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ORÇAMENTOS, PLANEJAMENTOS
E CANTEIROS DE OBRAS
    Ano 05 .  nº 39 .  01/02/2005
Edição de Lançamento do Ofélia

Orçando Combustíveis: É mais rápido e mais fácil que o jogo-da-velha
Marketing Empresarial: Mulheres na Engenharia
Enfim um Professor de Construção Civil de verdade- O Cal nosso de cada dia
Qualidade Total: A Nova Estrutura da ISO 9000
Urbanismo: Pontos de Ônibus
Ética e Educação : Tendências Estruturais nas Organizações
Comunicação Ambiental - Pela Democratização da Informação Ambiental

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Preencha a tabela abaixo com os dados de sua obra e depois clique no botão Totalizar, no rodapé, para processar a tabela.
Mantenha o 0(zero) não havendo valor a lançar.
Todos os quantitativos e preços poderão ser alterados pelo Usuário.
Caso prefira, digite na caixa de texto o prazo da obra e em seguida no botão Lançar para preencher automaticamente todos estes campos. Depois exclua os que não forem utilizados, zerando-os.
Mas antes atualize-os com os preços praticados em sua obra.

Duração da obra em meses
(não é obrigatório o mesmo valor para todos os itens)
Óleo Diesel (R$ / l)
Gasolina (R$ / l)
Álcool (R$ / l)

ITEM
EQUIPAMENTO
UNID
DUR
CONSUMO
KM ou H /MÊS
TOTAL (L)
   
1.
ÓLEO DIESEL
01
CAMINHÃO BASCULANTE MB LK 1513
km/l
02
CAMINHÃO BASCULANTE MB 1113 / 1514
km/l
03
CAMINHÃO BETONEIRA LB2220
km/l
04
CAMINHÃO BROOK L-1214
km/l
05
CAMINHÃO CARROCERIA F-11.000 (MWM)
km/l
06
CAMINHÃO F-600 / F 11.000 (Perkins)
km/l
07
CAMINHÃO MUNCK L -1214
km/l
08
CAMINHÃO TANQUE 10.000 LTS L-1214
km/l
09
CAMINHONETE D-10 / F-1.000
km/l
10
ÔNIBUS
km/l
11
OUTROS
km/l
12
AGRALE M80/M85/M90
l/h
13
CARREGADEIRA DE PNEUS CAT 966 C/R
l/h
14
CARREGADEIRA DE PNEUS CAT 930
l/h
15
CARREGADEIRA W 20
l/h
16
CARREGADEIRA W 36
l/h
17
COMPACTADOR MANUAL CM 20
l/h
18
COMPRESSOR A AR 750 PCM
l/h
19
COMPRESSOR XA-60 / XA-80
l/h
20
ESCAVADEIRA S90 / FE 105
l/h
21
GRUPO GERADOR 90 KVA
l/h
22
GRUPO GERADOR M.PERKINS-60 kVA
l/h
23
GUINDASTE SOBRE PNEUS 20T - BANTAN
l/h
24
MOTONIVELADORA 120 G
l/h
25
PERFURATRIZ DE ESTEIRA ROC-601
l/h
26
RETRO CASE 580 H
l/h
27
RETROESCAVADEIRA CAT 320
l/h
28
RETROESCAVADEIRA FB 80
l/h
29
ROLO COMPACTADOR CA-15
l/h
30
ROLO PÉ DE CARNEIRO VIBRAT. CA 25
l/h
31
TRATOR AGRÍCOLA CBT 2105
l/h
32
TRATOR DE ESTEIRA D4-E
l/h
33
TRATOR DE ESTEIRA D6-C/D
l/h
34
TRATOR DE ESTEIRA D8-L
l/h
Soma Óleo Diesel
l
     
GASOLINA
01
VEÍCULO DE PASSEIO
km/l
02
UTILITÁRIO KOMBI
km/l
03
AMBULÂNCIA
km/l
04
OUTROS
gl
Soma Gasolina
l
     
ÁLCOOL
01
VEÍCULO DE PASSEIO
km/l
02
UTILITÁRIOS
km/l
03
OUTROS
gl
Soma Álcool
l
     
         
TOTAL GERAL (R$)
 

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  Ênio Padilha . MARKETING EMPRESARIAL

Mulheres na Engenharia

Ênio Padilha
Engenheiro, escritor e palestrante.
Formado pela UFSC, em 1986, especializou-se em Marketing Empresarial na UFPR, em 1996/97.
Escreve regularmente e seus artigos são publicados, todas as semanas, em diversos jornais do país.
eniopadilha@uol.com.br

Minha grande amiga, Deodete Packer, engenheira, professora, consultora especial, está à frente de uma grande batalha. O Fórum da Mulher, organizado e promovido pelo CONFEA no site www.confea.org.br.

