha esbranquiçada ou avermelhada na superfície desses elementos; ou de uma placa de concreto que se desprende deles, expondo barras de aço. Alguns ficam alarmados e chamam um especialista para aconselhá-los, outros deixam para lá e fazem uma gambiarra, escondendo o problema, em vez de resolvê-lo. São os adeptos do ditado: "O que os olhos não vêem...".

Sobre isso, um colega, especialista em recuperação de estruturas, confessou seu desconsolo com o que tem visto "na praça":

A remoção do concreto deteriorado é feita com ferramentas inadequadas; a eliminação da oxidação do aço é efetuada com "marteladinhas" e tratadas com pinturas anti-corrosivas à base de óxido de ferro (zarcão) ou com "Ferrox". A recomposição das seções de concreto acontece com argamassas, industrializadas ou não, iguais às usadas em revestimento de paredes ou assentamento de azulejos. Tudo muito "simples e baratinho", mas tecnicamente incorreto!

Meu colega questionava se havia "faltado naquela aula" ou entendido tudo errado, pois aprendera que após a remoção das partes corroídas, com ou sem substituição ou reforço da armadura, esta deveria ser limpa e tratada com produtos adequados, geralmente pinturas a base de zinco, para protegê-la; que esse tipo de tratamento deveria assegurar aderência entre o aço e o concreto, pois é assim que uma estrutura de concreto armado deve trabalhar; que a recomposição da estrutura deveria ser feita com concreto, graute ou argamassas de alta resistência e que esses materiais deveriam garantir, também, baixa permeabilidade, para proteger o aço da agressividade do meio ambiente.

Inconformado, ele chegou a entrar em contato com fabricantes dos produtos desse "kit mágico", panacéia leiga, para perguntar se eles eram indicados para recuperação de estruturas. Todos afirmaram que essa utilização era indevida e desaconselhável, pois as argamassas colantes utilizadas para assentar revestimentos cerâmicos não têm resistência estrutural. Já o "Ferrox": não é uma pintura protetiva, mas um ótimo produto para remover oxidação superficial, que deve ser aplicado e removido até que a corrosão seja eliminada para, aí sim, ser aplicada uma pintura anti-oxidante. Sobre o zarcão: ele é recomendável apenas como fundo anti-oxidante para pinturas em estruturas metálicas, portões, janelas.

Meu colega já sabia disso, mas quis confirmar esses dados, pois algum estudo recente poderia respaldar essas práticas. Mas, se os próprios fabricantes descartam o uso desses produtos e "técnicas" para a recuperação de estruturas, qual a justificativa de quem os indica?

O problema é que, infelizmente, esses "usos e costumes" são corriqueiros, feitos com as desculpas de sempre: "o custo é menor" ou "o problema não é tão sério". Para esses "experts" usar materiais e procedimentos adequados é "exagero" ou "desperdício".

Um leigo pensar assim é compreensível, mas não é o caso quando essa orientação vem com a certeza de profissionais que "entendem de tudo" e para os quais tudo sempre é "muito simples".

É bom lembrar que tanta "simplicidade" tende a dispensar aconselhamentos futuros, com o nefasto entendimento de que aquela "solução" serve qualquer situação, tornando qualquer leigo um "especialista".

Ao meu colega eu só posso recomendar que persista em sua postura profissional técnica e ética. Já para os proprietários de imóveis, síndicos de edifícios e afins, a sugestão é outra: Consultem no mínimo três especialistas! Peçam formalmente as especificações. Além disso, em tempos de Internet, verifiquem se os produtos e técnicas sugeridos são "do ramo", se existem equivalentes. Façam cotações de preços. Além disso, ao contratarem, exijam cópia da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica do profissional para o serviço, o que dará as garantias previstas na lei. Senão, só uma lei será respeitada: a da gravidade! E essa não perdoa... Os olhos vêem!

Fones: (13) 32614929 / 97723538

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NÓS MINEIROS SOMOS 10 KKKKKKKKK. NÓIS É HUMIRDE MEMO, SÔ!!! HUMILDADE MINEIRA... NÓIS É ASSIM
Três paulistas querendo contar vantagem para o mineirim:
1º. paulista: - Eu tenho muito dinheiro... Vou comprar o Citibank!
2º. paulista: - Eu sou muito rico... Comprarei a Fiat Automóveis
3º. paulista: - Eu sou um magnata... Vou comprar a Usiminas.
E os três ficam esperando o quê o mineiro vai falar. O minerim dá uma pitada no cigarro de palha, engole a saliva... faz uma pausa... e diz:
- Num vendu.

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