Revista EngWhere
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Revista EngWhere

Ano 08• nº 77• 15/08/10

ORÇAMENTOS, PLANEJAMENTOS E CANTEIROS DE OBRAS

Nesta Edição

Meio Ambiente

A fé nos desprendidos

Imprensa

Desgraças nunca mais...

Marketing

Luz de Alerta para Engenheiros e Arquitetos

Profissional

A Influência do Meio

Como se não bastassem as olimpíadas, a copa, o pré-sal, o pac e outros eventos que só dão trabalho ao Setor, a poupança está ameaçando dobrar de tamanho ainda este ano, aumentando, em conseqüência, o investimento em unidades habitacionais e perigando fazer do engenheiro uma das figurinhas mais difíceis dos próximos 5 anos.


EngWhere Magma: Pioneiro e Único!

Único que calcula corretamente o BDI!

 

Composições de preços apropriadas em obras!

Suporte gratuito (por profissional)!

 

Único com composições de montagem eletromecânica!

Ética & Competência ao seu dispor!

Software desenvolvido por quem o utiliza!

O software de design mais arrojado e moderno da Engenharia Brasileira!

Único que não utiliza códigos para insumos e composições!

Único que compartilha arquivos, para vários orçamentistas trabalhar simultaneamente no mesmo orçamento!

Possivelmente o único com preços fixos e expostos no site.

Único que calcula corretamente os Encargos Sociais!

  Diversos formatos de orçamentos compatíveis com todos os órgãos e publicações! (para dez/2010)

 

Com precinhos imbatíveis e sem cobrança de aluguel ou taxas periódicas!

Único que aceita sugestões dos usuários para acréscimos e melhorias!


Magma em Evolução!
Atenção usuários: melhorias e acréscimos em Julho
.

Ferramenta Agendamento de Tarefas nos Dados Comuns (será possível programar a atualização de preços de vários bancos de dados e o decvhamento do programa);
Ferramenta Reordenação Automática da Planilha (diversas opções para ordenar a planilha automaticamente);
Opção para exibir / ocultar valores 0 (zero) na Página Principal;
Lançado no FTP 2 ferramentas da Microsoft que converte em PDF os arquivos exportados pelo Magma.
Lançados no FTP bancos de dados com as composições de preços unitários e armazéns do SCO-RJ (2.600 de 2900 CPUs) e IOPES (1.600 CPUs);
Lançado no FTP o Manual do Usuário em que as páginas são viradas pelo mouse. Clique para conhecê-lo: Manual Online ou Manual OffLine;
Cisco & Cisco: Lançados armazém e o bancos de cpus do Emop (1.100 CPUs);
Planilha Polivalente para acompanhamento do orçamento (em finalização);
Nova Ajuda padrão Windows (em elaboração);
O software encontra-se na versão 6.0.248.


A Grande Imprensa: Desvascularização

13
AGOSTO
2010
Desgraças nunca mais...
A Pedra Filosofal ao Alcance de Todos!

A estas horas a leitora mais perspicaz estará se indagando a nosso respeito: como pode esse pessoal ser tão esclarecido e bem-informado? O que fazem para acertar tanto? Como conseguem tão apropriadamente dissecar o passado, o presente e o futuro? Serão sábios, intelectuais, gurus ou têm parte com o sei lá?
Até certo ponto concordamos com a leitora, mas a verdadeira razão de nosso singular conhecimento não só explicaremos a seguir, como ofereceremos as dicas completas para que o cidadão comum possa saber tanto ou até mais do que a gente, que dedicamos ao assunto, no horário do expediente mesmo, magros 15 minutos por dia.
De quebra, num passe de mágica, a infeliz leitora ficará curada definitivamente de seu stress cotidiano e de seu complexo de inferioridade nato. Não será mais vista como a eterna macaca de auditório que hipnotizada baba, literalmente, a respeito de tudo o que se convencionou chamar de 'fama'.
Vibrará ao descobrir o quanto é admirada por sua beleza e, inclusive, o quanto seu bumbum é especial e comentado nas altas esferas como o mais cobiçado do planeta. Já é quase internacionalmente famosa, e não desconfiava.
Se assombrará com as lições e exemplos de como combater a fome, proteger o meio ambiente, encontrar fontes de energia alternativa, praticar o comércio internacional lícito e a diplomacia de choque, que nossos compatriotas estão ministrando aos demais países e assombrando o mundo.
Em especial, ficará maravilhada em saber que seu mundo não é só criancinhas jogadas do quinto andar do edifício. Surpreender-se-á pensando por si mesma e se orgulhará de morar em um país adorável e adorado. Terá muito mais tempo para si própria.
Para evitar suspense entraremos logo no assunto, que dividimos em 3 grandes tópicos e um final conclusivo:

