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EngWhere - O Software do Engenheiro

     Ano 08 • nº 69 • 01/03/09
“Quanto mais tempo despendemos no planejamento de um projeto, tanto menor será o tempo total necessário para sua execução.
Não deixe que as tarefas diárias desloquem o tempo reservado para o planejamento de sua agenda.” ”
- EDWIN C. BLISS – Getting Things Done.
Nesta Edição

Internet: Novidades no Site e Outras
Marketing Empresarial: Cidades e Profissões Sustentáveis
Amizade: Boa Sorte!

Prevenção contra purungas

Neste 2009 estaremos fazendo do EngWhere Magma o único software brasileiro de orçamentos de obras da atualidade.

• O único que calcula corretamente o BDI (ou todo o orçamento?);
• O único com composições de montagem eletromecânica e construção civil com índices apropriados em obras (não é assim?);
• O único que não utiliza os neurastênicos códigos para insumos e composições de preços;
• O único que compartilha arquivos, para vários orçamentistas trabalharem simultaneamente no mesmo orçamento;
• O único que calcula os Encargos Sociais (ou são imutáveis como estão querendo?);
• O único que permite diversas formas e formatos de orçamentos, configuráveis pelo usuário e compatíveis com todos os órgãos e publicações (para maio/09);
• O único que aceita de seus usuários sugestões para acréscimos e melhorias;
• O de precinho imbatível, que não cobra aluguel ou taxas periódicas. Que oferece suporte gratuito (de profissional para profissional);
• O software de design mais arrojado e moderno da Engenharia Nacional!

O resto são coisas de purungas, para purungas!

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A Incoerência Purunga

  • Grátis que te quiero grátis
    O que os purungas canjica mais gostam é de coisas gratuitas. Não importando o tamanho da porcaria até a aprendizagem e a seriedade (de suas profissões) só têm graça se não for preciso pagar.
  • Pra lá da Purungália
    Já os purungas ouriço se gabam é de pagar caro pelos seus softwares. Se forem alugados (outra moda de purunga) vêm como coisas de primeiro mundo, garantem convictos e cheios de arrogância.
  • Viva Bill Gates
    Os purungas gostam de dizer que o seu software de orçamento é o Excel e o de planejamento é o MS Project. Saberiam o que estariam dizendo,  o que seria planejamento e orçamento de obras ou apenas estariam elogiando o homem mais rico do mundo?
  • Morra Bill Gates
    Fala purunga: “Primeiramente queria saber como fazer para tirar os arquivos de dentro do zip, passo-a-passo, e se o programa é aberto, para poder mudar a programação do meu jeito? Não gosto de softwares de códigos fechados.”
  • Mosca na sopa
    A pergunta que insiste em não calar: “O software de vocês faz acompanhamento do orçamento?”
    Quando respondemos que orçamento não se acompanha, orçamento se afere, que ouvimos isto numa música do Raul Seixas, que quem é acompanhado é o planejamento, que temos um softwares de planejamento só para isto, ficam amuados.
    Compraram caro a idéia, não se sabe de quem, e agora relutam para que dê certo.
    - Não dará! É nossa implacável resposta.
  • Veja mais sobre os Purungas (e outras incoerências) em E-mails recebidos...

Atenção usuários do EngWhere Orçamentos e do EngWhere BDI!
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Consulte-nos anteriormente à aquisição.
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  Ênio Padilha . MARKETING EMPRESARIAL

Cidades e Profissões Sustentáveis

Ênio Padilha
Engenheiro, escritor e palestrante.
Formado pela UFSC, em 1986, especializou-se em Marketing Empresarial na UFPR, em 1996/97.
Escreve regularmente e seus artigos são publicados, todas as semanas, em diversos jornais do país.
eniopadilha@uol.com.br

Na semana que vem estarei em três cidades do interior do país (Piracicaba-SP, Paranavaí-PR e Cascavel-PR), apresentando a palestra “Exercício Profissional e Profissões Sustentáveis”.

Esta palestra começou a ser desenvolvida em 2004, para apresentação nos encontros preparatórios ao V CNP - Congresso Nacional de Profissionais cujo tema central foi justamente “Exercício Profissional e Cidades Sustentáveis”. Uma excelente escolha, sem dúvida, visto que o ESTATUTO DAS CIDADES é uma grande conquista do país, que contou com a decisiva participação dos profissionais ligados ao sistema CONFEA/CREA.

Quando fui convidado para apresentar uma palestra sobre o tema fiquei pensando: “O que é uma Cidade Sustentável?” “O que é uma Profissão Sustentável?”. “Qual é a relação entre essas duas coisas e o Exercício Profissional de Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos?”

Fui buscar a resposta no dicionário:
SUSTENTÁVEL - “aquilo que pode ser sustentado. Mantido vivo, alimentado”.

Uma Cidade Sustentável é, portanto, uma cidade em que as coisas são feitas de tal maneira que ela mantenha “viva” as coisas boas que tem. Que garanta a sua existência futura como um bom lugar para a vida digna de seres humanos.