Aí ela me pediu um texto para ser publicado no tal Fórum. Um texto que, em última análise, tivesse a capacidade de estimular as mulheres a participar e expor suas histórias profissionais. Suas dificuldades e também seus sucessos.

“Claro!”, eu respondi. “É pra já!”. Fiquei, sinceramente, estimulado com a oportunidade. Considerei a tarefa pra lá de simples. Prometi que o artigo estaria pronto “na semana que vem.” Minha amiga Deodete deve ter ficado toda animada, coitada. Está esperando o artigo até hoje.

Já faz mais de um mês! Quase dois meses. Todos os dias eu tento escrever alguma coisa e não sai nada que preste. Nada que esteja à altura do problema. Já li muita coisa a respeito do tema e, cada vez me convenço mais de que não é fácil ser mulher engenheira no Brasil (talvez, no mundo).

Por outro lado, o potencial de sucesso das mulheres engenheiras não é nada desprezível. Eu diria que, do ponto de vista do marketing (que é a minha praia) existe apenas um ponto de contato entre as dificuldades e o sucesso, esperando para ser conectado. E tudo o mais virá por mera conseqüência.

Desde Edwiges Maria Becker e Jovita Garcia de Souza, as duas primeiras mulheres formadas engenheiras no Brasil (em 1919) tem sido assim. Na época, como conta Pedro Carlos da Silva Telles, no seu livro “História da Engenharia no Brasil”, as mulheres não sentavam nas salas de aula, com os rapazes, mas em cadeiras especiais, colocadas à frente da primeira fila. Apesar dessa segregação velada, no entanto (vejam só o poder!), já em 1924, Iracema da Nóbrega Dias era professora da Politécnica do Rio de Janeiro. A primeira professora em um curso de engenharia, no Brasil.

Há um consenso, nos cursos de engenharia, no Brasil inteiro, de que as mulheres estão sempre acima da média de desempenho entre os alunos do curso. De minha parte, minha experiência pessoal comprova isso. As mulheres que estudaram comigo, na UFSC, no início da década de 1980 (Raquel, Marisa, Carla e Dulce) sempre estiveram (muito) acima da média da turma.

Creio que, por conta disso, cobra-se das mulheres engenheiras um desempenho de carreira correspondente a esse potencial observado na escola. Mas não podemos esquecer que as mulheres tem outro tempo. Outra perspectiva. Seguem um outro relógio, diferente do que é utilizado pelos homens.

Adrienne Mendell, uma autora norte-americana de muito sucesso, escreveu um livro fantástico chamado “Como os Homens Pensam”. No fim das contas o livro fala mesmo é das diferenças entre como homens e mulheres pensam. E, do livro de Adrienne, pode-se concluir que as mulheres desenvolvem valores e interesses diferentes. Os objetivos de carreira que motivam os homens não são os mesmos que motivam as mulheres.

Por serem mais dados à competição, os homens alardeiam mais seus feitos e seus sucessos. As mulheres preocupam-se menos com isso. Contam menos vantagens. Mesmo quando estão em grande vantagem.

Isto, talvez, seja o que deve ser mudado.

Acho que falta às mulheres mais divulgação dos seus feitos, seus projetos, suas pesquisas e suas realizações.

Nesses anos todos de exercício profissional e de convivência com engenheiros e engenheiras, tenho visto muitas colegas que são (mantendo o desempenho já verificado no tempo da faculdade) mais eficientes e capazes do que a maioria dos colegas homens. Mas elas acabam aparecendo menos, no mercado, por falta de uma certa dose de autopromoção.

Fica, portanto, aqui, minha sugestão às mulheres engenheiras: leiam o livro da Adrienne Mendell. Entendam os mecanismos da avaliação do mercado. E desenvolvam estratégias de divulgação de seus resultados positivos. Em outras palavras: apareçam!