Tópico I: O que não deve ser feito
• Se quiser evitar o stress crônico, os calafrios das 20:00h e o pânico de todo dia, de agora em diante pare de assistir telejornais. Têm no crime organizado sua maior fonte de renda, e atualmente fazem intriguinhas de Lula, de Dunga e, dizem que sem querer, de Pelé e dos lixeiros brasileiros.
• Se o caso for se instruir e evitar se horrorizar com gente inescrupulosa falando mal de Mozart, de Mário de Andrade, de Drummond, Chico, Elis, Faustão, Lula, Dunga (que angariou a antipatia de toda a grande-imprensa-unida), pare imediatamente de ler as grandes revistas semanais de informação.
• Para evitar lavagem cerebral, propaganda eleitoreira subliminar, não leia nehum dos grandes jornais nacionais.
Exemplo mais apropriado (por jornalista séria) de manipulação de leitores, com alerta sobre o risco de ser provocado (novamente) um escândalo pelo partido que está perdendo nas pesquisas (mas que é favorito dos grandes jornais), como único e último recurso para abocanhar a Presidência.
• Lembre-se que há 40 anos atrás era demonstração de coragem falar mal dos ditadores. Não dê ouvidos aos cronistas políticos da atualidade que antes ficavam quietinhos, quietinhos e agora que o perigo passou, querem se passar por donos da cocada preta futricando sobre o governo. Nada mais burro e fora de moda.

Tópico II: O que é necessário ser feito
Para saber como anda a seleção brasileira, leia os jornais argentinos. Como está nossa economia, leia os jornais ingleses. Se lhe interessa saber o quanto somos admirados, leia os jornais canadenses, americanos e europeus. Se duvida que nosso presidente é tido como um ser mitológico ou angelical, leia os jornais africanos, franceses, árabes e haitianos.
Se quiser saber como nossa engenharia é tida como uma das mais respeitadas do planeta, leia as publicações africanas.
Para sentir-se melhor consigo, não deixe de ler os jornais australianos, canadenses e europeus que a todo dia só sabem nos elogiar.

Tópico III: Algumas testemunhas vivas desta semana
Exemplos de notícias que nossos telejornais disfarçam e o resto da grande imprensa evita, distorce ou ameniza (copie a notícia inteira e cole no tradutor do Google):
• “Sem chamar muita atenção, o Brasil está se tornando rapidamente um dos maiores doadores mundiais de ajuda aos países pobres.” - Revista britânica Economist.
• "No topo do mundo: não é possível passar um dia no Brasil sem sentir os milagres econômicos que acontecem no país.” - Jornal britânico The Independent.
• “As estatísticas de progresso social no Brasil são notáveis”, diz a revista Economist sobre os programas sociais como o Bolsa Família. “De diversas formas, o Brasil está começando a se tornar uma sociedade mais homogênea”.
• Ajuda do Brasil ao Haiti é a mais rápida e força as grandes potências a fazer o mesmo. - BBC de Londres (também em Português).
• Luiz Inácio Lula da Silva é o líder mais influente do planeta. - Time Magazine
• Segundo os ingleses, logo depois dos artistas de Hollywood “os brasileiros são o povo mais bonito do mundo!”
Veja a lista completa no site da BBC (também em português)
• Os haitianos vibram com as vitórias da seleção brasileira na África do Sul como se a equipe nacional do país estivesse em campo.
Radio France Internationale (também em português)


Tópico IV: Instrução final
Não questione as razões para nossa imprensa ser tão tendenciosa, supérflua, inconsequente e aterrorizante. Muito menos se preocupe com sua indisfarçável obsessão de manipular pessoas, tratando-as como macacas de zoológico a ponto de nunca publicar notícias que realmente interessam aos brasileiros.
Não vale a pena: é ela o nosso único e desvencilhável cancro sifilítico.