Uma Profissão Sustentável é uma profissão cujas práticas levem à sobrevivência dos seus praticantes no mundo, mantendo (sustentando) os padrões de valorização, respeito e dignidade.

Daí podemos concluir que uma cidade boa não é, necessariamente, uma cidade sustentável. Da mesma forma que uma boa profissão não é, necessariamente, uma profissão sustentável. Tudo depende de como a cidade (ou a profissão) estiver sendo tratada.

Para a minha palestra escolhi justamente o tópico que trata do Exercício Efetivo da Profissão (e suas dimensões comerciais, sociais e ético/políticas) pois é o assunto com o qual estou mais familiarizado. E não tenho nenhuma dúvida de que essas questões estão intimamente ligadas à questão da sustentabilidade da nossa profissão. Afinal, pensar em sustentabilidade é, automaticamente, pensar no futuro. E pensar no futuro é agir no presente.

As perguntas que eu espero que cada profissional faça a si próprio, ao final da palestra (e também nos dias seguintes) são quatro:

- Como é que eu, no exercício da minha profissão (de engenheiro, de arquiteto ou de agrônomo) estou interferindo no futuro da minha cidade?

- Como é que eu, no exercício da Engenharia, da Arquitetura ou da Agronomia estou interferindo no futuro da minha profissão?

- Que tipo de cidade estou ajudando a construir para os filhos dos meus filhos?

- Que ambiente profissional estou deixando de herança para os engenheiros, arquitetos ou agrônomos que estarão se formando daqui a 20 anos?

São perguntas simples mas que precisam ser respondidas com sinceridade e que demandam uma reflexão honesta. Não apenas quando avaliamos nossas ações mas também (e principalmente) quando avaliamos nossas omissões.

No nosso dia-a-dia profissional nos confrontamos permanentemente com as questões comerciais, na busca pela nossa sobrevivência física.
Clientes, concorrentes, contas a pagar e outros compromissos às vezes nos “empurram” para decisões que, muitas vezes, reduzem a zero a dimensão social do nosso trabalho. Pior, roubam-nos o tempo que precisa ser dedicado para os aspectos político/profissionais e as necessárias reflexões sobre a ética social e profissional.

Repetir (e tentar responder) todos os dias essas quatro perguntas pode ser uma forma de mantermos nossa consciência viva e nossa atuação produtiva.

Com isto construiremos Cidades e Profissões Sustentáveis.
 

Leia outros artigos no site do Especialista: http://www.eniopadilha.com.br

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   E-mails recebidos
Agenda, Memos & CI's   

Sobre combustíveis de origem fóssil e biológica


Muito nos orgulhamos de ter em nosso correio um diretório de nome NOTA10 com os e-mails que recebemos elogiando nossos softwares, nosso suporte, nosso trabalho e até esta revista. São centenas deles que, à base de biocombustíveis, têm nos movido estes muitos anos (o EngWhere já ultrapassou 1 década).
Confessamos que criamos também um outro, de nome “Joões-sem-braço”, nem tão farto mas bastante poluído, onde armazenamos os e-mails de purungas que embora não tendo adquirido quaisquer de nossos produtos, se sentem com direitos que não lhes outorgamos e a todo custo querem nos impor obrigações que não sabíamos ter algum dia assumido.
As críticas descabidas até compreendemos, seriam para compensar a falta de argumentos, intimidar ou confundir. O que não conseguimos entender mesmo é exigirem o dinheiro (que não pagaram) de volta.
Seis exemplos de combustíveis fósseis armazenados nesta pasta:

1. “...queríamos apenas comprar outra liberação desta porcaria de software e se não nos vender exigimos o nosso dinheiro de volta”;
2. “Comprei o software há 4,5 anos e nunca utilizei, tendo perdido o disquete. Enviar novamente via correio ou ressarcir-nos pela não utilização”;
3. “... o senhor pode estar certo que eu o colocarei na internet e compartilharei com os internautas seus métodos de tratar seus clientes... Se o senhor não tem capacidade de responder um simples e-mail, de forma educada e gentil, meu caro se retire do mercado, porque o senhor não está cuidando das suas vacas nem de seus bois”;
4. “Por motivo de arrogância, ironia e descaso desta empresa e nós já termos efetuado a compra de outro programa de orçamento de outra empresa a qual fomos muito bem recepcionado agradecemos a sua ‘atenção'”
5. “...nos achamos no direito de buscar os meios necessários para obter o ressarcimento do valor investido em um produto que não funciona;
6. “... foram mais de 40.000 demos baixados e 5.000 usuários é interessante saber porque nem todos o adquiriram.

Ficamos a nos indagar se os purungas não se igualariam à poluição do planeta ou à crise financeira atual em tonelagens de poluentes e irritação de paciência.
Veja texto mais útil sobre biocombustíveis em http://pt.wikipedia.org/wiki/Biocombust%C3%ADvel

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A formiga trabalhadora. (Recebida no e-mail - autor desconhecido)

Todos os dias a formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho.
Era produtiva e feliz. O gerente maribondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.
Se ela era produtiva sem supervisão, seria mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O maribondo ficou encantado com os relatórios da barata e... concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, ... que decidiu que... era preciso elaborar um estudo da situação e preparar um plano estratégico de melhorias.
Logo, a formiga, antes produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis, das pressões, das desconfianças e das reuniões. Mas, o maribondo, ao analisar os relatórios e rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou uma coruja, uma prestigiada consultora, para que fizesse um diagnóstico da situação.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório que concluía: “há muita gente nessa empresa”.
E adivinha quem o maribondo mandou demitir?
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.