Falta apenas isto para que os resultados profissionais das mulheres comecem a aparecer. Pois os resultados já existem. Falta serem divulgados como se deve.

Leia outros artigos no site do Especialista: http://www.eniopadilha.com.br

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Não tento dançar melhor do que ninguém. Tento apenas dançar melhor do que eu mesmo. - Baryshnikov
  • Índice, que te quiero índice
    O volume total do entulho durante todo o período de construção de um edifício é equivalente a cerca de 5,5cm de espessura espalhados uniformemente pela área construída.
    Ao calcular seus Custos Indiretos deverão ser consideradas a coleta, a carga e o transporte em basculante deste volume para bota-fora próprio e o mais próximo da obra. O valor não é desprezível.
   
 Agenda, Memos & CI's
Janela do Vaticano
-<o>-<o>-<o>-
Espaço para mensagens relevantes
que no geral não são levadas a sério.

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Leia no próximo texto
o Professor demonstrando
que Materiais de Construção
pode ser Matéria muito agradável!
  Geraldo Cogorno . MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

A Cal nossa de cada dia

Engº Geraldo Cogorno
Coordenador e Professor da Faculdade de Engenharia Civil de Ponta Porã,
nas disciplinas 'Materiais de Construção' e 'Construção Civil'.
Engenheiro Civil pela Escola de Engenharia da Universidade Mackenzie em 1977.
gcogorno@terra.com.br

A cal é um dos principais aglomerante utilizado na construção civil. Seu uso remonta a mais de 5.000 anos, quando as antigas civilizações serviam-se dela para fixar blocos de pedra ou adobe e dar acabamento às paredes. Exatamente igual como fazemos hoje.

A dúvida que persiste, ainda, é quanto à utilização, ou não, da cal virgem.

Na região da fronteira, esse tipo de cal não existe mais há quase 15 anos, vez que foi substituída pela conhecida cal hidratada.

Até a década de 70, o uso da cal no seu estado natural, representava todo um ‘ritual’ na obra. Começava com o transporte, que não podia ser em caminhões com carrocerias de madeira, devido ao risco de pegar uma chuva e a cal começar seu processo de hidratação liberando energia calorífica, que em alguns casos poderia vir a queimar as tábuas da carroceria.

Depois de descarregada na obra começava o processo de ‘apagar’ a cal, ou seja, hidratá-la. Para isso era necessário escavar uma ‘piscina’ e preparar a ‘bacia’ onde seria colocada a cal com a água. Depois de uma boa mistura (hidratação) usando enxada, abria-se a pequena ‘comporta’ por onde o líquido (nata) escorria até encher o local anteriormente escavado.

Isso tudo era preparado durante, ou mesmo antes do processo de demarcação da obra, de tal forma que esteja totalmente hidratada quando fosse necessária sua utilização.

Além de todo esse trabalho, ainda existia a probabilidade de alguns grãos de cal não terem sido suficientemente hidratados, vindo a prejudicar o reboco, com pequenos ‘estouros’, deixando furos no acabamento. Isto obrigava a preparar a famosa “massa branca”, deixando-a descansar por pelo menos 30 dias, quando então era misturada ao outro aglomerante (cimento) para ser usada, seja no assentamento de tijolos, seja na execução de rebocos.

Hoje, com a tecnologia e a facilidade da cal hidratada, todo esse processo foi eliminado e além de baratear o custo da obra – menos mão de obra, menos frete, menos tempo – os efeitos colaterais foram reduzidos a níveis próximos de zero. Daí podermos afirmar, sem medo de errar, que a cal hidratada veio para ficar. E ficar com muita qualidade e praticidade.

Devemos, porém, ficar alertas com alguns produtos que se dizem “substitutos da cal”, que apregoam economia (1 medida da tampa corresponde a 1 saco de cal) e prometem melhorar o desempenho das argamassas, mas que não passam de simples misturas de água com soda, ou algum outro produto, não identificado no rótulo, e sem apresentar algum Laudo ou Certificado que garanta sua qualidade. Quem já utilizou, garante que após certo tempo, o reboco começa a apresentar manchas, desagregação e o surgimento de um líquido na cor branca. Soda pura.

Portanto, todo cuidado é pouco. Não saia do seguro para entrar no duvidoso. E não se esqueça que: “a economia, quase sempre, é a base da porcaria”.