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Escatologia

13
AGOSTO
2010
O Cerco Fatídico
Um Novo Nome para o Armagedon

A realidade da mudança requer um agente de mudança.
- São Tomás de Aquino

Estranhem o que não for estranho.
Tomem por inexplicável o habitual.
Sintam-se perplexos ante o cotidiano.
Tratem de achar um remédio para o abuso.
Mas não se esqueçam de que o abuso é sempre a regra.

- Bertolt Brecht, A Exceção e a Regra.

Enchentes no Brasil (pela Wikipédia)
1855, 1941, 1979, 2008, 2009, 2010, 2010, 2010

Um desastre natural é dito centenário não porque ocorre a cada 100 anos, mas por ter a probabilidade de 1% de ocorrer durante um ano. É assim há séculos ou milênios.
Para que 2 catástrofes destas ocorram no mesmo ano, a probabilidade, se não nos falha a matemática cai para 0,1 em 1000, ou, quase nada.
Para que tais catástrofes, repentinamente, comecem a ocorrer 1 vezes por semana, todas as semanas, como vem acontecendo, alguma coisa de muito grave está por trás disto e não seremos nós que distorceremos a matemática, ou, sem trocadilhos, tamparemos o sol com a peneira, para agradar quem quer que seja.
Em intervalo de pouquíssimos dias podemos espremer dos jornais termos como: calor incomum, inundações nunca vistas, piores secas dos últimos 80 anos, furacões cada vez mais freqüentes, nevascas, prolongadas chuvas torrenciais, terremotos incomuns, tornados impensáveis, incêndios arrasadores, tsunamis, ciclones, ráios, borrascas, trombas-d'água, erupções vulcânicas, avalanches, etc. Está claro que São Pedro deixou de exercer suas habituais funções.
Faz parte da sabedoria popular, e uma das leis de Murph confirma, que a tendência do que está ruim é piorar. No caso dos fenômenos naturais, exponencialmente. Ainda que nossa HP científica não exiba casas decimais suficientes para calcular uma probabilidade tão pequena de ocorrerem, por exemplo, 4 ou 5 catástrofes centenárias por semana, ninguém mais duvida que caminhamos irreversivelmente para um absurdo semelhante ao da divisão por 0 (zero). Usando termos dos filósofos, para que leigos em matemática possam entender, como não se faz nada para reverter este estado de coisas a exceção está se convertendo em regra geral.
Há poucos anos atrás 98,5% dos brasileiros não sabiam o significado do termo tsunami, hoje 98,5% já sabem, ou seja, 66 vezes mais, coincidentemente a marca da besta.
Como as calamidades têm duração de horas ou dias, será inevitável ocorrerem mais de uma no mesmo dia e local, ou seja, à frente irromperá um vulcão e atrás um tornado, à direita um terremoto e à esquerda um incêndio devastador, ou ainda, uma chuva ácida trazida por um furacão.
Nomeamos o fenômeno de “O Cerco Fatídico”, nossa última tentativa de por ordem nas coisas: simplesmente não haverá para onde correr ou escapar.
Não querendo causar pânico e para encurtar conversa, comunicamos a todos que, matematicamente, o fim do mundo já começou. Mais provavelmente teve início lá pelas viradas do século, como, aliás, prenunciaram os antigos.

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Ênio Padilha . MARKETING EMPRESARIAL

20
NOVEMBRO
2010

Luz de Alerta para Engenheiros e Arquitetos

Não basta projetar o maior, melhor e mais bonito estádio de futebol. É preciso ter a capacidade de construí-lo.
E não basta construir o estádio. É preciso que ele seja construído no prazo previsto.
E, cumprir o prazo não é o bastante. É preciso que o orçamento original seja cumprido.

Estes são os três desafios da Arquitetura e da Engenharia brasileira nos próximos seis anos (Copa do Mundo e Jogos Olímpicos).

Engenheiros e Arquitetos aprendem, na faculdade, a lidar com um mundo ideal. O mundo da técnica, da ciência e da tecnologia. Nesse mundo não existem clientes e suas demandas, muitas vezes urgentes e absurdas. Não existem políticos e suas intenções nem sempre límpidas e transparentes; não existem empresários gananciosos (construtores, empreiteiros, fornecedores de material, locadores de equipamentos...) querendo levar vantagem em cada etapa da obra. No mundo das escolas de Engenharia e de Arquitetura essas dificuldades não são incluídas no planejamento da obra.