Magma superlativo!
Conclusão do parecer proferido pelo relator Guilherme de Almeida, na votação do Concurso literário da Academia Brasileira de Letras
em que Magma, livro de poesias de Guimarães Rosa, foi vitorioso:
- É, pois, meu parecer que seja o 1º prêmio do Concurso de Poesia de 1936 concedido ao livro Magma, de João Guimarães Rosa;
e que não seja a ninguém, neste torneio, conferido o 2º prêmio, tão distanciados estão do primeiro premiado os demais concorrentes.
Tal é, salvo melhor juízo, o meu parecer.
São Paulo, 22 de novembro de 1936.

Guilherme de Almeida, Relator.

Sazonamento
Segundo o Aurélio é: “ 2. Tratamento que se dá ao concreto durante alguns dias depois de lançado, com o fim de evitar a evaporação da água de amassamento; cura.”

Forma / fôrma
Segundo a grafia antiga, a palavra "forma" não tinha acento, independentemente de sua pronúncia, aberta ou fechada. Com a vigência do novo sistema, o circunflexo passa a ser facultativo.

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  Adilson Luiz Gonçalves . AMIZADE
Boa Sorte!
Adilson Luiz Gonçalves
Engenheiro, Professor Universitário e Articulista.
algbr@ig.com.br
Outro dia, um colega perguntou se eu conhecia certa pessoa, mestre de uma construção que ele havia vistoriado.
Lembrava, sim! Eu trabalhara com ele, então um jovem encarregado, havia quase vinte anos. Era competente e vivaz.

Seria um excelente engenheiro, se tivesse oportunidade para estudar. Mas, talvez achasse que isso "não era para ele", juízo que nenhum ser humano deveria fazer de si próprio. Quem sabe precisava trabalhar diuturnamente, inclusive em fins de semanas e férias, para sustentar sua família. Ou, ainda, faltou quem investisse em seu potencial. Pessoas que tirassem proveito dele, mas também soubessem dar-lhe valor. Gente que abrisse portas, em vez de fechá-las!

Na época, quando saí da empresa, fiz questão de agradecer a todos com quem havia trabalhado. Desejei-lhes, sinceramente, boa sorte. Mereciam!

Passadas quase duas décadas, ele perguntara ao meu colega se eu ainda trabalhava no mesmo lugar. Ele lembrava! Ao saber que sim, disse que gostaria muito de "bater um papo" comigo. Fui, então, visitar sua obra, o que era "urgente", pois ela estava terminando e ele seria remanejado.

Quando me identifiquei, foi como se o tempo retornasse, e os cabelos brancos voltassem ao tom anterior. Ele tinha bem mais que os meus, mas a vivacidade continuava a mesma!

Falamos dos tempos idos, de família, de filhos e do futuro. Ele disse que recebera uma proposta para trabalhar no exterior, numa grande obra, como mestre que era. O salário seria ótimo e ele ainda teria direito a passagens aéreas, para visitar o Brasil.

Fantástico! Mas ele tinha um receio: ficar longe da mulher e da filha, ainda criança. Em contrapartida, teria tranqüilidade financeira para custear a formação universitária da esposa e garantir o porvir da filha.

Concordei e o incentivei a ir, primeiro porque o prazo não era tão longo; segundo, porque hoje existe a Internet e ele poderia ver e falar com a família diariamente. Só não poderia abraçar e beijar... Além disso, recomendei que ele aproveitasse a viagem para aprender inglês, lá, o que valorizaria ainda mais seu "passe".

Ele ouviu atentamente e pareceu concordar. Depois, mostrou a obra e, por fim, tomamos um café e nos despedimos, com apreço.

É provável que passem outros vinte anos antes que voltemos a nos ver. Talvez isso nunca volte a ocorrer. Mas, como é bom saber que pessoas que a gente respeita e gosta nutrem os mesmos sentimentos por nós, apesar do tempo e da distância.

Boa sorte, amigo! Que Deus abençoe seus caminhos e os que caminham com você!

Fones: (13) 32614929 / 97723538

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Meio bilhão de pessoas – 1 em cada 8 habitantes da Terra – encontram-se agora em estado de inanição e até o fim de 1974 o número de mortos de fome, este ano, chegará aos 5 milhões.
Mais de dois terços dos 800 milhões de crianças que crescem hoje nos países em desenvolvimento estão condenados a padecer de doenças temporárias ou permanentes por motivos de desnutrição. E 75 milhões delas terão morrido de fome, ou de doenças relacionadas com a desnutrição, antes dos 5 anos de idade.
Conferência Mundial de Alimentação nov/74

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