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  Luís Renato Vieira . QUALIDADE REAL
A Nova Estrutura da ISO 9000
Luís Renato Vieira
Diretor da empresa Qualidadereal Cons. e Assessoria S/C Ltda.
Empresa especializada em implantação de sistemas da qualidade e gestão ambiental.
qualidadereal@ig.com.br

Vamos tentar neste comentário eliminar o medo das empresas certificadas em fazer as alterações necessárias para adequação a versão 2000 da NBR ISO 9000.
O número de normas diminuiu, as normas atuais ISO 9001/9002/9003 serão unificadas em uma só. Não ocorrerão grandes modificações no sistema da qualidade são poucos os novos requisitos.
A compreensão da norma será mais fácil com a nova versão das normas da série ISO.
Os 20 itens atuais da ISO 9000:1994 serão redistribuídos dentro de 4 módulos, a saber:
. Responsabilidade da Administração;
. Gerenciamento de recursos;
. Gerenciamento de processos;
. Medição, análise e melhoria contínua.
Para o gerenciamento do sistema da qualidade será adotado o modelo de processo.
Satisfação do cliente e os processos de melhoria contínua serão focos desta nova versão da norma.
Os termos utilizados nesta versão estão mais próximos do usuário.
Há uma compatibilidade entre a estrutura da ISO 9000:2000 com a ISO 14000:1996, permitindo um sistema integrado.
Exigirá mais treinamento das pessoas envolvidas com a qualidade na organização.
Toda organização certificada ou que possua um sistema de garantia baseada na ISO 9000 terá um sistema de informação valorizado.
A versão 2000 englobará todos os tipos de serviços e produtos, até então tínhamos normas para categorias genéricas para hardware, software, materiais processados e serviços.
Será dado maior ênfase as auditorias internas e a validação de processos.
As empresas já certificadas terão um período de carência por parte dos organismos certificadores.
Os certificados emitidos com base nas atuais normas, terão um prazo de validade de três anos após a publicação oficial da nova norma.
As empresas certificadas pelas ISO 9001/9002/9003 poderão usar a ISO 9001:2000 através da redução do escopo.
Recomendamos que as revisões dos seus sistemas, mas de garantia da qualidade tenha início após a publicação da nova ISO 9000:2000, porém nada impede que as organizações já iniciem o processo de revisão.
Para finalizar quero lembra-los que o desempenho dos sistemas de garantia da qualidade e as relações entre a empresa e os clientes se darão com a:
Melhoria contínua dos processos;
A avaliação da satisfação dos clientes da organização;
E a constante avaliação dos indicadores de desempenho.

Leia outros artigos sobre Qualidade no site do Especialista: www.milenio.com.br/qualidadereal
Fone/Fax.: (41) 336-0921

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  Adilson Luiz Gonçalves . URBANISMO
Pontos de Ônibus
Adilson Luiz Gonçalves
Engenheiro, Professor Universitário e Articulista.
algbr@ig.com.br

Presenciei, recentemente, a conversa de um passageiro, turista, com um cobrador de ônibus. O assunto era o clássico questionamento sobre onde deveria descer, para ir a tal lugar. O cobrador, e bons samaritanos próximos, tentaram explicar, da melhor maneira possível o procedimento colocando-se, mesmo, a disposição para avisá-lo do local!

Ora, viva! Afinal, nesta terra, pratica-se a cortesia, além de ser a terra da Caridade!

Mas, quem já não teve experiência semelhante mais de uma vez, sem ser turista?

E o cobrador? Sempre foi prestativo? Isso, de certa forma, não pode prejudicar sua tarefa principal?

Recordei-me, então, de uma sugestão feita aos técnicos do DEMUTRAN, em 1990: Porquê não colocar nomes (referências) nos pontos de ônibus da cidade e itinerários esquemáticos, usando esses nomes, no interior dos veículos de transporte coletivo?

Não havia nenhuma novidade na proposta, já que várias cidades do Hemisfério Norte já adotam esse procedimento há décadas, com requintes, tais como: afixação de quadros esquemáticos dos itinerários das linhas nos postes e abrigos, indicando o local presente e o sentido futuro do trajeto (o Metro de São Paulo é um competente exemplo nacional, seguindo esse modelo há cerca de 25 anos).