Por isso os engenheiros e arquitetos, quando apresentados a esse mundo real, não têm instrumentos intelectuais para lidar com ele e acabam sendo engolidos, virando massa de manobra de luxo. Virando os caras que vão levar a culpa lá no fim da história.

Tenho minhas sinceras dúvidas sobre se a Engenharia e a Arquitetura brasileiras (aí representadas pelo Confea, pelos Creas, pelas entidades de classe e pelos sindicatos) já se deram conta do momento crítico (da oportunidade e do risco) que significam esses dois grandes eventos para o desenvolvimento das nossas profissões. Podemos chegar em 2016 fortalecidos e respeitados (no Brasil e no Mundo) como profissionais de nível internacionais ou podemos ser responsabilizados pelos problemas resultantes. Nunca é demais lembrar que os políticos e os empresários gananciosos já estão treinados nisso de se livrar da culpa, jogando-a no colo de quem estiver mais próximo. E, nesse caso, nem precisa ser gênio pra adivinhar quem é que estará bem próximo, para ser responsabilizado.

Não são apenas os estádios, os aeroportos, portos, estradas, hotéis, centros administrativos e outras obras de utilização direta na Copa e nos Jogos Olímpicos. Serão centenas, milhares, talvez milhões de obras (e reformas) em todo o Brasil que envolverão muitos engenheiros e arquitetos, que precisam ficar atentos ao fato de que, dessa vez estamos falando de eventos. E que, quando tratamos com eventos temos de vencer os três desafios propostos no início deste artigo: Fazer a obra. Fazê-la no prazo correto, e concluir a obra sem comprometer o orçamento original.

Portanto, engenheiros e arquitetos precisam incluir nas suas análises o processo decisório e agir para que ele não comprometa a qualidade do seu trabalho. É atentar para o que eu chamo de A EQUAÇÃO DO EVENTO:

Uma das características fundamentais dos eventos é a sua “hora marcada”. Uma vez determinado, o evento não espera. Ele irá acontecer no momento previsto. Isto é dado como variável incontrolável. As outras coisas é que vão variar de acordo com as decisões dos organizadores.

A qualidade de um evento bem como seus custos são resultados diretamente vinculados à antecedência das decisões tomadas. Em linguagem de engenheiro podemos dizer que "a qualidade do evento (Qe) é diretamente proporcional ao tempo decorrido entre a Tomada de Decisão (TDe) e a realização do evento; por outro lado, os custos do evento (Ce) são inversamente proporcionais ao tempo decorrido entre a Tomada de Decisão (TDe) e a realização do evento".

Assim,
(1) Qe = k * TDe e
(2) Ce = k * 1 / TDe

A combinação das equações (1) e (2) pode ser enunciada da seguinte forma: “quanto mais demorada é a decisão sobre o evento, menor será a sua qualidade e maior será o seu custo”.

Geralmente o que acontece é que existe um esforço de última hora para que a coisa fique pronta e haja uma sensação de que tudo deu certo. O caso do Engenhão, no Rio de Janeiro é um exemplo típico. O que aconteceu com a Cidade do Cabo, na África do Sul é outro. A novela do Morumbi, em São Paulo é mais uma... e assim, seguimos, desperdiçando engenharia e arquitetura. E fazendo por um bilhão o que poderia ser feito por 200 milhões.

Todo mundo ganha. Menos a Engenharia e a Arquitetura.

 

Ênio Padilha
Engenheiro, escritor e palestrante.
Formado pela UFSC, em 1986, especializou-se em Marketing Empresarial na UFPR, em 1996/97.
Escreve regularmente e seus artigos são publicados, todas as semanas, em diversos jornais do país.
Leia outros artigos no site do Especialista: http://www.eniopadilha.com.br
eniopadilha@uol.com.br

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E-mails Recebidos

01 a 20
AGOSTO
2006
 

Gostaria de receber mais vezes a revista via email e parabenizá-los pelas matérias que para mim tem altíssimo valor.
LAG
Coordenador de Obras

Sou pintor de paredes e há alguns meses comecei a fazer alguns bicos de pedreiro, muros, rebocos, pisos, etc.
Há alguns dias me pediram orçamentos para a construção de uma pequena casa de 1 dormitorio, sala cozinha e 1 wc. No local, a proprietaria do terreno viu que eu estava suando muito e demorava para concluir o orçamento.
Quando terminei, ela achou caro e não me deu o serviço. Mas ela me perguntou com quantos ajudantes eu trabalhava. Eu respondi 2. Então ela me disse que se eu trabalhasse com apenas um ajudante poderia fazer um orçamento mais barato. Então eu disse a ela. Eu tenho dois ajudantes, porem um deles é o unico que trabalha de graça. Ele é Deus. Então ela disse, vou pensar no seu orçamento e depois eu te ligo.
Até agora ela não me ligou, mas nevegando pela internet a procura de aprender como fazer um orçamento profissional, me deparei com o site da Engewhere e me encantei com o incrivel conteúdo das ricas informações para o que eu precisava.
Falar sobre as minhas necessidades como pede o seu contate/conosco, levaria preciosos anos, como os do Sr: Amado. Pois, minhas necessidades, abrange todo este site. Agora, enquanto aguardo a resposta da proprietaria, vou fazer um curso de orçamentos pois vejo que meu melhor ajudante trabalha pra voces tambem. PARABENS! MARAVILHOSO.
JRS
Pintor e Aprendiz de Pedreiro

Prezado JRS
Três trabalhadores de uma empresa de pintura estão num andaime, lavando os vidros de um grande edifício.
De repente, um deles dá um gemido, vira-se pro outro ao lado e diz:
- Ai, ai, ai, que dor de barriga!. Precisamos descer!
- Você está louco! Vai demorar a vida toda - fala o colega.
- Mas eu não tô aguentando mais, cara! Não vai dar tempo de descer!
- Então, bata na janela e peça pra senhora deixar você usar o banheiro, aconselha o amigo.
É o que ele faz. Assim que a senhora permite a sua entrada pela janela ele voa para o banheiro.
Está lá o cara, tranquilo, fazendo suas necessidades, quando ouve uma gritaria danada.
Quando sai, vê que o andaime tinha quebrado e os dois amigos tinham se espatifado no chão.
No dia seguinte, no velório, estão lá os amigos, as viúvas inconsoláveis e o cara acompanhado da esposa, quando chega o dono da empresa onde trabalhavam. Imediatamente todos fazem silêncio. O empresário começa o seu discurso, dirigindo-se às viúvas:
- Sei que foi uma perda irreparável, mas posso, pelo menos, tentar aliviar tamanho sofrimento. Isso nunca aconteceu em nossa empresa que sempre pensou na segurança dos funcionários. Eu me sinto muito triste e ajudarei em tudo que puder as viúvas. Como sei que as senhoras pagam aluguel, darei uma casa para cada uma. Também sei que as senhoras dependem de ônibus; por isso, darei um carro pra cada uma. Quanto aos estudos de seus filhos, não se preocupem mais, pois tudo será por conta da empresa até que terminem a faculdade. Para finalizar, as senhoras receberão todos os meses 3 mil reais, para as comprinhas da 'cesta básica'.
A mulher do sobrevivente, já meio arroxeada, não se contendo mais, belisca o marido e fala:
- E o bonitão cagando, né ???....
(sem registro de autor)

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Você sabia...
A versão atual do EngWhere Magma permite exportar planilhas para o Excel (4 opções), Word (DOC e RTF), MS Project (MPP), HTML, XML, TXT, Power Point (MPP), Previso, GerCon, CSV, DIF, RPT, MDB, ODBC (15x), MAPI e TSV, diretamente, com as extensões de cada software.

Adilson Luiz Gonçalves . MERCADO

04
ABRIL
2010
A Influência do Meio

Eu costumo enfatizar aos meus alunos, que engenheiros e arquitetos devem dominar três linguagens: a técnica, a leiga e a dos operários, Mas, tão importante quanto isso, nunca “trocar as bolas”! Pelo contrário, exorto-os a sempre contribuírem para a melhora do nível dos trabalhadores, já que, no Brasil, estes ainda são majoritariamente formados na lida e não em cursos profissionalizantes.