O tempo passou... mudou o século (e o milênio), mas o condição persiste, renitente!

Será que não seria mais fácil responder ao passageiro: - O Sr(a). deve descer no ponto: "Centro – D. Pedro II."? Quem sabe, até, o mesmo ser avisado ao distinto mediante a já celebrizada frase: "Próxima parada: Praia-Ana Costa." (Tecnologia a custo viável para implantação de sistema de som nos veículos de transporte coletivo já temos!)?

"- Ah! Mas isso nos privaria do calor humano propiciado pelo intercâmbio, cordial, de informações entre cidadãos! Também não podemos esquecer dos vândalos... ".

"- Com licença? Desculpe interromper, mas, onde você ia descer mesmo?... Xiii, já passou há uns dois pontos atrás!"


Fones: (13) 32614929 / 97723538

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  Paulo Sertek . ÉTICA E EDUCAÇÃO

Tendências Estruturais nas Organizações- II

Engº Paulo Sertek
Mestre em Tecnologia e Desenvolvimento
Engenheiro Mecânico e Professor de Cursos de Pós-Graduação em Ética nas Organizações e Liderança
Pesquisador em Gestão de Mudanças e Comportamento Ético nas Organizações
Assessor empresarial para desenvolvimento organizacional
psertek@xmail.com.br

As Organizações em rede
Este tipo de estrutura decorre da tendência da definição das competências essenciais da própria empresa, isto é, das suas características competitivas peculiares dificilmente imitáveis pela concorrência. Ao definir qual é o foco da sua atividade, onde se dá a prioridade ao que sabe fazer e agrega valor para o cliente, o restante das atividades são contratadas de terceiros, que por sua vez dedicam-se à sua área específica de domínio tecnológico ou de conhecimento. A organização que gera o maior valor agregado para o cliente é a que detém o centro da rede ou realiza a função de catalisação e coordenação de todos os ramos entrantes no nó. O integrador da rede deve inspirar suficiente confiança e gerar as sinergias necessárias para propiciar o funcionamento da rede.
RICART(5) citando, SNOW, MILES e COLEMAN (1992), indica três tipos de distintos de organizações em rede que indicamos a seguir:

Edificações

As redes podem ser do tipo internas que aproveitam os recursos de iniciativas através do intra-empreendedorismo, os fornecedores são os diversos atores nos negócios da própria organização, para um novo projeto. Redes estáveis utilizam a subcontratação parcial, afetando algumas atividades de sua cadeia de valor. “Apesar de que os nós têm proprietários distintos, a empresa central desempenha um papel coordenador e fixa as relações estáveis com os outros membros da rede (6)”. As redes de tipo dinâmicas são menos estáveis e se estruturam para um determinado fim, por exemplo, um projeto envolvendo várias empresas formando uma equipe de desenvolvimento, terminada a tarefa a rede se extingue.

Organizações horizontais
Estas organizações são o resultado da busca por derrubar barreiras interfuncionais. Promove-se a melhora dos sistemas de comunicação entre departamentos, através de equipes interdisciplinares, forças tarefa, coordenações de projeto, etc. À medida que se foi criando mecanismos favoráveis à comunicação e interelacionamento lateral na estrutura da organização, e as tarefas foram cada vez mais focadas nas necessidades dos clientes, apareceram as estruturas baseadas em processos. Nas empresas do início do século passado primeiro se pensava nas tarefas a serem realizadas e depois eram agrupadas em atividades similares e assim se definiam funções desenhando a empresa, resultando as estruturas tradicionais das empresas burocráticas.
Nas organizações voltadas para o mercado, primeiro se identificam os processos chave que agregam valor para o cliente e depois se definem as tarefas. São equipes que atendem o desenvolvimento das atividades do processo, ainda utilizando a figura do artigo citado(7), vemos esquematicamente a organização horizontal comparada com a organização do tipo funcional.
Estes dois tipos de estrutura, a em rede e a horizontal constituem a tendência das organizações que melhor se adaptam às circunstâncias atuais. Não basta simplesmente configurar a estrutura para conseguir mudanças de mentalidade e hábitos profundamente arraigados. É necessário um trabalho de desenvolvimento pessoal para que os membros da organização contribuam para a eficácia destas estruturas, pois o diferencial será fundamentalmente; a adequação do comportamento das pessoas às formas novas de trabalho que exigem necessariamente mais cooperação e participação por parte de todos.