Para exemplificar o risco dessa inversão de linguagens, conto a piada do conterrâneo de Camões que tentou hipnotizar um peixe, num aquário, mas acabou hipnotizado.

O que não é engraçado é que isso pode ocorrer com profissionais de qualquer área, sobretudo quando adentram a política:

Muitos esquecem suas formações técnicas e passam a pensar somente numa coisa: poder, para encarná-lo ou orbitá-lo. Alguns chegam a obrigar outros a fazerem o que é técnica e eticamente inadequado, e ainda assumirem a responsabilidade, se algo der errado.

Leigos os considerarão eficientes e capazes, por viverem a afirmar que tudo é muito simples e rápido. Mas, por quanto tempo esses discurso e prática “funcionarão”?

Bem, considerando a longevidade de alguns “assessores técnicos”, isso pode funcionar por anos, apesar do curta duração das administrações públicas e “prazos políticos”. A mobilidade também é grande nessa área, onde predomina a amizade, os acordos, a subserviência e o oportunismo. Além disso, quem faz de qualquer jeito normalmente não estará lá quando os problemas decorrentes de suas decisões começarem a aparecer. Isso será problema de outros, até porque a memória do eleitor brasileiro ainda é curta e míope.

Já vi casos de políticos que, ao reassumirem cargos eletivos, atribuíram a falhas perpetradas em suas gestões anteriores a seus antecessores! Também já ouvi responsáveis por opções errôneas, que já apresentavam problemas graves em curto prazo, quando deveriam funcionar por décadas, afirmarem, convictos, que elas já haviam “cumprido seu papel”.

Essa forma de atuação profissional, que não transforma o meio, mas submete-se a ele, é a causa principal da maioria das besteiras técnicas, verdadeiras “bombas-relógio” que comprovam que o barato pode sair muito caro, ou que o muito caro nem sempre é a melhor solução. Isso só mudará quando os técnicos deixarem a condição de meros serviçais de políticos que confundem poder com inteligência, ou quando os políticos descerem de seus pedestais e entenderem que a boa assessoria não é aquela que apenas cumpre ordens, mas apresenta e pondera alternativas. Além disso, o bom político, para também ser um bom administrador, deve abdicar de sua vaidade para enxergar a coisa pública além de seu mandato.

Nesse sentido, eficiência nada tem a ver com obediência cega; e o contraditório só é visto como ameaça à autoridade por quem ou é muito arrogante ou muito inseguro. Essas características, no entanto, infelizmente ainda são muito comuns na política. Somadas à limitação temporal dos mandatos e à expectativa de ascensão político-partidária, o que se vê é a multiplicação de iniciativas cosméticas e rápidas, em detrimento da busca de soluções para conter o crescimento urbano desordenado, melhorar a infraestrutura, enfim, para viabilizar o desenvolvimento sustentado. Quem não tem escrúpulos profissionais aceita bem essa condição, pois a maioria dos líderes políticos prefere a fidelidade canina à inteligência humana, talvez por esse meio estar repleto de aparências que enganam. Talvez por isso o tapete seja o “elemento decorativo” mais presente: para esconder sujeira ou ser puxado.

Quem adota esse modelo administrativo pode fazer muito em pouco tempo, mas quem vier depois terá muito a “limpar”, sempre com o dinheiro dos contribuintes.

Influência do meio: assim como o profissional que desaprende o vocabulário técnico no canteiro de obras e nada contribui para o crescimento intelectual de seus subordinados, quem abandona seus escrúpulos e ética, e coloca seus serviços à disposição da má política, pode ser um feitor eficiente, mas estará muito longe de ser um bom profissional.

 

Adilson Luiz Gonçalves
Engenheiro, Professor Universitário e Articulista.
Fones: (13) 32614929 / 97723538
algbr@ig.com.br

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Você sabia...
Algumas possibilidades para lançar os serviços de mão de obra, isolada ou conjuntamente, no Magma (em ordem de facilidade):
1. Calcule a taxa média dos Encargos Sociais e lance em todas as composições;
2. Se preferir diferencie os ES por composição;
3. Lance o serviço na seção Equipam/Subempreiteiros, como subempreiteiro (por unidade de serviço);
4.  Lance a Ajuda de Custo, sem incidência de ES, no DI ou em uma única composição como verba;
5. Calcule um valor equivalente a horas + encargos padrão e lançe mais de uma função no armazém geral: Carpinteiro (h) e Carpinteiro temporário (h), Ajuda de custo carpinteiro (h), etc.;
6. Crie uma composição auxiliar do serviço com as despesas totais (por hora ou por unidade de serviço) da função;
7. Outras, que a imaginação permitir.

Vilmar Berna . PARA O JORNAL DO MEIO AMBIENTE

29
MAIO
2010
A fé nos desprendidos

As vezes ouço dizer que a humanidade só irá mudar na dor, depois que vier o grande desastre ambiental e as perdas em vidas e em bens forem insuportáveis. Apesar do tom dramático desse tipo de “profecia”, temo que nossas esperanças de uma harmonia entre nossa espécie e as demais - e o próprio planeta - irão requerer mais do que isso.
Por que existem problemas ambientais? E por que existem as soluções? Costuma-se atribuir os problemas ambientais à falta de informação ou de educação ambiental. É possível. Mas pode haver outras razões. Assim, por mais que se ofereçam informação e educação ambientais, os problemas podem persistir no tempo.
Nessa reflexão, me lembro das enchentes destruidoras de vidas e propriedades. Passada a tragédia, aos poucos as pessoas e organizações reconstroem tudo, nas mesmas margens ou nas várzeas de rios e lagoas que encheram e encherão de novo um dia. Por mais aterrorizantes que possam ser as avalanches terríveis a que temos assistido ultimamente, nem assim se desocupam as encostas perigosas. Muitas vezes é uma briga de gato e rato para driblar as proibições legais e reconstruir no mesmo lugar, por cima de escombros até.
Acredito que a democratização de uma informação ambiental esclarecedora, que liberte, que construa valores solidários, seja capaz de mobilizar e fortalecer a cidadania socioambiental planetária e produzir cidadãos conscientes e capazes de atuar nas mudanças que precisam ser feitas no comportamento da sociedade.
Posso ter esperanças nesse caminho, embora seja mais longo e mais difícil, pois haverá tropeços, especialmente diante daqueles que não se importam com a destruição ambiental ou com o sofrimento humano - desde que estejam vivendo bem e sendo felizes, ou ganhando muito dinheiro e poder -, quanto com aqueles que acham que não dá mais tempo para agir, pois a espécie humana já está condenada à extinção.
Felizmente, existem pessoas que não desistiram de sonhar e, por isso, sua criatividade empreendedora persiste e avança nas dificuldades. São aqueles que se movem longe do egoísmo, são os desprendidos que atuam planetariamente e conseguem olhar a floresta além das árvores. Graças a essas pessoas, há que alimentar a esperança.

 

Vilmar Sidnei Demamam Berna: Escritor e jornalista ambiental
- Prêmio Global 500 da ONU Para o Meio Ambiente e Prêmio Verde das Américas
- Editor da Revista do Meio Ambiente, do www.portaldomeioambiente.org.br e do boletim Notícias do Meio Ambiente publicados pela REBIA
-Rede Brasileira de Informação Ambiental - vilmar@rebia.org.br
http://www.jornaldomeioambiente.com.br

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“Minha teoria é a de que nossos erros são as únicas coisas originais que fazemos.”
- Billy Joe

ATENÇÃO USUÁRIO DO ENG_OBRAS: Faça uma cópia do arquivo "000.000" do diretório raiz para a subpasta "Diário de obra", para corrigir alguns erros no Diário.





















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Bruna Gasgon (palestrante)

“O líder do novo milênio precisa estar preparado para conviver com a rejeição e com o sucesso.”.





















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Mário Quintana

Trágico Dilema
Quando alguém pergunta a um autor o que este quis dizer, é porque um dos dois é burro.





















Sun Tzu

“Não é preciso ter olhos abertos para ver o sol nem ouvidos afiados para ouvir o trovão. Para ser vitorioso, você precisa ver o que não está visível”.





















Brinde

Para utilização na planilha polivalente o EngWhere montou um arquivo de fonte com símbolos de arquitetura, levantamentos e outros voltados à engenharia e arquitetura.





















Sêneca

“Sorte é o que acontece quando a capacidade se encontra com a oportunidade”





















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