Leia outros textos sobre Ética e Educação no site do Professor
tel. (41) 233-5676
CETEC -Consultoria
www.ief.org.br

Bibliografia
COVEY, Stephen R. Liderança Baseada em Princípios. 1. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1994. p. 178.
FITTE, Hernan, La primacia de las personas en el gobierno de la empresa, In DOMÈNEC MELÉ, Ética en el gobierno de la empresa. Eunsa, Barcelona, 1996, p. 40
RICART, Joan E., El desarrollo personal en las nuevas formas organizativas. In. DOMÈNEC MELÉ. Ética en el gobierno de la empresa. Eunsa, Barcelona, 1996
STONER, John. A. F,. e FREEMAN, Edward, Administração, LTC, Rio de Janeiro, RJ, 1999, p.238.

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  Vilmar Berna . MEIO AMBIENTE
Pela Democratização da Informação Ambiental

Jornalista Vilmar Berna
Ambientalista de renome internacional e único brasileiro homenageado pela ONU
com o Prêmio Global 500 Para o Meio Ambiente, no ano de 1999.
Fundador do
Jornal do Meio Ambiente.
www.jornaldomeioambiente.com.br

Os países membros da ONU aprovaram durante a ECO 92 a Agenda 21, como um roteiro a ser seguido em direção ao desenvolvimento sustentável. Em seu capítulo 40, sobre Informação Para a Tomada de Decisões, os signatários recomendam que "sempre que existam impedimentos econômicos ou de outro tipo que dificultem a oferta de informação e o acesso a ela, particularmente nos países em desenvolvimento, deve-se considerar a criação de esquemas inovadores para subsidiar o acesso a essa informação ou para eliminar os impedimentos não econômicos."
Os representantes dos países signatários justificam essa medida ao reconhecer que "em muitos países, a informação não é gerenciada adequadamente devido à falta de recursos financeiros e pessoal treinado, desconhecimento de seu valor e de sua disponibilidade e a outros problemas imediatos ou prementes, especialmente nos países em desenvolvimento. Mesmo em lugares em que a informação está disponível, ela pode não ser de fácil acesso devido à falta de tecnologia para um acesso eficaz ou aos custos associados, sobretudo no caso da informação que se encontra fora do país e que está disponível comercialmente."
O que os países da ONU, inclusive o Brasil, perceberam claramente é que sem democratização da informação ambiental dificilmente haverá pleno desenvolvimento da cidadania ambiental, prejudicando o diálogo e o estabelecimento de parcerias entre os diferentes setores da sociedade brasileira envolvidos com a questão ambiental.
Contraditoriamente a essa necessidade de mais informação ambiental, após a ECO 92 este espaço restringiu-se na chamada grande mídia limitando-se hoje a ocorrências ocasionais, diante de acidentes ambientais e um ou outro tema que interesse ao público mais geral. Como resposta a este quadro, surgiram veículos alternativos de informação ambiental, basicamente divididos em institucionais e comerciais. Os veículos institucionais são editados por diversas entidades como estratégia para manter seus filiados e público-alvo informados das atividades e posições políticas da instituição. Mas têm tiragem restrita e não chegam a atingir a comunidade ambiental.
Desenvolveu-se, então, um segmento de mídias ambientais, de caráter não-institucional, que recentemente se reuniram na EcoMídias - Associação Brasileira das Mìdias Ambientais, cujas tiragens somadas atingem cerca de 1,5 milhões de exemplares mensais, e que incluem jornais como o Jornal do Meio Ambiente, Folha do Meio Ambiente, Estado Ecológico de Minas, Terramérica, AgirAzul, revistas como Eco.21, Ecologia & Desenvolvimento, Meio Ambiente Industrial, Saneamento Ambiental, Gerenciamento Ambiental, além dos veículos digitais, como o site da COM-MAM.
O principal propósito da EcoMídias é ser um instrumento a favor da democratização da informação ambiental no Brasil. E, nesse sentido, a primeira grande barreira a ser vencida é o verdadeiro bloqueio econômico de agências de publicidade, Secretarias de comunicação de governos e departamento de comunicação de grandes empresas, que simplesmente fingem desconhecer este segmento, apesar de sua importância como agentes de disseminação de informação ambiental. Apesar do reconhecimento público da importância das mídias ambientais, não é só a ampliação da tiragem, do número de páginas e da periodicidade que está ameaçada, mas a própria continuidade dos atuais veículos.
Os recursos para publicidade, quando existem, são desviados primeiro para a mídia de massa das capitais, depois para as mídias de massa do interior e só por último e eventualmente, para as mídias especializadas, como a do segmento ambiental. O que parece uma simples questão econômica, na verdade tem sido uma forma de impedir o crescimento e até a manutenção de veículos de meio ambiente, que são estratégicos para a democratização da informação ambiental no Brasil.

Extrato do livro O Cidadão de Sandálias do Autor .
Para ler outras matérias do Ambientalista, no site de seu jornal, clique
aqui.

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Aquisição do EngWhere e Instalação Imediata
A aquisição do EngWhere é feita mediante depósito, DOC ou transferência bancária, débito em conta do Banco do Brasil, bloqueto seguro do Banco do Brasil (para clientes ou não do Banco do Brasil) ou em 1+3 cheques pré-datados.
O Software será enviado no primeiro período posterior ao dia em que for acusado o pagamento e a previsão de entrega, fornecida pelo SEDEX é de 24 horas entre capitais e de 48 horas entre Capital e Cidades do Interior.
Opcionalmente o Software completo e 1 (uma) ou todas as liberações poderão também ser baixadas do FTP do EngWhere após a aquisição, e o CD com os anexos, será enviado via correio.

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A partir deste mês o Software (full) poderá ser baixado do Site e as liberações também. Arquivo com 10,8 KB.
Após a aquisição solicite-nos as senhas para abrir o arquivo e instalar o Programa imediatamente (até 4 horas úteis). O CD seguirá via correio com os anexos e a cópia reserva do Software.
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Procurar, na Página do Usuário, por Liberação via Internet.

Ofélia. A Guerrilheira Poliglota!
OUTRA EXCLUSIVIDADE DO ENGWHERE!

Introdução.
Antes de tudo Ofélia entende muito bem o Inglês e poderá dar uma ajuda a quem estiver procurando melhorar sua pronúncia. Basta digitar as palavras ou os textos mais longos que ela, pacientemente, irá pronunciá-los com perfeição. Entende também muitas outras línguas, além do Português, e está sempre disposta a ensiná-las. Espanhol, Italiano, Japonês, são línguas que ela tira de letra.

Primeira Parte.
Pacifista, conheceu de perto os conflitos do Oriente Médio, quando, a pedido do Itamarati, foi levar sua paz interior aos Árabes e Judeus.
Por uma desastrada infelicidade acabou aumentando a tensão na Área. Foi raptada por um beduíno sedento, e depois salva por um judeu errante e de coração inflamado pelo calor do deserto. Com isto, em curto espaço de tempo arabizou e judengou, e aprendeu tanto o árabe quanto o hebraico, línguas que fala com relativo sotaque.

Segunda Parte.
Resolveu vir para o Brasil e aportou em Serra Talhada, terra de Virgulino, e na mesma Região aprofundou também seus estudos sobre Zumbi. Interessada sempre em ampliar suas possibilidades lingüísticas, já está dominando o cantado caatinguês.

Momento Atual.
Para completar sua tese, cujo título é De Tiradentes à Che Guevara, Ofélia resolveu conhecer e encontra-se atualmente nas terras onde se faz profetas de pedra-sabão, e resolveu nos dar uma mãozinha para ensinar a operação do EngWhere. Animou-se com a possibilidade de fazer do software, que dispensa a leitura da Ajuda para operá-lo, dispensar qualquer outra leitura para isto. Bastará ouvi-la para operá-lo.
Acabou por aprender fluentemente também o caipirêz, e por aqui vai ficando... Em nossas hora mais graves, nos relê algum conto de Machado de Assis.

ATENÇÃO!
LEITURA EM VOZ ALTA DA AJUDA E DAS PRINCIPAIS DICAS DE OPERAÇÃO DO ENGWHERE. OFÉLIA LÊ TUDO PARA VOCÊ.
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FAMILIARIZAÇÃO RÁPIDA E BEM-HUMORADA DO ENGWHERE (FREE)

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